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Resumos·Resumos / N9PT · Secundário

Literaturas de Língua Portuguesa

Disciplina anual de opção do 12.º ano, na componente de formação específica dos Cursos Científico-Humanísticos de Línguas e Humanidades. Percorre o património literário escrito em português para além de Portugal — o Brasil, os cinco países africanos de língua oficial portuguesa (Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe), Timor-Leste — e ainda a literatura portuguesa contemporânea como termo de comparação, dando à oratura (a literatura de transmissão oral) o lugar fundador que lhe cabe. Ao contrário de Literatura Portuguesa (disciplina distinta, com o Exame Final Nacional 734), Literaturas de Língua Portuguesa NÃO tem Exame Final Nacional: é avaliada exclusivamente por avaliação interna.

0/48 Resumos·12 Capítulos·~334 min no total

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LPAE-literatura-de-lingua-portuguesa-12-brasil-periodo-colonialLPAE-literatura-de-lingua-portuguesa-12-brasil-romantismoLPAE-literatura-de-lingua-portuguesa-12-brasil-modernismoLPAE-literatura-de-lingua-portuguesa-12-brasil-romance-1930LPAE-literatura-de-lingua-portuguesa-12-oraturaLPAE-literatura-de-lingua-portuguesa-12-literatura-colonial+6 mais●○○Base●●○Padrão●●●Aprofundamento
Índice · 12 CapítulosT·12
Cap. IManifestações literárias no período colonial (Brasil)4 resumos · 0 lidos
  • A literatura de informação: as primeiras visões do BrasilResumo L·01 · Início recomendado5 min
  • Os jesuítas e a literatura de catequese: AnchietaResumo L·025 min
  • O Barroco: Gregório de Matos e a oratória de VieiraResumo L·036 min
  • O Arcadismo mineiro e o despertar pré-nacionalResumo L·046 min
Cap. IIRomantismo e busca de nacionalização da literatura brasileira4 resumos · 0 lidos
  • Independência e projeto de uma literatura nacional (1822–1836)Resumo L·055 min
  • A poesia romântica: as três geraçõesResumo L·066 min
  • José de Alencar e o romance de fundaçãoResumo L·077 min
  • Do Romantismo ao Realismo: Machado de Assis e o « instinto de nacionalidade »Resumo L·087 min
Cap. IIIModernismo brasileiro: revolução e pluralidade de experiências poéticas4 resumos · 0 lidos
  • 1922: a Semana de Arte Moderna e a ruturaResumo L·095 min
  • Manifestos e grupos: Pau-Brasil, Antropofagia, Verde-AmarelismoResumo L·105 min
  • Mário e Oswald de Andrade: o projeto modernistaResumo L·115 min
  • A pluralidade das experiências poéticas: Bandeira, Drummond, Cecília, João CabralResumo L·126 min
Cap. IVO romance brasileiro depois de 19304 resumos · 0 lidos
  • 1930: contexto e o romance social do NordesteResumo L·135 min
  • Graciliano Ramos: a secura e os heróis sertanejosResumo L·145 min
  • Microcosmos regionais e retratos da infância: José Lins do Rego, Jorge Amado, Rachel de QueirozResumo L·156 min
  • A rutura de 1956: Guimarães Rosa e Clarice LispectorResumo L·166 min
Cap. VA literatura oral (oratura): características e funcionalidade culturais4 resumos · 0 lidos
  • O que é a oratura: conceito, termo e génerosResumo L·177 min
  • A performance oral: traços formais e mecanismos de memóriaResumo L·187 min
  • As funcionalidades culturais da oraturaResumo L·197 min
  • Da oratura à escrita: a oralidade na literatura de língua portuguesaResumo L·207 min
Cap. VIA literatura colonial: fronteiras e diferenças4 resumos · 0 lidos
  • O que é a literatura colonial: olhar, público e temasResumo L·216 min
  • Fronteiras e critérios: o que faz uma literatura nacional africanaResumo L·228 min
  • Os precursores e os textos de transiçãoResumo L·238 min
  • A viragem: negritude, Casa dos Estudantes do Império e as revistas fundadorasResumo L·248 min
Cap. VIILiteratura Angolana em língua portuguesa4 resumos · 0 lidos
  • Fundações e a geração de «Mensagem»Resumo L·258 min
  • Luandino Vieira e o musseque: a língua como resistênciaResumo L·268 min
  • Pepetela e a ficção da nação: da utopia ao desencantoResumo L·277 min
  • Rituais e periferias urbanas: Paula Tavares, Manuel Rui, Ondjaki, AgualusaResumo L·289 min
Cap. VIIILiteratura Moçambicana em língua portuguesa4 resumos · 0 lidos
  • Precursores e a voz da negritude: Albasini, Noronha, «Msaho», Noémia de SousaResumo L·297 min
  • Craveirinha e Honwana: o grito e a infância colonizadaResumo L·309 min
  • Literatura e recuperação da História: Ungulani Ba Ka Khosa e Mia CoutoResumo L·319 min
  • Olhares sobre o Índico e vozes contemporâneas: Eduardo White, Paulina ChizianeResumo L·3210 min
Cap. IXLiteratura Cabo-Verdiana em língua portuguesa4 resumos · 0 lidos
  • Antes de «Claridade»: mornas, crioulo e hesperitismoResumo L·336 min
  • «Claridade» (1936) e a descoberta da terra: Jorge Barbosa e Manuel LopesResumo L·347 min
  • «Chiquinho» e as histórias de meninos nas ilhasResumo L·356 min
  • Da Anti-Evasão à cidade: Ovídio Martins, Corsino Fortes, Germano AlmeidaResumo L·368 min
Cap. XLiteraturas Guineense e São-Tomense em língua portuguesa4 resumos · 0 lidos
  • Guiné-Bissau: oralidade, multilinguismo e memórias coletivasResumo L·377 min
  • Guiné-Bissau: da poesia de luta ao romanceResumo L·388 min
  • São Tomé e Príncipe: Tenreiro, a negritude e a ideia de ÁfricaResumo L·399 min
  • O teatro coletivo e de rua: tchiloli, Auto de Floripes, Danço CongoResumo L·4010 min
Cap. XILiteratura Timorense em língua portuguesa4 resumos · 0 lidos
  • Timor-Leste: história e línguas, da colónia à nação independenteResumo L·416 min
  • As matrizes da oralidade: lia-na'in, ai-knanoik e o mito do crocodiloResumo L·427 min
  • A palavra e a fundação da nação: Borja da Costa, Fernando Sylvan, Xanana GusmãoResumo L·437 min
  • Luís Cardoso e o romance da memóriaResumo L·447 min
Cap. XIILiteratura Portuguesa contemporânea (séc. XIX–XX)4 resumos · 0 lidos
  • Raízes: de Cesário e Eça a «Orpheu»Resumo L·457 min
  • Sob o Estado Novo: do Neorrealismo ao SurrealismoResumo L·467 min
  • As grandes vozes poéticas do século XXResumo L·476 min
  • Depois de Abril: Saramago, Lobo Antunes, Lídia Jorge e o espaço literário da língua portuguesaResumo L·4811 min
Progresso de leitura · Disciplina
—Lido
0/48
Resumos
~334
min no total
Início recomendado
Manifestações literárias no período colonial (Brasil) · Cap. I
A literatura de informação: as primeiras visões do Brasil
Resumo L·01 · 5 min
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Instrument · 01Percurso de estudo recomendado
  1. 1Manifestações literárias no período colonial (Brasil)
  2. 2Romantismo e busca de nacionalização da literatura brasileira
  3. 3Modernismo brasileiro: revolução e pluralidade de experiências poéticas
  4. 4O romance brasileiro depois de 1930
  5. 5A literatura oral (oratura): características e funcionalidade culturais
  6. 6A literatura colonial: fronteiras e diferenças
  7. 7Literatura Angolana em língua portuguesa
  8. 8Literatura Moçambicana em língua portuguesa
  9. 9Literatura Cabo-Verdiana em língua portuguesa
  10. 10Literaturas Guineense e São-Tomense em língua portuguesa
  11. 11Literatura Timorense em língua portuguesa
  12. 12Literatura Portuguesa contemporânea (séc. XIX–XX)
Instrument · 02Estrutura do exame
Avaliação interna — sem Exame Final Nacional
Literaturas de Língua Portuguesa não tem Exame Final Nacional nem prova de ingresso do IAVE. A lista das disciplinas com Exame Final Nacional do Ensino Secundário inclui Literatura Portuguesa (código 734) — uma disciplina DIFERENTE, bienal, do 10.º e 11.º anos, dedicada à história da literatura portuguesa. Literaturas de Língua Portuguesa é uma disciplina anual de opção do 12.º ano, avaliada exclusivamente por avaliação interna, contínua e formativa, segundo os critérios definidos por cada escola a partir das Aprendizagens Essenciais e do Perfil dos Alunos. Por isso, cada secção deste dossiê traz um « Foco de avaliação » — aquilo que as avaliações internas genuinamente valorizam (a leitura analítica do texto, o comentário fundamentado, a comparação entre tradições literárias) — e nunca um exame que não existe. Não se apresenta neste dossiê qualquer código de prova, cotação ou estatística de exame.
Documento em vigor e organização por domínios
O documento curricular em vigor são as Aprendizagens Essenciais de Literaturas de Língua Portuguesa — 12.º ano (DGE, agosto de 2018), ao abrigo do Decreto-Lei n.º 55/2018. O antigo Programa de Literaturas de Língua Portuguesa (homologado em 2002), de onde vem a organização tradicional dos módulos que este dossiê segue, foi revogado enquanto programa pelo Despacho n.º 6605-A/2021 — pelo que a referência normativa é sempre a das AE. As AE organizam a disciplina em três domínios: LEITURA LITERÁRIA (leitura crítica e autónoma, interpretação do sentido global e da intencionalidade comunicativa com base em inferências, reconhecimento da organização interna e externa do texto, de temas, ideias principais e pontos de vista, compreensão dos recursos expressivos na construção do sentido, contextualização de obras de vários géneros e modos literários atendendo aos diversos paradigmas nacionais); ESCRITA (relacionar textos literários com outros e com outras manifestações estéticas, cumprir as fases de pesquisa, planificação, redação, revisão e publicação, escrever comentários literários e textos expositivos e argumentativos); e ORALIDADE (refletir sobre a língua portuguesa na sua diversidade, produzir textos orais em situações formais, debater de forma sustentada pontos de vista suscitados pela leitura, usar a metalinguagem adequada).
A exigência nuclear das AE — obras de, pelo menos, cinco países de língua portuguesa
A aprendizagem essencial estruturante da disciplina é « conhecer as características de obras literárias de, pelo menos, cinco países de língua portuguesa », de entre sete, cada um com os seus eixos temáticos próprios: Angola (as periferias urbanas, suas metamorfoses e lições de resistência; os mundos da literatura de transmissão oral; os rituais de vida, amor e morte e a sua dimensão exemplar); Brasil (os retratos da infância; os heróis sertanejos itinerantes e complexos; os microcosmos regionais); Cabo Verde (as histórias de meninos nas ilhas; o preço da insularidade e a emigração; a realidade urbana e as marcas do desenvolvimento); Guiné-Bissau (as narrativas de transmissão oral; literatura e outras artes como modalidades de preservação das memórias coletivas); Moçambique (os olhares dos escritores sobre o Índico; literatura e recuperação da História); São Tomé e Príncipe (autores impulsionadores da ideia de África como exemplo para o Mundo; os fenómenos culturais e literários associados ao teatro coletivo e de rua); e Timor-Leste (literatura e fundação da nação independente; matrizes da oralidade, nas suas dimensões exemplares e morigeradoras). Fecha o elenco a atitude a desenvolver: « valorizar a diversidade cultural, de vivências e de mundivisões presentes nos textos ».
O que a avaliação interna valoriza — e o rigor factual deste dossiê
As avaliações internas desta disciplina apoiam-se sobretudo no comentário literário escrito, na análise e interpretação de textos, no ensaio expositivo-argumentativo sobre temas estudados, na apresentação oral e no debate, e no trabalho de projeto (com pesquisa, tomada de notas e sistematização de diferenças e semelhanças entre culturas). Valorizam a leitura próxima do texto — a capacidade de fundamentar uma leitura em elementos textuais concretos — e a comparação intercultural feita com conhecimento de causa. Consequentemente, todo o material de treino deste dossiê são exercícios resolvidos passo a passo e propostas de prática honestamente apresentadas como tal. Cada autor, obra, revista, geração, movimento e data aqui citados são reais e verificados; onde uma atribuição é discutida entre críticos, isso é dito. Não se inventam obras, prémios, citações nem datas.
Instrument · 03Fontes oficiais
  • Aprendizagens Essenciais de Literaturas de Língua Portuguesa — 12.º ano, Ensino Secundário (agosto de 2018)Direção-Geral da Educação (DGE) — Ministério da Educação
  • Literaturas de Língua Portuguesa — página curricular da disciplina (12.º ano, Cursos Científico-Humanísticos)Direção-Geral da Educação (DGE) — Ministério da Educação
  • Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA)Direção-Geral da Educação (DGE) — Ministério da Educação

EuraStudy·Resumos N9·MMXXVI

Do percurso de estudo ao exame — tema a tema.