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Escrita — síntese, exposição e texto argumentativo

O domínio da Escrita ensina a produzir textos de géneros formais — a síntese, o texto expositivo e o texto de opinião/argumentativo — aplicando o processo de escrita: planificar, textualizar e rever. Assegura coesão, coerência e correção morfossintática, vocabular e ortográfica. O texto de opinião ou expositivo é o Grupo III do Exame Nacional 639 (50 pontos), classificado por parâmetros, e a competência de síntese é exigida também nas respostas do Grupo I.

4 secções·~13 min de leitura·4 competências·Nível Base 1 · Padrão 2 · Aprofundamento 1

T·0333 / 20
Perfil de exame
Aplicar o processo de escrita: planificar, textualizar e reverProduzir sínteses fiéis e condensadas de um ou mais textosEscrever textos expositivos e de opinião/argumentativos estruturadosAssegurar coesão, coerência e correção linguística
Operadores:planificasintetizaexpõeargumentajustificarevêproduz

nível básico

Formação geral: escrever um texto expositivo ou de opinião claro, com introdução, desenvolvimento e conclusão, e produzir sínteses fiéis.

nível avançado

Aprofundamento: construir argumentação com contra-argumentação e refutação, dominar articuladores e progressão temática, e rever criticamente o próprio texto.

Profundidade

Profundidade de leitura: Aprofundado

Texto

Tamanho do texto: Padrão

Conteúdo · 4 secções▾
  1. Escrita — síntese, exposição e texto argumentativo
    • 01O processo de escrita: planificar, textualizar, rever○
    • 02A síntese: condensar sem trair◐
    • 03O texto expositivo◐
    • 04O texto de opinião/argumentativo e a sua avaliação●
§ 01

O processo de escrita: planificar, textualizar, rever#

●○○BaseLPAE-portugues-escrita

Pontos-chave

Escrever bem não é um dom espontâneo, mas o resultado de um processo com três fases articuladas: planificar, textualizar e rever. O texto de qualidade nasce sobretudo da planificação e da revisão, e não apenas do momento em que se redige. Ignorar estas fases — sentar-se e escrever de uma assentada, sem plano nem releitura — é a causa mais frequente de textos desorganizados, incoerentes e com erros que teriam sido facilmente corrigidos.
Planificar é decidir, antes de redigir, o quê e por que ordem. Envolve delimitar o tema e a intenção, gerar e selecionar ideias, e organizá-las numa sequência lógica: o que vai na introdução, que ideias formam o desenvolvimento e por que ordem, o que fecha o texto. Um esquema ou tópicos bastam; o essencial é ter uma arquitetura antes de escrever a primeira frase, adequada ao género (síntese, exposição, opinião) e à extensão pedida.
Textualizar é converter o plano em texto contínuo, coeso e coerente. Aqui trabalham-se os parágrafos (um por ideia principal), os articuladores que ligam as frases e os parágrafos (por um lado, além disso, contudo, em conclusão) e a progressão temática, que garante que cada frase acrescenta algo e retoma o anterior sem repetição nem contradição. É também na textualização que se cuida do vocabulário preciso e variado e da adequação do registo.
Rever é o passo mais negligenciado e um dos mais decisivos. Consiste em reler o texto com distância crítica para verificar dois planos: o conteúdo e a organização (as ideias estão claras? a estrutura cumpre o género? há coerência?) e a correção linguística (ortografia, pontuação, concordâncias, sintaxe). Rever não é só «passar a limpo»: é reformular frases confusas, cortar redundâncias e emendar erros. No exame, reservar tempo para rever pode valer vários pontos (ver Fig. 1).

O ciclo do processo de escrita

Ciclo do processo de escritaGrafo, Planificar → Textualizar, Textualizar → Rever, Rever → PlanificarPlanificarTextualizarReverredigirrelerreformular
Fig. 1Fig. 1 — Planificar, textualizar e rever: um processo recursivo, não linear.
Exemplo resolvido

Planificar um texto de opinião

Tema: «Deve o telemóvel ser proibido nas salas de aula?» Elabora o plano de um texto de opinião.

  1. 01Definir a tese

    Tomar uma posição clara, por exemplo: o telemóvel deve ser proibido durante as aulas, salvo uso pedagógico orientado.

  2. 02Organizar o desenvolvimento

    Argumento 1: reduz a distração; Argumento 2: melhora a concentração e a interação; contra-argumento: pode ser ferramenta de aprendizagem — refutado pela ressalva do uso orientado.

  3. 03Prever a conclusão

    Retomar a tese reforçada: proibição com exceções pedagógicas, em nome da qualidade da aprendizagem.

Resultado: Um plano com tese explícita, dois argumentos, um contra-argumento refutado e uma conclusão — arquitetura suficiente para redigir depois um texto coerente dentro do limite de palavras.

Foco no Exame Nacional

  • Aplicar as três fases do processo de escrita a um texto de opinião ou expositivo.
  • Planificar antes de redigir, definindo estrutura e progressão das ideias.
  • Rever o texto nos planos do conteúdo/organização e da correção linguística.

Erros frequentes

  • Escrever sem planificar, resultando em texto desorganizado e repetitivo.
  • Não reservar tempo para a revisão, deixando erros e frases confusas.
  • Confundir revisão com simples verificação ortográfica, sem rever a coerência.

Revisão ativa

Antes de escrever um texto de opinião, elabora um plano com a tese, três parágrafos de desenvolvimento (um argumento cada) e a conclusão; depois redige e, por fim, revê identificando pelo menos uma melhoria de conteúdo e uma de correção.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Português — Ensino Secundário (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 02

A síntese: condensar sem trair#

●●○PadrãoLPAE-portugues-escrita

Pontos-chave

A síntese é um texto que condensa, por palavras próprias, a informação essencial de um ou mais textos de partida, respeitando as suas ideias, a sua intenção e a sua proporção. É uma das competências mais exigentes da escrita, porque obriga a compreender profundamente o original, a hierarquizar a informação e a reformular de forma condensada e coerente — tudo isto sem introduzir opiniões pessoais nem informação que não estava nos textos.
O processo de síntese começa pela leitura atenta e pela identificação da tese e das ideias principais de cada texto, distinguindo-as dos exemplos, das repetições e das digressões. Segue-se a seleção do essencial e, quando há vários textos, a articulação entre eles: o que têm em comum, em que divergem, como se complementam. Só depois se redige, ligando as ideias com articuladores próprios e assegurando que o resultado se lê como um texto autónomo e não como um somatório de frases.
A fidelidade é o critério absoluto: a síntese deve transmitir, sem distorção, aquilo que os textos dizem. Isto implica não sobrevalorizar um pormenor à custa da tese, respeitar as relações lógicas (causa, oposição, consequência) e manter a neutralidade — a síntese relata o que o texto defende, não o que o autor da síntese pensa. Copiar frases inteiras, por um lado, e acrescentar comentários, por outro, são os dois erros que descaracterizam uma síntese.
A condensação obedece geralmente a um limite (uma proporção do original ou um número de palavras), o que obriga à economia: escolher o termo mais preciso, eliminar o supérfluo, usar a nominalização e a subordinação para dizer mais em menos. Esta competência não serve apenas o género «síntese»: é exigida também nas respostas de compreensão do Grupo I do exame, em que se pede para resumir ou explicar sinteticamente uma ideia de um texto (ver Fig. 2).

Os passos da síntese

Os passos da sínteseTabela com 3 colunas e 4 linhas, Dados: Passo · Ação · Critério; 1. Ler · Identificar tese e ideias principais · Compreensão profunda; 2. Selecionar · Distinguir essencial de acessório · Hierarquização; 3. Articular · Relacionar as ideias (e os textos) · Coerência; 4. Redigir · Reformular por palavras próprias · Fidelidade + concisão, célula destacada: Fidelidade + concisãoPASSOAÇÃOCRITÉRIO1. LERIdentificar tese e ideiasprincipaisCompreensão profunda2. SELECIONARDistinguir essencial deacessórioHierarquização3. ARTICULARRelacionar as ideias (e ostextos)Coerência4. REDIGIRReformular por palavrasprópriasFidelidade + concisãoFidelidade e concisão: nem copiar, nem opinar, nem exceder olimite.
Fig. 2Fig. 2 — Da leitura à redação: os passos de uma síntese fiel.
Exemplo resolvido

Sintetizar dois textos complementares

Texto A defende que a reciclagem reduz o desperdício; Texto B acrescenta que é insuficiente sem a redução do consumo. Escreve uma síntese articulada.

  1. 01Identificar as teses

    A: a reciclagem reduz o desperdício; B: a reciclagem é necessária mas insuficiente sem reduzir o consumo.

  2. 02Estabelecer a relação

    Os textos complementam-se: B não nega A, completa-a — a reciclagem é um meio, não a solução total.

  3. 03Redigir com articuladores

    Ligar as ideias com um conector de adição/ressalva, sem opinião própria.

Resultado: Síntese possível: «A reciclagem reduz o desperdício de recursos, mas, por si só, é insuficiente: importa também diminuir o consumo, sem o qual o problema ambiental persiste.» — fiel, condensada e articulada.

Foco no Exame Nacional

  • Produzir uma síntese fiel, condensada e coerente de um ou mais textos.
  • Respeitar a intenção e a proporção do(s) texto(s) de partida.
  • Manter a neutralidade, sem opiniões nem informação alheia ao original.

Erros frequentes

  • Copiar frases inteiras do original em vez de reformular por palavras próprias.
  • Acrescentar juízos ou informações não presentes nos textos.
  • Exceder o limite de palavras por não condensar o essencial.

Revisão ativa

A partir de dois textos breves sobre o mesmo tema, escreve uma síntese de cerca de 90 palavras que articule as ideias principais de ambos, sem opinião pessoal.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Português — Ensino Secundário (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 03

O texto expositivo#

●●○PadrãoLPAE-portugues-escrita

Pontos-chave

O texto expositivo tem por finalidade informar e explicar um assunto de forma clara, objetiva e organizada. Ao contrário do texto de opinião, não defende uma tese pessoal: apresenta conhecimento, define conceitos, classifica, compara, explica causas e consequências. O seu sucesso mede-se pela clareza e pelo rigor com que faz compreender o assunto a quem não o domina, e não pela sua capacidade de convencer de um ponto de vista.
A estrutura do texto expositivo segue o modelo introdução — desenvolvimento — conclusão. A introdução apresenta o tema e delimita o que vai ser explicado; o desenvolvimento organiza a informação por subtemas ou tópicos, do mais geral ao mais específico, recorrendo a definições, exemplos, dados, comparações e relações lógicas; a conclusão sintetiza o exposto. Cada parágrafo desenvolve uma ideia, e os articuladores tornam visível a progressão (em primeiro lugar, por outro lado, consequentemente).
O registo do texto expositivo é formal e objetivo. Predominam a terceira pessoa, o presente com valor intemporal (que apresenta o saber como estável) e um vocabulário preciso, muitas vezes especializado, mas explicado quando necessário. Evitam-se as marcas de subjetividade (juízos de valor, primeira pessoa expressiva, modalizações persuasivas) que pertenceriam antes ao texto de opinião. A objetividade não significa aridez: um bom texto expositivo é claro e até elegante.
A coesão e a coerência são especialmente importantes num texto que expõe informação. A coerência garante que as ideias não se contradizem e progridem de forma lógica; a coesão, assegurada por conectores, referências e repetições controladas, liga as partes num todo. Um texto expositivo bem escrito conduz o leitor pela mão, sinalizando cada passo do raciocínio — é esta condução explícita que o distingue de um amontoado de informação (ver Fig. 3).

Estrutura do texto expositivo

Estrutura do texto expositivoDiagrama em árvore, 4 caminhos, Dados: abre → Apresenta o tema; corpo → Tópico 1; corpo → Tópico 2; fecha → SintetizaabrecorpofechaIntroduçãoDesenvolvimen…ConclusãoTexto exposit…Apresenta o t…Tópico 1Tópico 2Sintetiza
Fig. 3Fig. 3 — A arquitetura do texto expositivo, do tema à síntese final.
Exemplo resolvido

Organizar um texto expositivo por tópicos

Deves expor «as vantagens do transporte público» num texto objetivo. Organiza a informação.

  1. 01Introdução

    Apresentar o tema: o transporte público como alternativa de mobilidade, e anunciar as vantagens a expor.

  2. 02Desenvolvimento por tópicos

    Tópico 1 — ambiental (menos emissões por passageiro); Tópico 2 — económico (custo inferior ao automóvel individual); cada um com dados ou exemplos objetivos.

  3. 03Conclusão

    Sintetizar: o transporte público traz benefícios ambientais e económicos, sem emitir juízo pessoal.

Resultado: Um texto expositivo objetivo, com tema anunciado, dois tópicos hierarquizados e uma síntese — informa sem defender uma posição pessoal, ao contrário do que faria um texto de opinião.

Foco no Exame Nacional

  • Estruturar um texto expositivo com introdução, desenvolvimento e conclusão.
  • Manter o registo objetivo e o vocabulário preciso próprios da exposição.
  • Organizar a informação por tópicos com articuladores explícitos.

Erros frequentes

  • Introduzir opiniões pessoais, transformando a exposição em texto de opinião.
  • Amontoar informação sem hierarquia nem articuladores.
  • Usar registo demasiado informal ou vocabulário impreciso.

Revisão ativa

Escreve um texto expositivo de cerca de 150 palavras que explique um conceito estudado (por exemplo, o que é a coesão textual), com introdução, dois tópicos de desenvolvimento e conclusão, em registo objetivo.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Português — Ensino Secundário (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 04

O texto de opinião/argumentativo e a sua avaliação#

●●●AprofundamentoLPAE-portugues-escrita

Pontos-chave

O texto de opinião é o género pedido no Grupo III do Exame Nacional 639, com uma cotação de 50 pontos e uma extensão habitual de cerca de 200 a 350 palavras. Defende uma tese sobre um tema proposto, sustentando-a com argumentos e exemplos, e pode antecipar e refutar objeções. Exige, portanto, tudo o que se aprendeu na leitura de textos argumentativos — mas do lado da produção: não basta reconhecer uma boa argumentação, é preciso construí-la.
A estrutura recomendada é clara: uma introdução que apresenta o tema e enuncia a tese; um desenvolvimento em que cada parágrafo expõe um argumento com o seu exemplo ou evidência, e em que se pode conceder e refutar um contra-argumento; e uma conclusão que retoma a tese reforçada, eventualmente com um apelo ou uma abertura. Um texto de opinião sem tese clara, ou com argumentos que não a sustentam, falha o essencial do género, por muito correta que seja a língua.
A avaliação do Grupo III faz-se por parâmetros, e conhecê-los é decisivo. Avaliam-se, em síntese: (1) o género e o tema — o texto respeita a tipologia pedida (opinião/exposição) e o tema? (2) a coerência e a coesão — há progressão temática, parágrafos, articuladores? (3) a correção linguística — morfologia, sintaxe, léxico e ortografia. O desvio ao género, o incumprimento dos limites de extensão e a repetição de erros linguísticos penalizam a classificação.
A qualidade de um texto de opinião joga-se em quatro frentes que devem convergir: a pertinência e a força dos argumentos (conteúdo), a organização clara (estrutura), a ligação fluida das ideias (coesão) e a correção da língua (forma). Um texto pode ter boas ideias e cair pela desorganização; pode estar bem organizado e cair pelos erros. Por isso o processo de escrita — planificar, textualizar e, sobretudo, rever — é aqui indispensável: é na revisão que se recuperam pontos que se perderiam por descuido (ver Fig. 4).

Parâmetros de avaliação da escrita

Parâmetros de avaliação da escritaTabela com 3 colunas e 4 linhas, Dados: Parâmetro · O que avalia · Como cumprir; Género e tema · Tipologia e tema respeitados · Tese clara, tipo de texto pedido; Coerência e coesão · Progressão e ligação das ideias · Parágrafos, articuladores; Correção linguística · Sintaxe, léxico, ortografia · Rever com atenção; Extensão · Limite de palavras · Nem muito aquém nem além, célula destacada: Tese clara, tipo de texto pedidoPARÂMETROO QUE AVALIACOMO CUMPRIRGÉNERO E TEMATipologia e tema respeitadosTese clara, tipo de textopedidoCOERÊNCIA E COESÃOProgressão e ligação dasideiasParágrafos, articuladoresCORREÇÃOLINGUÍSTICASintaxe, léxico, ortografiaRever com atençãoEXTENSÃOLimite de palavrasNem muito aquém nem alémO desvio ao género e a extensão fora dos limites sãopenalizados.
Fig. 4Fig. 4 — Os parâmetros pelos quais o Grupo III (Escrita) é classificado.
Exemplo resolvido

Construir o parágrafo argumentativo

Num texto de opinião a favor da leitura, escreve um parágrafo de desenvolvimento bem estruturado.

  1. 01Enunciar o argumento

    Frase-tópico que apresenta a razão: a leitura alarga o vocabulário e a capacidade de expressão.

  2. 02Sustentar com evidência

    Explicar a relação e dar um exemplo: quem lê contacta com estruturas e palavras que depois reutiliza ao falar e escrever.

  3. 03Fechar e ligar

    Concluir a ideia e preparar a transição para o argumento seguinte com um articulador (além disso).

Resultado: Um parágrafo com frase-tópico (argumento), desenvolvimento com exemplo e fecho com transição — a unidade que, repetida, constrói o desenvolvimento de um texto de opinião coeso.

Foco no Exame Nacional

  • Produzir um texto de opinião com tese, argumentos, exemplos e conclusão, dentro do limite de palavras.
  • Respeitar a tipologia textual pedida (opinião ou exposição) e o tema.
  • Assegurar coesão (articuladores, progressão) e correção linguística.
  • Conhecer e aplicar os parâmetros de classificação do Grupo III.

Erros frequentes

  • Escrever um texto sem tese clara, ou com argumentos que não a sustentam.
  • Desrespeitar o género pedido (por exemplo, narrar em vez de argumentar) ou os limites de extensão.
  • Descurar a revisão e perder pontos por erros de ortografia, sintaxe e concordância.

Revisão ativa

Escreve um texto de opinião de 200 a 300 palavras sobre um tema atual, com tese explícita, dois argumentos com exemplo, um contra-argumento refutado e conclusão, e revê-o segundo os parâmetros de género, coesão e correção.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Exame Nacional de Português (639) — Informação-Exame e critérios de classificação (IAVE)

Conteúdo

Secção -- / 04

    • 01O processo de escrita: planificar, textualizar, rever○
    • 02A síntese: condensar sem trair◐
    • 03O texto expositivo◐
    • 04O texto de opinião/argumentativo e a sua avaliação●

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Dos resumos à prática

Escrita — síntese, exposição e texto argumentativo

Consolida este tema com perguntas do banco de perguntas.

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Referências e fontes

Fontes

Direção-Geral da Educação (DGE)

  • Aprendizagens Essenciais de Português — Ensino Secundário

IAVE

  • Exame Nacional de Português (639) — Informação-Exame e critérios de classificação

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