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Conto — Fonseca, Maria Judite de Carvalho, Mário de Carvalho

O conto contemporâneo português é estudado no 12.º ano através de autores maiores: Manuel da Fonseca, do neorrealismo e do mundo rural alentejano; Maria Judite de Carvalho, da solidão e do quotidiano, sobretudo feminino; e Mário de Carvalho, da ironia e da reinvenção lúdica do real. Dominar a poética do género e o mundo de cada autor é matéria do Grupo I do Exame Nacional 639.

4 secções·~12 min de leitura·4 competências·Nível Base 1 · Padrão 1 · Aprofundamento 2

T·181818 / 20
Perfil de exame
Caracterizar o género conto (concentração, unidade de efeito)Analisar contos de Manuel da Fonseca, Maria Judite de Carvalho e Mário de CarvalhoInterpretar temas e visão do mundo de cada autorReconhecer os processos narrativos e o estilo
Operadores:caracterizaanalisainterpretadistinguerelacionacomenta

nível básico

Formação geral: reconhecer os traços do conto e o mundo de cada autor em contos representativos.

nível avançado

Aprofundamento: analisar o estilo e a visão do mundo (neorrealismo, solidão, ironia) e os processos narrativos.

Profundidade

Profundidade de leitura: Aprofundado

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Conteúdo · 4 secções▾
  1. Conto — Fonseca, Maria Judite de Carvalho, Mário de Carvalho
    • 01O género conto e a sua poética○
    • 02Manuel da Fonseca — o neorrealismo e o campo◐
    • 03Maria Judite de Carvalho — a solidão e o quotidiano●
    • 04Mário de Carvalho — ironia e reinvenção●
§ 01

O género conto e a sua poética#

●○○BaseLPAE-portugues-el-12-conto

Pontos-chave

O conto é uma narrativa breve, distinta do romance não apenas pela extensão, mas por uma poética própria. Onde o romance se expande no tempo, no espaço e no número de personagens e intrigas, o conto concentra-se: apresenta, em regra, uma única ação, poucas personagens, um espaço e um tempo restritos, tendendo para a economia e para a intensidade. Cada elemento conta, porque não há espaço para o supérfluo.
O princípio que rege o conto é a unidade de efeito, formulada por Edgar Allan Poe: tudo no conto — a ação, as personagens, o espaço, o tom — converge para produzir uma única impressão ou efeito no leitor. O conto lê-se «de uma assentada» e deixa uma impressão unificada e forte. Esta concentração faz do conto um género exigente, em que a arte está na sugestão e na economia, mais do que na acumulação.
O conto moderno privilegia frequentemente o desfecho revelador ou epifânico: em vez de um final que resolve uma intriga complexa, um momento em que uma verdade, uma emoção ou uma condição se revelam subitamente, iluminando retrospetivamente tudo o que antecede. Muitas vezes é um instante do quotidiano, aparentemente banal, que se carrega de sentido — a epifania. O conto contemporâneo tende para esta revelação subtil, e não para o efeito surpresa mecânico.
Os três autores do programa ilustram a diversidade do conto português contemporâneo: Manuel da Fonseca traz o mundo rural e a preocupação social do neorrealismo; Maria Judite de Carvalho, a solidão e o desencanto do quotidiano urbano, sobretudo feminino; Mário de Carvalho, a ironia, o humor e a reinvenção lúdica e fantástica do real. Cada um mostra uma possibilidade do género, unidos pela mestria da forma breve (ver Fig. 1).

Conto e romance

Conto e romanceTabela com 3 colunas e 4 linhas, Dados: Aspeto · Conto · Romance; Extensão · Breve, lê-se de uma vez · Longo, múltiplas sessões; Ação · Única, concentrada · Múltipla, ramificada; Personagens · Poucas · Muitas; Efeito · Unidade de efeito, epifania · Desenvolvimento amplo, célula destacada: Unidade de efeito, epifaniaASPETOCONTOROMANCEEXTENSÃOBreve, lê-se de uma vezLongo, múltiplas sessõesAÇÃOÚnica, concentradaMúltipla, ramificadaPERSONAGENSPoucasMuitasEFEITOUnidade de efeito, epifaniaDesenvolvimento amploTudo no conto converge para uma única impressão.
Fig. 1Fig. 1 — A poética da concentração distingue o conto do romance.
Exemplo resolvido

A unidade de efeito

Como se manifesta a unidade de efeito num conto centrado num único momento revelador?

  1. 01Observar a concentração

    O conto restringe-se a uma ação, poucas personagens e um tempo e espaço limitados.

  2. 02Observar a convergência

    Todos os elementos (tom, pormenores, personagens) preparam e apontam para o momento revelador.

  3. 03Reconhecer a epifania

    No desfecho, uma verdade ou emoção revela-se subitamente, unificando toda a leitura numa impressão forte.

Resultado: A unidade de efeito manifesta-se na convergência de todos os elementos do conto para um único momento revelador (a epifania), que deixa no leitor uma impressão unificada e intensa — a marca da poética do género.

Foco no Exame Nacional

  • Definir o conto e distingui-lo do romance (concentração, unidade de efeito).
  • Explicar a unidade de efeito e o desfecho revelador/epifania.
  • Reconhecer a concentração de ação, personagens, espaço e tempo.
  • Situar os três autores como possibilidades diversas do género.

Erros frequentes

  • Distinguir conto de romance apenas pela extensão, sem a poética da concentração.
  • Esperar sempre um final-surpresa, ignorando a epifania subtil.
  • Confundir os mundos dos três autores.

Revisão ativa

Explica os traços que distinguem o conto do romance e ilustra a unidade de efeito com um conto que conheças.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Português — Ensino Secundário (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 02

Manuel da Fonseca — o neorrealismo e o campo#

●●○PadrãoLPAE-portugues-el-12-conto

Pontos-chave

Manuel da Fonseca (1911-1993) é uma das grandes figuras do neorrealismo português, movimento literário que, a partir dos anos 30-40, pôs a literatura ao serviço da denúncia das injustiças sociais e da representação das classes trabalhadoras. Alentejano, Manuel da Fonseca fez do campo do Sul — as planícies, as aldeias, os trabalhadores rurais — o cenário e o assunto da sua obra, reunida em livros de contos como O Fogo e as Cinzas.
Os seus contos retratam o mundo rural alentejano na sua dureza. As personagens são os camponeses, os trabalhadores sem terra, os assalariados que dependem do jornal (do trabalho diário) para sobreviver, expostos à seca, à fome, à exploração dos senhores da terra e à injustiça social. É um mundo de pobreza e de opressão, mas também de dignidade, de resistência e de solidariedade entre os que sofrem a mesma condição.
A visão do mundo de Manuel da Fonseca é a do neorrealismo: uma consciência social que denuncia a desigualdade e afirma a esperança de transformação. Sem cair no panfleto, os contos mostram a condição dos oprimidos com verdade e comoção, dando voz e rosto aos que a literatura tradicional ignorava. O coletivo — a comunidade rural, o grupo dos trabalhadores — tem um peso que reflete a atenção neorrealista às forças sociais.
O estilo de Manuel da Fonseca é sóbrio e evocativo, próximo da oralidade e da terra que descreve. A linguagem é despojada mas carregada de sensibilidade; a paisagem alentejana, com a sua luz, o seu calor e a sua vastidão, é descrita com uma força quase lírica que contrasta com a dureza das vidas que nela decorrem. O conto de Manuel da Fonseca alia, assim, a denúncia social à beleza da evocação do mundo rural (ver Fig. 2).

O mundo de Manuel da Fonseca

O mundo de Manuel da FonsecaTabela com 2 colunas e 4 linhas, Dados: Elemento · Caracterização; Espaço · Campo alentejano, aldeias, planície; Personagens · Camponeses, trabalhadores sem terra; Temas · Pobreza, injustiça, solidariedade; Estilo · Sóbrio, oral, evocação lírica da paisagem, célula destacada: Pobreza, injustiça, solidariedadeELEMENTOCARACTERIZAÇÃOESPAÇOCampo alentejano, aldeias,planíciePERSONAGENSCamponeses, trabalhadoressem terraTEMASPobreza, injustiça,solidariedadeESTILOSóbrio, oral, evocaçãolírica da paisagemA denúncia social e a beleza da terra convivem.
Fig. 2Fig. 2 — O neorrealismo e o mundo rural alentejano.
Exemplo resolvido

Denúncia e evocação

Como concilia um conto de Manuel da Fonseca a denúncia da injustiça social com a evocação da paisagem?

  1. 01Identificar a denúncia

    As personagens são trabalhadores pobres e explorados; o conto mostra a sua condição de miséria e injustiça.

  2. 02Identificar a evocação

    A paisagem alentejana é descrita com força quase lírica — a luz, a planície, o calor.

  3. 03Reconhecer a articulação

    A beleza da terra contrasta com a dureza das vidas, tornando a denúncia mais comovente e humana.

Resultado: O conto concilia a denúncia social (a miséria dos trabalhadores) com a evocação lírica da paisagem alentejana; o contraste entre a beleza da terra e a dureza das vidas intensifica a comoção e a crítica neorrealistas.

Foco no Exame Nacional

  • Situar Manuel da Fonseca no neorrealismo e no mundo rural alentejano.
  • Identificar as personagens (camponeses, trabalhadores sem terra) e a sua condição.
  • Explicar a visão social neorrealista (denúncia da injustiça, solidariedade).
  • Caracterizar o estilo sóbrio e a evocação da paisagem.

Erros frequentes

  • Reduzir o neorrealismo a panfleto, ignorando o valor literário e a comoção.
  • Não reconhecer o peso do coletivo e da condição social nos contos.
  • Ignorar a dimensão lírica da evocação da paisagem alentejana.

Revisão ativa

Analisa um conto de Manuel da Fonseca, mostrando como a denúncia social se articula com a evocação do mundo rural alentejano.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Português — Ensino Secundário (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 03

Maria Judite de Carvalho — a solidão e o quotidiano#

●●●AprofundamentoLPAE-portugues-el-12-conto

Pontos-chave

Maria Judite de Carvalho (1921-1998) é uma das mais subtis contistas portuguesas do século XX. A sua obra — contos e novelas como Tanta Gente, Mariana ou Seta Despedida — explora, com uma arte da contenção e do implícito, o universo íntimo das personagens, sobretudo o desencanto e a solidão. É uma escrita do interior, atenta aos pequenos dramas do quotidiano que passam despercebidos mas corroem uma vida.
O grande tema de Maria Judite de Carvalho é a solidão, muitas vezes a solidão feminina. As suas personagens — frequentemente mulheres de meia-idade, viúvas, solteiras, casadas infelizes — vivem existências marcadas pela rotina, pela frustração, pela incomunicabilidade e pela consciência de sonhos que não se realizaram. É uma solidão silenciosa e resignada, feita de gestos banais e de um desespero contido que nunca se exprime em drama exterior.
A visão do mundo da autora é melancólica e lúcida, sem ilusões e sem sentimentalismo. Retrata a mediocridade e o vazio de certas vidas, a passagem do tempo que tudo desgasta, o desajuste entre o que se sonhou e o que se vive. Mas fá-lo com uma compaixão discreta e uma profunda humanidade, dando dignidade literária a existências aparentemente insignificantes e a personagens que a sociedade tende a ignorar.
O estilo de Maria Judite de Carvalho é contido, subtil e preciso. A autora sugere mais do que afirma, trabalha o não-dito e o implícito, e capta o essencial num pormenor ou num gesto. A epifania — o momento em que a personagem toma consciência da sua condição — é frequentemente o coração dos seus contos. Esta arte da subtileza e da economia faz dela uma mestra da forma breve e da análise psicológica (ver Fig. 3).

O universo de Maria Judite de Carvalho

O universo de Maria Judite de CarvalhoGrafo, Rotina, quotidiano → Solidão, Frustração, sonhos falhados → Solidão, Incomunicabilidade → Solidão, Passagem do tempo → SolidãoSolidãoRotina,quotidianoFrustração,sonhos falha…IncomunicabilidadePassagem dotempo
Fig. 3Fig. 3 — A solidão no centro do universo de Maria Judite de Carvalho.
Exemplo resolvido

A solidão contida

Como constrói Maria Judite de Carvalho a solidão de uma personagem sem recorrer ao drama exterior?

  1. 01Observar o quotidiano

    A personagem vive uma rotina banal, feita de gestos comuns e de uma existência aparentemente sem acontecimentos.

  2. 02Reconhecer o implícito

    A solidão não é declarada em cenas dramáticas: é sugerida por pormenores, silêncios e não-ditos.

  3. 03Identificar a epifania

    Num momento banal, a personagem toma consciência do seu vazio — a revelação que ilumina o conto.

Resultado: A autora constrói a solidão pela contenção: em vez de drama exterior, sugere-a no quotidiano banal, nos silêncios e no não-dito, culminando na epifania em que a personagem toma consciência da sua condição.

Foco no Exame Nacional

  • Identificar a solidão (sobretudo feminina) como tema central.
  • Caracterizar as personagens (o desencanto, a rotina, a incomunicabilidade).
  • Reconhecer a visão melancólica e lúcida, com compaixão discreta.
  • Analisar o estilo contido e o trabalho do implícito e da epifania.

Erros frequentes

  • Esperar drama exterior, ignorando a solidão silenciosa e contida.
  • Confundir a melancolia lúcida com sentimentalismo.
  • Não reconhecer o trabalho do não-dito e da epifania.

Revisão ativa

Analisa um conto de Maria Judite de Carvalho, mostrando como constrói a solidão de uma personagem e o momento de epifania.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Português — Ensino Secundário (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 04

Mário de Carvalho — ironia e reinvenção#

●●●AprofundamentoLPAE-portugues-el-12-conto

Pontos-chave

Mário de Carvalho (n. 1944) é um dos mais originais e reconhecidos escritores portugueses contemporâneos. A sua obra de contos — em livros como Contos da Sétima Esfera, Casos do Beco das Sardinheiras ou Água em Pena de Pato — distingue-se pela imaginação, pelo humor e por uma inteligência lúdica que reinventa o real, misturando o quotidiano com o fantástico, o histórico com o inverosímil, num universo pessoal e inconfundível.
A ironia é a marca maior da sua escrita. Mário de Carvalho olha o mundo — a sociedade portuguesa, as suas convenções, os seus tiques, a história, a própria literatura — com um distanciamento irónico e um humor subtil que ora diverte, ora critica. A ironia não é gratuita: é um instrumento de crítica dos costumes e das instituições, que expõe o absurdo, a mesquinhez ou a vaidade sob a aparência do riso.
A reinvenção lúdica do real é outra das suas características. Mário de Carvalho não se limita a representar a realidade: transforma-a, introduz o fantástico e o insólito no quotidiano, brinca com as convenções dos géneros, evoca outras épocas, faz metaficção (a literatura que reflete sobre si própria). O leitor é convidado a um jogo em que as fronteiras entre o real e o imaginário se esbatem, num prazer da invenção e da inteligência narrativa.
O estilo de Mário de Carvalho é erudito, elegante e cheio de recursos. A linguagem cuidada e rica, o gosto pela palavra rara, as referências culturais e literárias, o domínio do ritmo e do tom convivem com a leveza do humor. Esta síntese de erudição e de jogo, de crítica e de fantasia, faz dele um mestre do conto contemporâneo e mostra uma face do género oposta à sobriedade neorrealista de Manuel da Fonseca e à contenção intimista de Maria Judite de Carvalho (ver Fig. 4).

Três mundos do conto contemporâneo

Três mundos do conto contemporâneoTabela com 3 colunas e 3 linhas, Dados: Autor · Mundo / tema · Tom e estilo; Manuel da Fonseca · Campo alentejano, injustiça social · Neorrealista, sóbrio, lírico; Maria Judite de Carvalho · Solidão, quotidiano feminino · Melancólico, contido, subtil; Mário de Carvalho · Reinvenção do real, crítica · Irónico, lúdico, erudito, célula destacada: Irónico, lúdico, eruditoAUTORMUNDO / TEMATOM E ESTILOMANUEL DA FONSECACampo alentejano, injustiçasocialNeorrealista, sóbrio, líricoMARIA JUDITE DECARVALHOSolidão, quotidiano femininoMelancólico, contido, subtilMÁRIO DE CARVALHOReinvenção do real, críticaIrónico, lúdico, eruditoA forma breve une três visões do mundo muito distintas.
Fig. 4Fig. 4 — Três possibilidades do conto: neorrealismo, solidão e ironia.
Exemplo resolvido

Ironia e crítica

Num conto em que Mário de Carvalho introduz um elemento fantástico no quotidiano de uma cidade, com humor, que efeito produz?

  1. 01Identificar o insólito

    O fantástico irrompe no quotidiano banal, quebrando a normalidade com humor e estranheza.

  2. 02Reconhecer a ironia

    O tratamento irónico do episódio expõe, sob o riso, os tiques e as convenções da sociedade.

  3. 03Interpretar a crítica

    O jogo lúdico não é gratuito: revela criticamente o absurdo ou a mesquinhez do real.

Resultado: Ao introduzir o fantástico no quotidiano com humor e ironia, Mário de Carvalho diverte o leitor e, ao mesmo tempo, expõe criticamente o absurdo e as convenções da sociedade — a reinvenção lúdica do real ao serviço da crítica.

Foco no Exame Nacional

  • Situar Mário de Carvalho como contista contemporâneo da ironia e da invenção.
  • Explicar a ironia como instrumento de crítica de costumes.
  • Reconhecer a reinvenção lúdica do real (fantástico, insólito, metaficção).
  • Caracterizar o estilo erudito e o humor.

Erros frequentes

  • Reduzir o humor de Mário de Carvalho a mero divertimento, sem a crítica.
  • Não reconhecer a mistura do fantástico com o quotidiano.
  • Confundir o seu estilo lúdico e erudito com o dos outros dois autores.

Revisão ativa

Analisa um conto de Mário de Carvalho, mostrando como a ironia e a reinvenção lúdica do real veiculam uma crítica.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Português — Ensino Secundário (Direção-Geral da Educação (DGE))

Conteúdo

Secção -- / 04

    • 01O género conto e a sua poética○
    • 02Manuel da Fonseca — o neorrealismo e o campo◐
    • 03Maria Judite de Carvalho — a solidão e o quotidiano●
    • 04Mário de Carvalho — ironia e reinvenção●

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Dos resumos à prática

Conto — Fonseca, Maria Judite de Carvalho, Mário de Carvalho

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Referências e fontes

Fontes

Direção-Geral da Educação (DGE)

  • Aprendizagens Essenciais de Português — Ensino Secundário

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