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Resumos · História BPT · Secundário

Crises, embates ideológicos e mutações culturais na primeira metade do século XX

A primeira metade do século XX é uma época de crise da civilização liberal: às duas guerras mundiais e à crise de 1929 juntam-se profundas mutações culturais — a crise das certezas do racionalismo positivista, as vanguardas artísticas e a cultura de massas — e o violento confronto de três modelos ideológicos: a democracia liberal, o comunismo e o fascismo. Tema de abertura do 11.º ano e do Exame Nacional de História B (Prova 723).

4 secções·~13 min de leitura·3 competências·Nível Padrão 2 · Aprofundamento 2

T·0999 / 15
Perfil de exame
Enquadrar as crises e os embates ideológicos da primeira metade do século XXCaracterizar as mutações culturais e a cultura de massasDistinguir os modelos ideológicos em confronto
Operadores:enquadracaracterizadistinguerelacionainterpretaanalisaexplica

nível básico

Compreender o panorama de crises e o confronto de modelos ideológicos da primeira metade do século XX.

nível avançado

Enquadrar as mutações culturais e distinguir os modelos ideológicos, interpretando fontes (competência da Prova 723).

Profundidade

Profundidade de leitura: Aprofundado

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Conteúdo · 4 secções▾
  1. Crises, embates ideológicos e mutações culturais na primeira metade do século XX
    • 01A crise da civilização liberal: um panorama◐
    • 02As mutações culturais e a crise das certezas●
    • 03As vanguardas e a cultura de massas◐
    • 04Os modelos ideológicos em confronto●
§ 01

A crise da civilização liberal: um panorama#

●●○PadrãoLPAE-hist-b-crises-embates-ideologicos-xx

Pontos-chave

A civilização liberal e industrial, que parecia triunfante e confiante no progresso no final do século XIX, entrou, na primeira metade do século XX, numa profunda crise. Em pouco mais de três décadas sucederam-se acontecimentos dramáticos: a Primeira Guerra Mundial (1914-18), a Revolução Russa (1917), a grande crise económica de 1929, a ascensão dos fascismos e totalitarismos, e a Segunda Guerra Mundial (1939-45). Este é o panorama que a unidade percorre (ver Fig. 1), e que abre o programa do 11.º ano.

Panorama da primeira metade do século XX

Primeira metade do século XXLinha do tempo de 1900 a 1945, 1914: Primeira Guerra Mundial, 1917: Revolução Russa, 1929: Crise económica, 1933: Hitler no poder, 1939: Segunda Guerra Mundial, 1919–1939: Entreguerras: crise e embates ideológicos19001945anoEntreguerras:crise e embates i…1914Primeira GuerraMundial1917Revolução Russa1929Crise económica1933Hitler no poder1939Segunda GuerraMundial
Fig. 1Fig. 1 — Os grandes acontecimentos da crise da civilização liberal.
Esta crise foi múltipla — política, económica, social e cultural. No plano político, a democracia liberal viu-se contestada e, em muitos países, substituída por regimes autoritários e totalitários. No plano económico, a crise de 1929 abalou o capitalismo liberal e obrigou os Estados a intervir. No plano social, as tensões entre classes e as consequências das guerras agravaram a instabilidade. No plano cultural, ruíram as certezas otimistas do século anterior.
O elemento comum a estas crises foi o abalo da confiança liberal. O século XIX acreditara no progresso contínuo, na razão, na ciência, na ordem burguesa e no funcionamento livre do mercado. A Grande Guerra, com a sua carnificina industrial, mostrou que o progresso técnico podia servir a destruição em massa; a crise de 1929 mostrou que o mercado gerava caos; e o surgimento dos totalitarismos mostrou que as massas podiam voltar-se contra a liberdade. O otimismo cedia lugar à angústia e à dúvida.
Deste clima de crise nasceram os grandes embates ideológicos do século: o confronto, por vezes violento, entre a democracia liberal, o comunismo e o fascismo, cada um propondo uma resposta radicalmente diferente aos problemas da época. E nasceram, também, profundas mutações culturais — na ciência, na arte, nos modos de vida — que romperam com o mundo anterior. Compreender esta unidade é compreender as raízes de todo o século XX, incluindo a experiência portuguesa da Primeira República e do Estado Novo.
Exemplo resolvido

Explicar o abalo da confiança liberal

Explica por que a Primeira Guerra Mundial abalou a confiança do século XIX no progresso.

  1. 01A confiança do século XIX

    O século XIX acreditava que a ciência e a técnica traziam progresso contínuo e melhoria da humanidade.

  2. 02A realidade da guerra

    A Grande Guerra usou a técnica (metralhadoras, gases, artilharia) para matar milhões — o progresso ao serviço da destruição.

  3. 03A consequência

    Ruiu a crença otimista: o progresso técnico revelou-se ambivalente, capaz do melhor e do pior.

Resultado: A Primeira Guerra Mundial abalou a confiança liberal porque mostrou que o mesmo progresso técnico admirado no século XIX podia servir a matança industrial de milhões — o que destruiu o otimismo no progresso e abriu o clima de crise e dúvida da primeira metade do século XX.

Foco no Exame Nacional

  • Enquadrar a crise da civilização liberal na primeira metade do século XX (guerras, 1929, totalitarismos).
  • Identificar as dimensões da crise (política, económica, social, cultural).
  • Explicar o abalo da confiança liberal e otimista do século XIX.

Erros frequentes

  • Tratar os acontecimentos de forma isolada, sem os enquadrar numa crise global da civilização liberal.
  • Reduzir a crise à sua dimensão económica, esquecendo as dimensões política e cultural.
  • Ignorar a ligação entre a crise e o surgimento dos totalitarismos.

Revisão ativa

Enquadra a primeira metade do século XX como um período de crise da civilização liberal, referindo as suas várias dimensões.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de História B — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 02

As mutações culturais e a crise das certezas#

●●●AprofundamentoLPAE-hist-b-crises-embates-ideologicos-xx

Pontos-chave

No plano cultural e científico, a primeira metade do século XX viveu uma verdadeira «crise das certezas» (ver Fig. 2). O século XIX confiara num universo ordenado, conhecível pela razão e pela ciência (o positivismo), e numa sociedade em progresso. As descobertas do início do século XX abalaram estas certezas, revelando um mundo muito mais complexo, incerto e relativo do que se supunha.

A crise das certezas

Crise das certezasGrafo, Nova ciência (Einstein, física quântica) → Crise das certezas, Psicanálise (Freud: o inconsciente) → Crise das certezas, Choque das guerras → Crise das certezas, Crise das certezas → Nova arte e cultura (vanguardas)Nova ciência(Einstein,física quântica)Psicanálise(Freud: oinconsciente)Choque dasguerrasCrise dascertezasNova arte ecultura(vanguardas)
Fig. 2Fig. 2 — A ciência, a psicanálise e as guerras abalam as certezas herdadas do século XIX.
Na física, a teoria da relatividade de Einstein (a partir de 1905) e a física quântica puseram em causa as noções «absolutas» de espaço, tempo e matéria da física clássica de Newton, mostrando que dependiam do observador e que, à escala do átomo, reinava a incerteza e a probabilidade. O universo deixava de ser o mecanismo previsível que se imaginara.
Na compreensão do ser humano, a psicanálise de Sigmund Freud revelou o peso do inconsciente — desejos e impulsos ocultos que determinam o comportamento —, abalando a ideia de que o homem é um ser plenamente racional e senhor de si. O próprio interior humano se revelava obscuro e contraditório. Estas descobertas, somadas ao choque das guerras, alimentaram um clima de dúvida, de relativismo e, por vezes, de angústia.
Esta crise das certezas repercutiu-se em toda a cultura. Se a razão e a ciência já não davam verdades absolutas, e se o próprio homem era movido pelo inconsciente, então a visão tradicional do mundo, da arte e da sociedade tinha de ser repensada. Foi neste terreno que floresceram as vanguardas artísticas, que romperam com as formas herdadas, e que se consolidou uma nova cultura de massas — temas da secção seguinte. A cultura do século XX nasce, em larga medida, deste abalo das certezas.
Exemplo resolvido

Relacionar ciência e cultura

Explica de que forma a teoria da relatividade e a psicanálise contribuíram para a «crise das certezas».

  1. 01A relatividade

    Einstein mostrou que espaço e tempo não são absolutos mas dependem do observador, abalando a física «certa» de Newton.

  2. 02A psicanálise

    Freud revelou o inconsciente, mostrando que o homem não é plenamente racional nem senhor de si.

  3. 03O efeito conjunto

    O universo tornava-se incerto e o homem, obscuro — ruíam as certezas racionalistas do século XIX.

Resultado: A relatividade tornou incertas as noções absolutas de espaço e tempo, e a psicanálise revelou o inconsciente por trás da razão: juntas, minaram a confiança positivista do século XIX num mundo ordenado e num homem racional, alimentando a crise das certezas que marcou a cultura do século XX.

Foco no Exame Nacional

  • Explicar a «crise das certezas» face ao otimismo positivista do século XIX.
  • Relacionar as descobertas científicas (Einstein, física quântica) e a psicanálise (Freud) com o abalo das certezas.
  • Relacionar a crise das certezas com as transformações da arte e da cultura.

Erros frequentes

  • Reduzir as mutações culturais a uma questão apenas artística, esquecendo a ciência e a psicanálise.
  • Confundir a física clássica de Newton com a nova física da relatividade e quântica.
  • Não relacionar a crise das certezas com o clima geral de crise da época.

Revisão ativa

Explica a «crise das certezas» do início do século XX, relacionando-a com as descobertas científicas e a psicanálise.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de História B — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 03

As vanguardas e a cultura de massas#

●●○PadrãoLPAE-hist-b-crises-embates-ideologicos-xx

Pontos-chave

No terreno da crise das certezas floresceram as vanguardas artísticas — movimentos que, no início do século XX, romperam radicalmente com as formas e as regras da arte tradicional (ver Fig. 3). Recusando a mera representação fiel da realidade (que a fotografia já assegurava), os artistas de vanguarda procuraram novas linguagens, exprimindo o subjetivo, o abstrato, o movimento, o sonho ou a revolta. Foram a tradução artística do mundo novo e inquieto do século XX.

As vanguardas artísticas

Vanguardas artísticasroda segmentada, 6 segmentos, Dados: Vanguardas, Cubismo, Futurismo, Abstracionismo, Expressionismo, Dadaísmo, SurrealismoCubismoPicasso, BraqueFuturismomáquina, velocidadeAbstracionismoKandinskyExpressionismoemoção, angústiaDadaísmoprovocação, absurdoSurrealismosonho, inconscienteVanguardas
Fig. 3Fig. 3 — As vanguardas romperam com a arte tradicional em várias direções.
As principais vanguardas ilustram esta rutura. O cubismo (Picasso, Braque) decompôs os objetos em formas geométricas, mostrando-os de vários ângulos ao mesmo tempo. O futurismo (Marinetti) exaltou a máquina, a velocidade e o movimento. O abstracionismo (Kandinsky) abandonou por completo a representação, pintando apenas formas e cores. O dadaísmo, nascido do horror da guerra, fez da provocação e do absurdo a sua bandeira. E o surrealismo (Breton, Dalí), inspirado em Freud, explorou o sonho e o inconsciente.
Ao mesmo tempo, consolidava-se uma nova cultura de massas, dirigida a um público vastíssimo. Novos meios de comunicação — a imprensa de grande tiragem, a rádio, o cinema — e novas formas de lazer e de consumo (o desporto, a publicidade, a moda) difundiam, pela primeira vez, os mesmos produtos culturais por milhões de pessoas. O cinema de Hollywood, a rádio nas casas, a imprensa ilustrada criavam gostos, modas e ídolos comuns a multidões.
A cultura de massas teve efeitos ambivalentes. Por um lado, democratizou o acesso à cultura e ao lazer, alargando horizontes. Por outro, tendeu a uniformizar e a estandardizar os gostos, e revelou-se um poderoso instrumento de influência — que os regimes totalitários, como veremos, aproveitariam à exaustão para a sua propaganda. A rádio e o cinema, que informavam e entretinham, podiam também manipular. A cultura de massas é, assim, um traço decisivo — e ambíguo — da modernidade do século XX.
Exemplo resolvido

Relacionar vanguardas e crise das certezas

Explica por que as vanguardas artísticas podem ser vistas como expressão da crise das certezas do início do século XX.

  1. 01A rutura

    As vanguardas recusaram as regras e a representação fiel da arte tradicional.

  2. 02A ligação à época

    Num mundo em que a ciência e a psicanálise tornavam tudo incerto e relativo, a arte também abandonou as certezas da forma herdada.

  3. 03Concluir

    Cubismo, abstracionismo ou surrealismo traduzem, em arte, esse mundo fragmentado, subjetivo e incerto.

Resultado: As vanguardas exprimem a crise das certezas porque, tal como a nova ciência e a psicanálise abalaram as verdades absolutas, elas romperam com as regras e a representação tradicionais, traduzindo em arte um mundo fragmentado, subjetivo e incerto — o mundo novo do século XX.

Foco no Exame Nacional

  • Caracterizar as vanguardas artísticas e a sua rutura com a arte tradicional.
  • Identificar as principais vanguardas (cubismo, futurismo, abstracionismo, dadaísmo, surrealismo).
  • Caracterizar a cultura de massas (meios, efeitos ambivalentes, uso pela propaganda).

Erros frequentes

  • Confundir as várias vanguardas ou atribuir-lhes características trocadas.
  • Reduzir a cultura de massas ao entretenimento, ignorando o seu uso pela propaganda.
  • Apresentar a cultura de massas de forma só positiva, esquecendo a uniformização e a manipulação.

Revisão ativa

Caracteriza as vanguardas artísticas e a cultura de massas como expressões culturais do início do século XX.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de História B — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 04

Os modelos ideológicos em confronto#

●●●AprofundamentoLPAE-hist-b-crises-embates-ideologicos-xx

Pontos-chave

O traço político mais marcante da primeira metade do século XX foi o violento confronto de três grandes modelos ideológicos, cada um propondo uma resposta radicalmente diferente à crise (ver Fig. 4). A democracia liberal, herdeira das revoluções liberais, defendia o pluralismo político (vários partidos, eleições livres), o parlamentarismo, a economia de mercado e as liberdades individuais. Era o modelo das democracias ocidentais (França, Reino Unido, EUA), mas saiu abalado da crise.

Democracia liberal, comunismo e fascismo

Modelos ideológicosTabela com 4 colunas e 4 linhas, Dados: Aspeto · Democracia liberal · Comunismo · Fascismo / Nazismo; Sistema político · Pluralismo, eleições, parlamento · Partido único; ditadura do proletariado · Partido único; ditadura; culto do chefe; Economia · Mercado, propriedade privada · Coletivização e planificação estatal · Dirigismo; propriedade privada subordinada; Valores · Liberdades individuais · Igualdade; fim das classes · Nação/raça; hierarquia; anti-individualismo; Exemplos · França, Reino Unido, EUA · URSS · Itália, Alemanha, célula destacada: Itália, AlemanhaASPETODEMOCRACIA LIBERALCOMUNISMOFASCISMO / NAZISMOSISTEMA POLÍTICOPluralismo, eleições,parlamentoPartido único; ditadura doproletariadoPartido único; ditadura;culto do chefeECONOMIAMercado, propriedade privadaColetivização e planificaçãoestatalDirigismo; propriedadeprivada subordinadaVALORESLiberdades individuaisIgualdade; fim das classesNação/raça; hierarquia;anti-individualismoEXEMPLOSFrança, Reino Unido, EUAURSSItália, Alemanha
Fig. 4Fig. 4 — Três modelos ideológicos em confronto na primeira metade do século XX.
O comunismo, nascido da Revolução Russa de 1917 e herdeiro do marxismo, propunha o oposto: um partido único (o Partido Comunista), a «ditadura do proletariado», a abolição da propriedade privada, a coletivização e a planificação estatal da economia, em nome da igualdade e do fim das classes. A União Soviética (URSS) foi a sua encarnação, apresentando-se como alternativa ao capitalismo.
O terceiro modelo, o fascismo (e o nazismo), surgiu como reação tanto à democracia liberal como ao comunismo. Rejeitava o pluralismo e o individualismo liberais e o igualitarismo comunista, exaltando em seu lugar a nação (ou a «raça»), o Estado forte, o partido único, o culto do chefe e a hierarquia. Era ultranacionalista, anticomunista, antiliberal e antidemocrático. A Itália de Mussolini (a partir de 1922) e a Alemanha de Hitler (a partir de 1933) foram os seus expoentes.
Estes três modelos partilhavam apenas uma coisa: quase todos aceitavam já alguma intervenção do Estado na economia, pois a crise de 1929 desacreditara o laissez-faire puro. Mas divergiam em tudo o resto — na liberdade, na propriedade, no papel do indivíduo. O seu confronto — a democracia agredida por comunismo e fascismo, e estes dois a odiarem-se mutuamente — dominou a política mundial das décadas de 1920, 1930 e 1940, e conduziu à Segunda Guerra Mundial. Distinguir com clareza estes três modelos é essencial no exame.
Exemplo resolvido

Distinguir comunismo e fascismo

Ambos o comunismo e o fascismo eram ditaduras de partido único. Explica, então, por que eram modelos opostos e inimigos.

  1. 01O que tinham em comum

    Ambos rejeitavam a democracia liberal e assentavam num partido único e num Estado autoritário.

  2. 02Os fins opostos

    O comunismo visava a igualdade e o fim das classes (abolição da propriedade); o fascismo exaltava a nação/raça e a hierarquia (mantendo a propriedade).

  3. 03A inimizade

    O fascismo nasceu, em grande parte, como reação anticomunista; combatiam-se como inimigos mortais.

Resultado: Embora ambos fossem ditaduras de partido único, comunismo e fascismo eram opostos nos fins e nos valores — igualdade e fim das classes contra nação/raça e hierarquia — e por isso inimigos: o fascismo definiu-se, em larga medida, como reação ao comunismo, e ambos combatiam a democracia liberal.

Foco no Exame Nacional

  • Distinguir democracia liberal, comunismo e fascismo quanto ao sistema político, à economia e aos valores.
  • Situar a URSS (comunismo), a Itália e a Alemanha (fascismo) e as democracias ocidentais.
  • Explicar o confronto ideológico como traço central da primeira metade do século XX.

Erros frequentes

  • Confundir comunismo e fascismo (ambos ditaduras de partido único, mas opostos nos fins e nos valores).
  • Apresentar o fascismo apenas como anticomunista, esquecendo que era também antiliberal e antidemocrático.
  • Esquecer que a crise de 1929 levou quase todos os modelos a admitir a intervenção do Estado.

Revisão ativa

Distingue os três grandes modelos ideológicos em confronto na primeira metade do século XX quanto ao sistema político e à economia.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de História B — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

Conteúdo

Secção -- / 04

    • 01A crise da civilização liberal: um panorama◐
    • 02As mutações culturais e a crise das certezas●
    • 03As vanguardas e a cultura de massas◐
    • 04Os modelos ideológicos em confronto●

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Fontes

Direção-Geral da Educação (DGE)

  • Aprendizagens Essenciais de História B — 11.º ano

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