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Estuda como o ser humano se desenvolve ao longo da vida, distinguindo maturação e aprendizagem e as visões por estádios. Percorre o desenvolvimento cognitivo (Piaget e Vygotsky), o psicossocial (Erikson) e o moral (Kohlberg, com a crítica de Gilligan), articulando fatores biológicos, psicológicos e sociais. Matéria de avaliação interna — Psicologia B não tem Exame Final Nacional.
4 secções~14 min de leitura3 competênciasNível Base 1 · Padrão 2 · Aprofundamento 1
nível básico
Compreender o desenvolvimento por estádios e conhecer as teorias de Piaget, Erikson e Kohlberg.
nível avançado
Comparar Piaget e Vygotsky e analisar criticamente os modelos de estádios do desenvolvimento.
Profundidade de leitura: Aprofundado
Tamanho do texto: Padrão
Maturação e aprendizagem
Tentar ensinar um bebé de três meses a andar não resulta, mas por volta de um ano a criança aprende depressa com apoio. Explica com maturação e aprendizagem.
Andar exige maturação do sistema nervoso e muscular; aos três meses o corpo ainda não está pronto.
Por volta de um ano, a prontidão maturacional está criada, e a prática e o apoio (experiência) permitem aprender a andar.
A maturação abre a «janela» de prontidão; a aprendizagem preenche-a — nenhuma sozinha explica o resultado.
Resultado: Andar depende da maturação (a prontidão biológica) e da aprendizagem (a prática com apoio). Antes da prontidão, o treino é ineficaz; depois, a experiência concretiza a competência. Maturação e aprendizagem interagem — não se opõem.
Erros frequentes
Revisão ativa
Distingue maturação de aprendizagem com um exemplo de cada e mostra como se combinam no desenvolvimento da fala.
Evocação ativa
Recorda os pontos-chave — depois revela.
Fontes: Aprendizagens Essenciais de Psicologia B — 12.º ano (Nós e os Outros) (Direção-Geral da Educação (DGE))
Os estádios de Piaget
Piaget e Vygotsky
Deita-se o mesmo sumo de um copo largo para um copo alto e estreito. Uma criança de 4 anos diz que «agora há mais sumo»; uma de 8 diz que «é a mesma quantidade». Explica com os estádios de Piaget.
Está no estádio pré-operatório: falta-lhe a conservação e centra-se numa dimensão (a altura), concluindo que há «mais».
Está no estádio operatório concreto: domina a conservação e a reversibilidade, sabendo que a quantidade não mudou.
A diferença não é de «inteligência», mas de estádio cognitivo — de forma qualitativamente distinta de pensar.
Resultado: A criança pré-operatória (4 anos) ainda não tem a noção de conservação e julga pela aparência (a altura); a operatória concreta (8 anos) já a domina. O exemplo ilustra a mudança qualitativa entre estádios de Piaget.
Erros frequentes
Revisão ativa
Explica a zona de desenvolvimento proximal com um exemplo escolar e mostra como orienta o apoio do professor.
Evocação ativa
Recorda os pontos-chave — depois revela.
Fontes: Aprendizagens Essenciais de Psicologia B — 12.º ano (Nós e os Outros) (Direção-Geral da Educação (DGE))
Os níveis do desenvolvimento moral de Kohlberg
Perante «deve devolver-se uma carteira encontrada com dinheiro?», três pessoas respondem que sim: (a) «para não ter problemas com a polícia»; (b) «porque é o que se espera de uma pessoa honesta»; (c) «porque respeitar o que é do outro é um princípio justo». Classifica cada resposta nos níveis de Kohlberg.
Motivada por evitar punição: nível pré-convencional.
Motivada pela aprovação e pela imagem de «boa pessoa»: nível convencional (estádio 3).
Motivada por um princípio de justiça autoescolhido: nível pós-convencional.
Resultado: Embora a decisão seja a mesma (devolver), as razões situam-se em níveis diferentes: evitar o castigo (pré-convencional), corresponder ao que se espera (convencional) e agir por princípio (pós-convencional). Kohlberg classifica pelo critério do juízo, não pela resposta.
Erros frequentes
Revisão ativa
Perante o dilema de Heinz, dá uma justificação típica do nível pré-convencional e outra do pós-convencional, explicando a diferença de critério.
Evocação ativa
Recorda os pontos-chave — depois revela.
Fontes: Aprendizagens Essenciais de Psicologia B — 12.º ano (Nós e os Outros) (Direção-Geral da Educação (DGE))
Referências e fontes
Direção-Geral da Educação (DGE)