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Resumos/Biologia e Geologia/Metamorfismo e rochas metamórficas
Resumos · Biologia e GeologiaPT · Secundário

Metamorfismo e rochas metamórficas

Estuda-se o metamorfismo — a transformação das rochas no estado sólido por ação da temperatura, da pressão e dos fluidos. Distinguem-se o metamorfismo regional (grandes áreas, com foliação) e o de contacto (junto a intrusões magmáticas), o conceito de foliação e a distinção entre rochas foliadas e não foliadas, e caracterizam-se as principais rochas metamórficas e os graus de metamorfismo.

4 secções·~11 min de leitura·4 competências·Nível Padrão 2 · Aprofundamento 2

T·151515 / 16
Perfil de exame
Caracterizar o metamorfismo e os seus fatoresDistinguir metamorfismo regional e de contactoRelacionar a foliação com a pressão dirigidaClassificar as rochas metamórficas e reconhecer os graus de metamorfismo
Operadores:caracterizadistinguerelacionaclassificaexplicainterpreta

nível básico

Reconhecer o metamorfismo e as rochas metamórficas foliadas e não foliadas.

nível avançado

Relacionar os fatores e o tipo de metamorfismo com a textura e o grau, e identificar protólitos.

Profundidade

Profundidade de leitura: Aprofundado

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Conteúdo · 4 secções▾
  1. Metamorfismo e rochas metamórficas
    • 01Metamorfismo e seus fatores◐
    • 02Metamorfismo regional e de contacto◐
    • 03Foliação e textura●
    • 04Rochas metamórficas e graus●
§ 01

Metamorfismo e seus fatores#

●●○PadrãoLPAE-biologia-e-geologia-11-metamorficas

Pontos-chave

O «metamorfismo» é o conjunto de transformações que uma rocha (o «protólito») sofre «no estado sólido» — «sem fundir» — quando é submetida a condições de temperatura e/ou pressão diferentes daquelas em que se formou. Dessas transformações resultam novos minerais e/ou uma nova textura, originando uma «rocha metamórfica» (ver Fig. 1). É crucial que «não há fusão»: se houvesse, formar-se-ia magma e, depois, uma rocha magmática.

O metamorfismo

MetamorfismoGrafo, Protólito (rocha preexistente) → Recristalização (estado sólido), Temperatura, pressão, fluidos → Recristalização (estado sólido), Recristalização (estado sólido) → Rocha metamórficaProtólito (rochapreexistente)Temperatura,pressão, fluidosRecristalização(estado sólido)Rochametamórfica
Fig. 1Fig. 1 — Metamorfismo: transformação do protólito no estado sólido.
O processo central é a «recristalização»: os minerais do protólito, instáveis nas novas condições, reorganizam-se em novos cristais (maiores ou de outra espécie), sem passar pelo estado líquido. O conjunto de minerais que fica em equilíbrio nas novas condições chama-se «paragénese», e alguns «minerais-índice» permitem estimar as condições (o grau) a que a rocha esteve sujeita.
Os «fatores» do metamorfismo são três. A «temperatura» (aumenta com a profundidade e junto a intrusões magmáticas) fornece energia para as reações e a recristalização. A «pressão» pode ser «litostática» (confinante — atua igualmente em todas as direções, devida ao peso das rochas sobrejacentes) ou «dirigida» (orientada, de origem tectónica — atua sobretudo numa direção, e é a responsável pela foliação). Os «fluidos» (sobretudo água) aceleram as reações e transportam iões.
O metamorfismo ocorre num «intervalo de condições» bem definido: acima da diagénese (que apenas consolida os sedimentos, a baixas T e P) e abaixo da fusão (que originaria magma). Por isso se diz que é uma transformação «no estado sólido» — a marca distintiva que o separa quer da diagénese quer do magmatismo.
Compreender que o metamorfismo transforma a rocha sem a fundir, e distinguir os seus fatores (em especial a pressão litostática da dirigida), é a base para interpretar as rochas metamórficas e é frequentemente avaliado.
Exemplo resolvido

Metamorfismo no estado sólido

Explica por que o metamorfismo ocorre «no estado sólido» e o que o distingue da diagénese e do magmatismo.

  1. 01Estado sólido

    No metamorfismo, os minerais recristalizam sem que a rocha funda — mantém-se sólida ao longo da transformação.

  2. 02Distinção do magmatismo

    Se as condições atingissem o ponto de fusão, formar-se-ia magma e, depois, uma rocha magmática — já não seria metamorfismo.

  3. 03Distinção da diagénese

    A diagénese ocorre a T e P muito baixas e apenas consolida o sedimento; o metamorfismo, a T e P mais elevadas, transforma a rocha (novos minerais/textura).

Resultado: O metamorfismo transforma a rocha sem a fundir (estado sólido); situa-se entre a diagénese (só consolida) e o magmatismo (fusão).

Foco no Exame Nacional

  • Caracterizar o metamorfismo (transformação no estado sólido) e os seus fatores.
  • Distinguir pressão litostática (confinante) e pressão dirigida (orientada).

Erros frequentes

  • Pensar que o metamorfismo envolve fusão da rocha — ocorre no estado sólido (se houvesse fusão seria magmatismo).
  • Confundir a diagénese (baixa T e P, apenas consolida) com o metamorfismo (transforma a rocha).

Revisão ativa

Explica por que se afirma que o metamorfismo ocorre «no estado sólido» e o que o distingue da diagénese e do magmatismo.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 02

Metamorfismo regional e de contacto#

●●○PadrãoLPAE-biologia-e-geologia-11-metamorficas

Pontos-chave

Consoante o contexto e os fatores dominantes, distinguem-se dois grandes tipos de metamorfismo (ver Fig. 2): o «regional» e o «de contacto». Diferem na extensão da área afetada, nos fatores que predominam e, sobretudo, na textura das rochas que produzem.

Metamorfismo regional vs de contacto

Tipos de metamorfismoTabela com 3 colunas e 4 linhas, Dados: Característica · Regional · De contacto (térmico); Extensão · Grandes áreas · Localizado (auréola); Fatores dominantes · Temperatura + pressão dirigida · Temperatura (calor da intrusão); Textura · Foliada · Não foliada (granoblástica); Contexto · Orogénese (colisão de placas) · Intrusão magmáticaCARACTERÍSTICAREGIONALDE CONTACTO (TÉRMICO)ExtensãoGrandes áreasLocalizado (auréola)Fatores dominantesTemperatura + pressãodirigidaTemperatura (calor daintrusão)TexturaFoliadaNão foliada (granoblástica)ContextoOrogénese (colisão deplacas)Intrusão magmáticaRegional vs contacto
Fig. 2Fig. 2 — Metamorfismo regional e de contacto.
O «metamorfismo regional» afeta «grandes áreas» (milhares de km²) e está associado à «orogénese» — a formação de cadeias montanhosas nos limites convergentes de placas. Atuam simultaneamente «temperatura elevada» e «pressão elevada», incluindo «pressão dirigida» (tectónica). É esta pressão dirigida que orienta os minerais, conferindo às rochas uma «foliação». São exemplos a ardósia, o xisto e o gnaisse.
O «metamorfismo de contacto» (ou térmico) é «localizado»: ocorre numa faixa (a «auréola de metamorfismo») em torno de uma «intrusão magmática», onde o calor do magma «cozinha» as rochas encaixantes. Aqui o fator dominante é a «temperatura», com pressão baixa e «sem pressão dirigida» significativa. Por isso, as rochas resultantes são, em geral, «não foliadas» (textura granoblástica). São exemplos o mármore e a corneana.
A diferença essencial resume-se assim: o metamorfismo «regional» combina temperatura «e» pressão dirigida, produzindo rochas «foliadas» em grandes áreas; o «de contacto» é dominado pela temperatura, produzindo rochas «não foliadas» junto a uma intrusão. A presença ou ausência de foliação é, muitas vezes, a chave para identificar o tipo de metamorfismo.
Distinguir os dois tipos de metamorfismo pelo contexto, pelos fatores e pela textura resultante é um objetivo frequente, muitas vezes a partir da descrição de uma rocha ou de um afloramento.
Exemplo resolvido

Identificar o tipo de metamorfismo

Uma rocha metamórfica não foliada aparece numa faixa junto a uma intrusão magmática. Indica o tipo de metamorfismo e o fator dominante.

  1. 01Interpretar a localização

    A faixa em torno de uma intrusão é uma auréola de metamorfismo — sugere metamorfismo de contacto.

  2. 02Interpretar a ausência de foliação

    A ausência de foliação indica que não houve pressão dirigida significativa.

  3. 03Concluir

    É metamorfismo de contacto (térmico), dominado pela temperatura do magma.

Resultado: É metamorfismo de contacto, com a temperatura da intrusão como fator dominante (daí a ausência de foliação).

Foco no Exame Nacional

  • Distinguir metamorfismo regional e de contacto (extensão, fatores, contexto).
  • Relacionar cada tipo com a presença (regional) ou ausência (contacto) de foliação.

Erros frequentes

  • Associar o metamorfismo de contacto a grandes áreas — é localizado (auréola em torno de uma intrusão).
  • Atribuir foliação ao metamorfismo de contacto — a foliação exige pressão dirigida, própria do metamorfismo regional.

Revisão ativa

Uma rocha metamórfica não foliada surge junto a uma intrusão magmática. Indica o tipo de metamorfismo e o fator dominante.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 03

Foliação e textura#

●●●AprofundamentoLPAE-biologia-e-geologia-11-metamorficas

Pontos-chave

A «foliação» é a disposição «planar e orientada» dos minerais de uma rocha metamórfica, que lhe dá um aspeto folheado ou bandado. Forma-se quando atua uma «pressão dirigida»: os minerais (sobretudo os planos, como as micas) crescem ou reorientam-se «perpendicularmente à direção da pressão», minimizando a resistência (ver Fig. 3). A foliação é, por isso, uma «impressão digital» da pressão dirigida.

Formação da foliação

FoliaçãoEsquema com 7 elementos, pressão dirigida, pressão dirigida, minerais orientados (foliação)pressão dirigidapressão dirigidamineraisorientados (fol…
Fig. 3Fig. 3 — A pressão dirigida orienta os minerais perpendicularmente a si, gerando a foliação.
Conforme a intensidade do metamorfismo, a foliação evolui. A baixo grau surge a «clivagem ardosífera» (planos finos e paralelos, como na ardósia, que se parte em placas). A grau médio surge a «xistosidade» (minerais visíveis alinhados, como no xisto). A alto grau surge o «bandado gnáissico» (alternância de bandas claras e escuras, como no gnaisse). O aumento da foliação acompanha o aumento do grau de metamorfismo.
Assim, as rochas metamórficas classificam-se, quanto à textura, em «foliadas» e «não foliadas». As «foliadas» — ardósia, filito, xisto, gnaisse — formam-se sob «pressão dirigida» (metamorfismo regional) e apresentam minerais orientados. As «não foliadas» — mármore, quartzito — formam-se «sem pressão dirigida» (metamorfismo de contacto ou protólitos de um só mineral) e têm cristais dispostos sem orientação preferencial (textura granoblástica).
A ausência de foliação em rochas como o mármore e o quartzito deve-se a dois fatores possíveis: ou não houve pressão dirigida (metamorfismo de contacto), ou o protólito é essencialmente «monomineralico» (o calcário é quase só calcite; o arenito, quase só quartzo), pelo que não há minerais planos que se orientem. A textura reflete, portanto, as condições e a composição.
Relacionar a foliação com a pressão dirigida — e reconhecer que a sua presença aponta para metamorfismo regional e a sua ausência para metamorfismo de contacto ou protólito monomineralico — é um raciocínio muito valorizado no Exame.
Exemplo resolvido

Gnaisse foliado, mármore não

Explica por que o gnaisse apresenta foliação (bandado) e o mármore não.

  1. 01Gnaisse

    Forma-se por metamorfismo regional, com pressão dirigida, que orienta os minerais em bandas — origina foliação (bandado gnáissico).

  2. 02Mármore — pressão

    O mármore forma-se sobretudo por calor (metamorfismo de contacto), sem pressão dirigida significativa.

  3. 03Mármore — protólito

    Além disso, o seu protólito (calcário) é quase só calcite, não tendo minerais planos que se orientem — daí ser não foliado.

Resultado: O gnaisse é foliado porque sofreu pressão dirigida; o mármore não, por falta de pressão dirigida e por o protólito (calcário) ser monomineralico.

Foco no Exame Nacional

  • Relacionar a foliação com a atuação de uma pressão dirigida.
  • Distinguir rochas metamórficas foliadas e não foliadas e explicar a ausência de foliação.

Erros frequentes

  • Pensar que a foliação se forma por pressão litostática (confinante) — forma-se por pressão dirigida (orientada).
  • Considerar que todas as rochas metamórficas são foliadas — o mármore e o quartzito são não foliados.

Revisão ativa

Explica por que o gnaisse apresenta foliação (bandado) e o mármore não, relacionando com a pressão e com o protólito.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 04

Rochas metamórficas e graus#

●●●AprofundamentoLPAE-biologia-e-geologia-11-metamorficas

Pontos-chave

O «grau de metamorfismo» traduz a intensidade das condições (sobretudo temperatura e pressão) a que a rocha esteve sujeita — de «baixo grau» (condições moderadas) a «alto grau» (condições intensas). À medida que o grau aumenta, o protólito vai-se transformando numa série de rochas cada vez mais recristalizadas e com foliação mais marcada (ver Fig. 4).

Série de grau crescente de metamorfismo

Graus de metamorfismoGrafo, Argilito (protólito) → Ardósia (baixo grau), Ardósia (baixo grau) → Filito, Filito → Micaxisto (médio), Micaxisto (médio) → Gnaisse (alto grau)Argilito(protólito)Ardósia (baixograu)FilitoMicaxisto(médio)Gnaisse (altograu)+ P, T+ P, T+ P, T+ P, T
Fig. 4Fig. 4 — Grau crescente de metamorfismo a partir de um protólito argiloso.
Partindo de um protólito «pelítico» (argiloso), a série de grau crescente é: «argilito» (a rocha sedimentar de partida) → «ardósia» (baixo grau, com clivagem fina) → «filito» → «micaxisto» (grau médio, com xistosidade e minerais visíveis) → «gnaisse» (alto grau, com bandado). Cada passo corresponde a maior temperatura e pressão e a maior recristalização.
As principais rochas metamórficas e os seus protólitos estão resumidos na Fig. 5. Entre as «foliadas»: a ardósia, o filito, o xisto (micaxisto) e o gnaisse, provenientes sobretudo de rochas argilosas ou de composição variada, sob pressão dirigida. Entre as «não foliadas»: o «mármore» (do calcário) e o «quartzito» (do arenito), formados sem orientação preferencial dos minerais.

Rochas metamórficas e protólitos

Protólitos e texturaTabela com 3 colunas e 5 linhas, Dados: Rocha metamórfica · Protólito · Textura; Ardósia · Argilito · Foliada (clivagem); Micaxisto · Rochas argilosas · Foliada (xistosidade); Gnaisse · Granito / rochas variadas · Foliada (bandado); Mármore · Calcário · Não foliada; Quartzito · Arenito · Não foliadaROCHA METAMÓRFICAPROTÓLITOTEXTURAArdósiaArgilitoFoliada (clivagem)MicaxistoRochas argilosasFoliada (xistosidade)GnaisseGranito / rochas variadasFoliada (bandado)MármoreCalcárioNão foliadaQuartzitoArenitoNão foliadaRochas metamórficas
Fig. 5Fig. 5 — Principais rochas metamórficas, protólitos e textura.
Alguns minerais funcionam como «minerais-índice» — só se formam em intervalos de condições bem definidos —, permitindo estimar o grau de metamorfismo de uma rocha. A sequência de rochas e de minerais índice é, assim, um «termómetro/barómetro» das condições que atuaram numa região, útil para reconstituir a sua história geológica.
Reconhecer a série de grau crescente e associar cada rocha metamórfica ao seu protólito e à sua textura são competências muito avaliadas, integrando tudo o que foi estudado sobre o metamorfismo.
Exemplo resolvido

Ordenar por grau de metamorfismo

Ordena, por grau crescente de metamorfismo, as rochas: gnaisse, ardósia, micaxisto, filito. Indica o protólito comum.

  1. 01Reconhecer os graus

    A ardósia é de baixo grau; o filito, um pouco mais; o micaxisto, grau médio; o gnaisse, alto grau.

  2. 02Ordenar

    Por grau crescente: ardósia → filito → micaxisto → gnaisse.

  3. 03Indicar o protólito

    Todas derivam, tipicamente, de um protólito argiloso (argilito/pelitos).

Resultado: Ordem: ardósia → filito → micaxisto → gnaisse; protólito comum: rochas argilosas (argilito).

Foco no Exame Nacional

  • Ordenar a série de grau crescente (argilito → ardósia → filito → micaxisto → gnaisse).
  • Associar cada rocha metamórfica ao seu protólito e à textura (foliada/não foliada).

Erros frequentes

  • Inverter a série de grau: a ardósia é de baixo grau e o gnaisse de alto grau (mais recristalizado).
  • Errar o protólito: o mármore provém do calcário e o quartzito do arenito (não o contrário).

Revisão ativa

Ordena, por grau crescente de metamorfismo, as rochas: gnaisse, ardósia, micaxisto, filito. Indica o protólito comum.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

Conteúdo

Secção -- / 04

    • 01Metamorfismo e seus fatores◐
    • 02Metamorfismo regional e de contacto◐
    • 03Foliação e textura●
    • 04Rochas metamórficas e graus●

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Metamorfismo e rochas metamórficas

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Referências e fontes

Fontes

Direção-Geral da Educação (DGE)

  • Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 11.º ano

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