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Resumos · Latim APT · Secundário

Sintaxe da frase: constituintes e orações coordenadas

A sintaxe estuda como as palavras se combinam em frases. A oração latina organiza-se em torno de um núcleo — sujeito e predicado — a que se juntam complementos identificados pelo caso. Como as desinências marcam a função, a ordem das palavras é relativamente livre; a concordância e o caso são as duas forças que tornam a frase legível. As orações combinam-se por coordenação, ligadas por conjunções de igual nível.

4 secções·~11 min de leitura·3 competências·Nível Base 1 · Padrão 3

T·0999 / 17
Perfil de exame
Identificar os constituintes de uma oração latina (sujeito, predicado, complementos)Compreender o papel das desinências e da concordância na frase de ordem livreReconhecer e traduzir as orações coordenadas e os seus valores
Operadores:identificaanalisarelacionatraduzdistingue

nível básico

Identificar o sujeito, o verbo e os complementos de uma frase simples e reconhecer a coordenação.

nível avançado

Analisar a estrutura de frases de ordem livre pela leitura das desinências e da concordância.

Profundidade

Profundidade de leitura: Aprofundado

Texto

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Conteúdo · 4 secções▾
  1. Sintaxe da frase: constituintes e orações coordenadas
    • 01Os constituintes da oração○
    • 02A ordem das palavras e o papel das desinências◐
    • 03A concordância◐
    • 04As orações coordenadas◐
§ 01

Os constituintes da oração#

●○○BaseLPAE-latim-a-sintaxe-frase

Pontos-chave

A sintaxe estuda o modo como as palavras se combinam para formar orações e frases. A oração latina organiza-se em torno de um núcleo constituído por dois elementos fundamentais: o sujeito e o predicado (ver Fig. 1). O sujeito, no caso nominativo, é aquilo de que se fala; o predicado é o que dele se diz, e tem por centro o verbo, ao qual se juntam os complementos.

Os constituintes da oração

Constituintes da oraçãoDiagrama em árvore, 5 caminhos, Dados: Sujeito (nominativo); Predicado → Verbo; Predicado → Compl. direto (acus.); Predicado → Compl. indireto (dat.); Predicado → Compl. circ. (abl.)PredicadoOraçãoSujeito (nomi…VerboCompl. direto…Compl. indire…Compl. circ. …
Fig. 1Fig. 1 — A oração organiza-se em sujeito (nominativo) e predicado; o predicado tem por centro o verbo, com os seus complementos.
Os complementos identificam-se pelo caso, segundo a correspondência já estudada: o complemento direto vai para o acusativo, o complemento indireto para o dativo e os complementos circunstanciais para o ablativo (ou para preposição mais caso). Nas orações com verbo copulativo (esse e afins), junta-se ao sujeito um predicativo do sujeito, também no nominativo (Roma est magna, «Roma é grande»). Cada função tem, assim, o seu caso próprio.
Uma particularidade importante é que o latim pode dispensar o pronome sujeito, porque a desinência do verbo já indica a pessoa e o número: legit significa «(ele/ela) lê», sem necessidade de exprimir «ele». O sujeito fica, muitas vezes, implícito no verbo, e só se enuncia quando é preciso identificá-lo ou realçá-lo. Reconhecer o sujeito implícito é, por isso, parte da análise.
Analisar uma oração é identificar estes constituintes, e o método mais seguro é sempre o mesmo: localizar primeiro o verbo (o pivô da frase), depois o seu sujeito (no nominativo, ou implícito na desinência) e, por fim, os complementos (pelos seus casos). Este procedimento ordenado é a base de toda a tradução e o antídoto contra a confusão que a ordem livre das palavras pode causar.
Exemplo resolvido

Identificar os constituintes de uma oração

Identifica os constituintes de «Poeta clarus pulchra carmina scribit» e traduz (carmen, carminis, n. = poema).

  1. 01Localizar o verbo

    scribit é o verbo (3.ª pes. sing. do presente de scribere): «escreve». É o centro do predicado.

  2. 02Encontrar o sujeito

    poeta está no nominativo (sujeito, «o poeta»); clarus é adjetivo que com ele concorda («ilustre»).

  3. 03Encontrar o complemento

    carmina é acusativo plural neutro (complemento direto, «poemas»); pulchra concorda com ele («belos»).

Resultado: Sujeito: poeta clarus («o poeta ilustre»); predicado: scribit + carmina («escreve poemas»); a frase traduz-se «O poeta ilustre escreve belos poemas».

Foco no Exame Nacional

  • Identificar o sujeito, o verbo, os complementos e o predicativo de uma oração pela leitura dos casos.
  • Reconhecer o sujeito implícito na desinência verbal (legit = «ele lê»).

Erros frequentes

  • Procurar sempre um sujeito expresso, esquecendo que ele pode estar implícito no verbo.
  • Pôr o predicativo do sujeito no acusativo em vez de no nominativo (Roma est magna).
  • Começar a análise pelas primeiras palavras em vez de localizar primeiro o verbo.

Revisão ativa

Identifica os constituintes da oração «Poeta clarus pulchra carmina scribit» (sujeito, predicado, complemento direto) e traduz.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Latim A — 11.º ano (Sintaxe da frase) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 02

A ordem das palavras e o papel das desinências#

●●○PadrãoLPAE-latim-a-sintaxe-frase

Pontos-chave

Uma consequência decisiva do caráter flexivo do latim é a relativa liberdade da ordem das palavras. Ao contrário do português, em que a ordem é que distingue «o cão morde o homem» de «o homem morde o cão», em latim é a desinência (o caso), e não a posição, que marca a função. Por isso, as mesmas palavras podem aparecer em ordens diferentes sem que as relações gramaticais se alterem (ver Fig. 2).

A ordem é livre; a desinência marca a função

A ordem livre das palavrasTabela com 3 colunas e 3 linhas, Dados: Ordem das palavras · Análise (pela desinência) · Tradução; Magister discipulum laudat · magister nom. (sujeito), discipulum acus. (CD) · O professor elogia o aluno; Discipulum magister laudat · discipulum acus. (CD), magister nom. (sujeito) · O professor elogia o aluno; Laudat discipulum magister · mesma análise pelas desinências · O professor elogia o aluno, célula destacada: magister nom. (sujeito), discipulum acus. (CD)ORDEM DAS PALAVRASANÁLISE (PELADESINÊNCIA)TRADUÇÃOMagister discipulum laudatmagister nom. (sujeito),discipulum acus. (CD)O professor elogia o alunoDiscipulum magister laudatdiscipulum acus. (CD),magister nom. (sujeito)O professor elogia o alunoLaudat discipulum magistermesma análise pelasdesinênciasO professor elogia o aluno
Fig. 2Fig. 2 — As mesmas palavras em ordens diferentes têm o mesmo sentido: é a desinência, não a posição, que marca a função.
Existe, é certo, uma ordem tendencial — sujeito, complementos, verbo (com o verbo frequentemente no fim) —, mas ela é apenas estatística, não obrigatória. Os autores afastam-se dela por razões de ênfase, de ritmo ou de estilo, colocando em relevo, no princípio ou no fim, a palavra que querem destacar. A ordem é, assim, um recurso expressivo, não um marcador de função.
A consequência prática para quem lê é uma só, mas fundamental: nunca se deve presumir que a primeira palavra é o sujeito. É preciso ler as desinências. Numa frase como rosam puella dat, a primeira palavra (rosam) está no acusativo e é o complemento direto, ao passo que o sujeito é puella (nominativo), que vem depois. Deixar-se guiar pela ordem, como em português, conduz a contrassensos.
Esta é, provavelmente, a maior adaptação mental que um falante de português tem de fazer ao aprender latim: ler pela terminação, e não pela posição. É a competência que todo o curso constrói e que o Exame Nacional avalia de forma central, pois dela depende a compreensão correta de qualquer texto. Treinar a identificar a função pelo caso, ignorando a ordem, é o exercício mais rentável da sintaxe.
Exemplo resolvido

Ler pela desinência, não pela ordem

Traduz a frase «Rosam puella dat» e explica por que puella, apesar de vir depois, é o sujeito.

  1. 01Analisar rosam

    rosam está no acusativo: é o complemento direto («a rosa»), embora ocupe o primeiro lugar.

  2. 02Analisar puella

    puella está no nominativo: é o sujeito («a menina»), embora venha depois do complemento.

  3. 03Analisar dat

    dat é o verbo («dá»); o sujeito puella concorda com ele em número e pessoa.

Resultado: A frase significa «A menina dá a rosa»: puella é o sujeito por estar no nominativo (não por posição), e rosam o complemento direto por estar no acusativo — lê-se pela desinência.

Foco no Exame Nacional

  • Analisar a função das palavras pela desinência (o caso), e não pela posição na frase.
  • Reconhecer que a ordem tendencial (sujeito–complementos–verbo) é expressiva, não obrigatória.

Erros frequentes

  • Presumir que a primeira palavra da frase é o sujeito (erro típico de quem lê «à portuguesa»).
  • Ignorar as desinências e traduzir pela ordem das palavras, invertendo sujeito e complemento.
  • Julgar que a mudança de ordem muda as relações gramaticais (muda a ênfase, não a função).

Revisão ativa

Traduz as três ordens «Magister discipulum laudat», «Discipulum magister laudat» e «Laudat discipulum magister» e explica por que têm todas o mesmo sentido.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Latim A — 11.º ano (Ordem das palavras) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 03

A concordância#

●●○PadrãoLPAE-latim-a-sintaxe-frase

Pontos-chave

A concordância é o segundo pilar da sintaxe latina, a par do caso. Consiste na obrigação de certas palavras partilharem categorias gramaticais com aquelas a que se ligam. Várias concordâncias operam ao mesmo tempo numa frase (ver Fig. 3), e é o seu conjunto que, apesar da ordem livre, permite reconstituir os grupos de palavras e compreender a estrutura.

As concordâncias fundamentais

As concordânciasTabela com 3 colunas e 4 linhas, Dados: Concordância · Categorias partilhadas · Exemplo; Sujeito – verbo · pessoa e número · puer legit / puerī legunt; Nome – adjetivo · género, número e caso · puer bonus / puella bona; Predicativo do sujeito · nominativo, com o sujeito · Roma est magna; Relativo – antecedente · género e número do antecedente · uir quī uenit, célula destacada: género, número e casoCONCORDÂNCIACATEGORIAS PARTILHADASEXEMPLOSUJEITO – VERBOpessoa e númeropuer legit / puerī leguntNOME – ADJETIVOgénero, número e casopuer bonus / puella bonaPREDICATIVO DOSUJEITOnominativo, com o sujeitoRoma est magnaRELATIVO –ANTECEDENTEgénero e número doantecedenteuir quī uenit
Fig. 3Fig. 3 — As quatro concordâncias fundamentais que, com o caso, sustentam a frase latina.
As principais concordâncias são quatro. O sujeito concorda com o verbo em pessoa e número (puer legit, «o menino lê»; puerī legunt, «os meninos leem»). O adjetivo concorda com o nome em género, número e caso (puer bonus, «o bom menino»). O predicativo do sujeito concorda com o sujeito e vai para o nominativo (Roma est magna). O pronome relativo concorda com o antecedente em género e número (uir quī uenit, «o homem que vem»).
A concordância não é apenas uma regra a respeitar: é também um instrumento de leitura. Numa frase de ordem livre, é a concordância que permite ligar um adjetivo ao seu nome, ainda que estejam separados por outras palavras: um adjetivo no genitivo feminino singular procura o seu nome no genitivo feminino singular. As terminações que «rimam» nas categorias certas denunciam o grupo, mesmo à distância.
Assim, o caso (que marca a função) e a concordância (que marca a ligação) são as duas forças que tornam legível a frase latina, compensando a liberdade da ordem. Dominar ambas é dominar a sintaxe elementar da língua. O leitor treinado percorre a frase identificando, a cada passo, que palavra concorda com qual e que função tem cada caso — e é assim que reconstitui o sentido, competência central da prova.
Exemplo resolvido

Usar a concordância para ligar adjetivos aos nomes

Na frase «Magnī poetae carmina pulchra legunt», liga cada adjetivo ao seu nome pela concordância e traduz.

  1. 01magnī poetae

    magnī é nom. pl. masc.; poetae é nom. pl. masc. (poeta, m.): concordam — «os grandes poetas» (sujeito).

  2. 02carmina pulchra

    carmina é acus. pl. neutro; pulchra é acus. pl. neutro: concordam — «belos poemas» (complemento direto).

  3. 03legunt

    legunt é o verbo (3.ª pl., «leem»), que concorda com o sujeito magnī poetae (plural).

Resultado: Pela concordância: magnī poetae («os grandes poetas», sujeito) e carmina pulchra («belos poemas», CD); a frase significa «Os grandes poetas leem belos poemas».

Foco no Exame Nacional

  • Aplicar as concordâncias fundamentais (sujeito–verbo, nome–adjetivo, predicativo, relativo–antecedente).
  • Usar a concordância para ligar um adjetivo ao seu nome numa frase de ordem livre.

Erros frequentes

  • Fazer o adjetivo concordar pela terminação semelhante e não pelas categorias (género, número, caso).
  • Esquecer que o predicativo do sujeito vai para o nominativo, concordando com o sujeito.
  • Ligar um adjetivo a um nome com que não concorda em todas as três categorias.

Revisão ativa

Na frase «Magnī poetae carmina pulchra legunt», usa a concordância para ligar cada adjetivo ao seu nome e traduz.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Latim A — 11.º ano (Concordância) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 04

As orações coordenadas#

●●○PadrãoLPAE-latim-a-sintaxe-frase

Pontos-chave

As orações combinam-se de dois modos: por coordenação ou por subordinação. Na coordenação, duas ou mais orações do mesmo nível ligam-se sem que uma dependa da outra, unidas por uma conjunção coordenativa (ou, por vezes, sem conjunção nenhuma). Cada oração coordenada mantém a sua autonomia sintática; simplesmente se justapõem, ligadas por uma relação lógica (ver Fig. 4).

Os tipos de coordenação

Os tipos de coordenaçãoTabela com 3 colunas e 5 linhas, Dados: Tipo · Conjunções · Exemplo e tradução; Copulativa · et, -que, neque · Legit et scrībit (Lê e escreve); Adversativa · sed, tamen · Vult sed nōn potest (Quer, mas não pode); Disjuntiva · aut, uel · Vincēmus aut moriēmur (Venceremos ou morreremos); Conclusiva · ergō, itaque · Cōgitō, ergō sum (Penso, logo existo); Causal · nam, enim · Maneō; nam pluit (Fico, pois chove), célula destacada: et, -que, nequeTIPOCONJUNÇÕESEXEMPLO E TRADUÇÃOCOPULATIVAet, -que, nequeLegit et scrībit (Lê eescreve)ADVERSATIVAsed, tamenVult sed nōn potest (Quer,mas não pode)DISJUNTIVAaut, uelVincēmus aut moriēmur(Venceremos ou morreremos)CONCLUSIVAergō, itaqueCōgitō, ergō sum (Penso,logo existo)CAUSALnam, enimManeō; nam pluit (Fico, poischove)
Fig. 4Fig. 4 — Os tipos de coordenação, segundo o valor da conjunção que liga as orações.
Os tipos de coordenação correspondem aos valores das conjunções coordenativas já estudadas: copulativa (et, -que, neque: «lê e escreve»), adversativa (sed, tamen: «quer, mas não pode»), disjuntiva (aut, uel: «venceremos ou morreremos»), conclusiva (ergō, itaque: «penso, logo existo») e causal (nam, enim: «fico, pois chove»). Reconhecer o valor da conjunção é reconhecer a relação lógica entre as orações coordenadas.
A coordenação admite ainda dois recursos estilísticos importantes. O assíndeto é a coordenação sem conjunção, por simples justaposição, que dá rapidez e força (uēnī, uīdī, uīcī, «vim, vi, venci»). O polissíndeto, ao contrário, repete a conjunção mais vezes do que o necessário, para dar solenidade ou insistência. Ambos são figuras frequentes nos textos, que o leitor deve reconhecer.
A coordenação mantém as orações no mesmo plano; a subordinação, ao contrário, encaixa uma oração dentro de outra, tornando-a dependente (é o objeto do tópico seguinte). Distinguir estas duas formas de combinar orações é o limiar para ler o período latino complexo: uma vez percebido se as orações são coordenadas (autónomas) ou subordinadas (dependentes), a arquitetura da frase revela-se, e com ela o seu sentido.
Exemplo resolvido

Classificar e traduzir a coordenação

Classifica a coordenação e traduz as frases «Vult sed nōn potest» e «Maneō; nam pluit».

  1. 01Vult sed nōn potest

    sed é conjunção adversativa: liga duas orações opondo-as. Vult («quer») e nōn potest («não pode»).

  2. 02Maneō; nam pluit

    nam é conjunção causal/explicativa: justifica a oração anterior. Maneō («fico») e pluit («chove»).

  3. 03Traduzir

    A primeira exprime oposição; a segunda, causa. Ambas coordenam orações autónomas, sem subordinação.

Resultado: «Vult sed nōn potest» = «Quer, mas não pode» (coordenação adversativa); «Maneō; nam pluit» = «Fico, pois chove» (coordenação causal): a conjunção dá o valor lógico.

Foco no Exame Nacional

  • Reconhecer as orações coordenadas e classificar a coordenação pelo valor da conjunção.
  • Distinguir a coordenação (orações do mesmo nível) da subordinação (uma oração dependente de outra).

Erros frequentes

  • Confundir coordenação (orações autónomas) com subordinação (uma oração depende da outra).
  • Não reconhecer o assíndeto (coordenação sem conjunção) e ler as orações como isoladas.
  • Errar o valor lógico da coordenação (traduzir sed «mas» como se fosse conclusivo).

Revisão ativa

Classifica a coordenação e traduz cada frase: «Legit et scrībit», «Vult sed nōn potest» e «Maneō; nam pluit».

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Latim A — 11.º ano (Coordenação) (Direção-Geral da Educação (DGE))

Conteúdo

Secção -- / 04

    • 01Os constituintes da oração○
    • 02A ordem das palavras e o papel das desinências◐
    • 03A concordância◐
    • 04As orações coordenadas◐

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Dos resumos à prática

Sintaxe da frase: constituintes e orações coordenadas

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Referências e fontes

Fontes

Direção-Geral da Educação (DGE)

  • Aprendizagens Essenciais de Latim A — 11.º ano (Sintaxe da frase)

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