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Estuda a vida em relação: a atração interpessoal e o comportamento pró-social (incluindo o efeito do espectador), os processos de grupo (normas, papéis, coesão, pensamento de grupo), o conflito e a agressão, e a cooperação intergrupal (a experiência de Robbers Cave e a hipótese do contacto). Matéria de avaliação interna — Psicologia B não tem Exame Final Nacional.
4 secções~13 min de leitura3 competênciasNível Base 1 · Padrão 2 · Aprofundamento 1
nível básico
Compreender o que nos aproxima dos outros, os processos de grupo e como se reduz o conflito entre grupos.
nível avançado
Analisar o efeito do espectador e a experiência de Robbers Cave e explicar a hipótese do contacto.
Profundidade de leitura: Aprofundado
Tamanho do texto: Padrão
Processos de grupo
Num trabalho de grupo, alguns alunos esforçam-se pouco e «encostam-se» aos restantes. Que alteração reduziria este comportamento e porquê?
O menor esforço quando o contributo de cada um não é identificável é preguiça social.
A causa é a impossibilidade de identificar o contributo individual, que dilui a responsabilidade.
Tornar o contributo de cada um identificável e avaliável (tarefas atribuídas, responsabilidades claras) aumenta o esforço individual.
Resultado: A preguiça social diminui quando o contributo individual passa a ser identificável e responsabilizável. Atribuir tarefas e avaliar contributos específicos combate o «encostar-se» ao grupo — princípio análogo ao que quebra a difusão da responsabilidade.
Erros frequentes
Revisão ativa
Explica como o pensamento de grupo pode levar uma equipa muito unida a tomar uma má decisão, e indica duas formas de o prevenir.
Evocação ativa
Recorda os pontos-chave — depois revela.
Fontes: Aprendizagens Essenciais de Psicologia B — 12.º ano (Nós e os Outros) (Direção-Geral da Educação (DGE))
Explicações da agressão
Numa fila muito demorada, sob calor intenso, as pessoas tornam-se irritáveis e discutem por pormenores. Explica com a hipótese da frustração-agressão e os fatores situacionais.
A espera bloqueia o objetivo (ser atendido): há frustração, que aumenta a predisposição para a agressão.
O calor intenso é um fator situacional que também favorece a irritabilidade e a agressividade.
A combinação de frustração e calor eleva a probabilidade de reações agressivas, sem que ninguém seja «naturalmente» agressivo.
Resultado: A irritação resulta da frustração (objetivo bloqueado) agravada por um fator situacional (o calor), segundo a hipótese da frustração-agressão. Mostra que a agressão depende fortemente da situação, e não só das disposições das pessoas.
Erros frequentes
Revisão ativa
Explica, com a teoria do conflito realista, como a competição por um recurso escasso pode gerar hostilidade entre dois grupos que antes conviviam.
Evocação ativa
Recorda os pontos-chave — depois revela.
Fontes: Aprendizagens Essenciais de Psicologia B — 12.º ano (Nós e os Outros) (Direção-Geral da Educação (DGE))
As fases da experiência de Robbers Cave
Duas turmas rivais são colocadas no mesmo pátio, na esperança de que «se habituem umas às outras». O conflito mantém-se. Explica e propõe uma solução com base em Sherif e Allport.
O mero contacto, sem cooperação nem objetivos comuns, não reduz a hostilidade — como na fase de contacto sem cooperação de Robbers Cave.
É preciso criar metas importantes para ambas as turmas que só consigam alcançar cooperando (um projeto comum, uma tarefa conjunta).
A cooperação deve dar-se em pé de igualdade, com objetivos comuns e apoio dos professores/escola.
Resultado: O contacto por si não chega: para reduzir o conflito é preciso cooperação em torno de objetivos supraordenados, em condições de igualdade e com apoio institucional (hipótese do contacto). É o que fez a diferença em Robbers Cave — e o que fundamenta a aprendizagem cooperativa.
Erros frequentes
Revisão ativa
Explica por que, numa escola, juntar alunos de grupos rivais numa mesma sala pode não bastar, e o que acrescentar para reduzir a hostilidade.
Evocação ativa
Recorda os pontos-chave — depois revela.
Fontes: Aprendizagens Essenciais de Psicologia B — 12.º ano (Nós e os Outros) (Direção-Geral da Educação (DGE))
Referências e fontes
Direção-Geral da Educação (DGE)