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Estuda-se como as rochas respondem às forças tectónicas. Consoante as condições, deformam-se de modo dúctil (originando dobras) ou frágil (originando falhas). Caracterizam-se os tipos de tensão, as dobras (anticlinais e sinclinais) e as falhas (normal, inversa e de desligamento), e relaciona-se a deformação com os regimes tectónicos e as paisagens resultantes.
4 secções~11 min de leitura4 competênciasNível Padrão 2 · Aprofundamento 2
nível básico
Reconhecer dobras e falhas e os seus tipos.
nível avançado
Relacionar as tensões e as condições com o tipo de deformação e interpretar perfis com estruturas tectónicas.
Profundidade de leitura: Aprofundado
Tamanho do texto: Padrão
Comportamento frágil vs dúctil
Explica por que uma rocha tende a partir-se à superfície, mas a dobrar-se em profundidade.
À superfície, a temperatura e a pressão são baixas, o que torna a rocha rígida e quebradiça — comporta-se de modo frágil e parte-se (falhas).
Em profundidade, a temperatura e a pressão confinante são elevadas, tornando a rocha mais dúctil.
Nessas condições, e sob forças lentas, a rocha deforma-se plasticamente sem se partir, originando dobras.
Resultado: À superfície (fria e a baixa pressão) a rocha é frágil e parte-se (falhas); em profundidade (quente e sob pressão) é dúctil e dobra-se.
Erros frequentes
Revisão ativa
Explica por que, à superfície, uma rocha submetida a forças tende a partir-se, enquanto em profundidade a mesma rocha tende a dobrar-se.
Evocação ativa
Recorda os pontos-chave — depois revela.
Fontes: Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))
Dobras: anticlinal e sinclinal
Num perfil, uma dobra apresenta no núcleo os estratos mais antigos. Classifica-a e indica a orientação da convexidade.
Os estratos mais antigos no núcleo são característicos de uma anticlinal.
A anticlinal tem a convexidade voltada para cima (forma de arco).
O soerguimento e a erosão do topo expõem, no centro da anticlinal, os estratos que estavam mais em baixo (mais antigos).
Resultado: É uma anticlinal (convexidade para cima); os estratos mais antigos no núcleo confirmam-no.
Erros frequentes
Revisão ativa
Num perfil, uma dobra tem no núcleo os estratos mais antigos. Classifica-a e indica a orientação da sua convexidade.
Evocação ativa
Recorda os pontos-chave — depois revela.
Fontes: Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))
Falha normal
Tipos de falha
Num perfil, o teto de uma falha desceu em relação ao muro. Classifica a falha e indica a tensão responsável.
O teto (bloco sobre o plano de falha) desceu relativamente ao muro.
O abaixamento do teto é característico de uma falha normal.
As falhas normais resultam de distensão (tração), típica de regimes distensivos.
Resultado: É uma falha normal, originada por distensão (o teto desce em relação ao muro).
Erros frequentes
Revisão ativa
Num perfil, o teto de uma falha desceu em relação ao muro. Classifica a falha e indica o tipo de tensão responsável.
Evocação ativa
Recorda os pontos-chave — depois revela.
Fontes: Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))
Horst e graben
Numa região há falhas normais e blocos elevados e abatidos alternados. Indica o regime tectónico e nomeia as estruturas.
As falhas normais resultam de distensão, indicando um regime tectónico distensivo.
Os blocos elevados são horsts e os abatidos são grabens.
A alternância de horsts e grabens é típica de zonas em distensão (por exemplo, riftes).
Resultado: O regime é distensivo; os blocos elevados são horsts e os abatidos, grabens, limitados por falhas normais.
Erros frequentes
Revisão ativa
Numa região dominada por falhas normais, com blocos elevados e abatidos alternados, indica o regime tectónico e nomeia as estruturas.
Evocação ativa
Recorda os pontos-chave — depois revela.
Fontes: Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))
Referências e fontes
Direção-Geral da Educação (DGE)