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Resumos/Latim A/Fundação de Roma, Monarquia, religião romana e vida familiar
Resumos · Latim APT · Secundário

Fundação de Roma, Monarquia, religião romana e vida familiar

As origens de Roma conhecem-se pela lenda (a fundação por Rómulo em 753 a.C.) e pela história (a formação a partir das aldeias do Tibre). Segue-se a Monarquia (753-509 a.C.), com os seus sete reis tradicionais, e caracterizam-se a religião romana — pública e doméstica — e a família, a célula da sociedade, dominada pelo paterfamilias. É o alicerce da civilização romana.

4 secções·~12 min de leitura·3 competências·Nível Base 1 · Padrão 3

T·131313 / 17
Perfil de exame
Distinguir a fundação lendária da fundação histórica de RomaCaracterizar a Monarquia e a religião romanasCaracterizar a família romana e a vida doméstica
Operadores:distinguecaracterizaexplicarelacionaidentifica

nível básico

Conhecer a lenda e a data da fundação, os reis e os traços da religião e da família romanas.

nível avançado

Distinguir lenda e história e relacionar a religião e a família com os valores da civilização romana.

Profundidade

Profundidade de leitura: Aprofundado

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Conteúdo · 4 secções▾
  1. Fundação de Roma, Monarquia, religião romana e vida familiar
    • 01A fundação de Roma: lenda e história○
    • 02A Monarquia◐
    • 03A religião romana◐
    • 04A família e a vida doméstica◐
§ 01

A fundação de Roma: lenda e história#

●○○BaseLPAE-latim-a-cultura-origens

Pontos-chave

As origens de Roma conhecem-se por dois caminhos que importa distinguir: a lenda e a história. Segundo a lenda, Roma foi fundada em 753 a.C. por Rómulo, descendente do herói troiano Eneias e da vestal Reia Sílvia. Rómulo e o seu gémeo Remo, abandonados no Tibre, foram amamentados por uma loba (a lupa) e criados por um pastor; ao fundarem a cidade, disputaram entre si, e Rómulo matou Remo, dando o seu nome a Roma, no monte Palatino. Este mito liga Roma a Troia e ao mundo grego (ver Fig. 1).

Das origens à República

As origens de RomaLinha do tempo de -800 a -450, -753: Fundação lendária (Rómulo), -715: Numa Pompílio (religião), -578: Sérvio Túlio (censo), -509: Fim da Monarquia; República, -753–-509: Monarquia romana−800−450a.C.Monarquia romana−753Fundaçãolendária (Rómul…−715Numa Pompílio(religião)−578Sérvio Túlio(censo)−509Fim daMonarquia; Repú…
Fig. 1Fig. 1 — Da fundação lendária (753 a.C.) ao início da República (509 a.C.): a Monarquia romana.
Segundo a história e a arqueologia, Roma nasceu, mais prosaicamente, da união de pequenas aldeias instaladas nas colinas junto ao rio Tibre, por volta do século VIII a.C., num ponto estratégico onde o rio se podia atravessar. Foi um povoado real, progressivamente urbanizado, num cruzamento de rotas comerciais, sob a influência dos Etruscos (a norte) e dos Gregos (a sul da Itália). A cidade cresceu pela sua posição privilegiada.
A distinção entre lenda e história é ela própria importante e faz parte do programa. A lenda exprime o modo como os Romanos viam as suas origens — uma descendência divina e troiana, um destino guerreiro, a marca de Rómulo —, e teve enorme peso na identidade e na propaganda de Roma (Augusto reclamou-se dessa ascendência). A história explica a formação real da cidade. Ambas são necessárias para compreender a civilização romana.
A cronologia fixa três marcos que hão de reaparecer em todo o curso: 753 a.C., a fundação lendária; a Monarquia, que se lhe segue; e 509 a.C., o início da República. Estas datas são a espinha dorsal da história de Roma e devem ficar bem seguras, pois organizam todo o estudo da civilização romana e são muitas vezes o pano de fundo dos textos latinos.
Exemplo resolvido

Distinguir lenda e história na fundação

Explica em que difere a fundação lendária da fundação histórica de Roma, indicando um elemento de cada.

  1. 01A lenda

    Atribui a fundação a Rómulo, em 753 a.C., descendente de Eneias, amamentado pela loba com Remo, a quem mata — uma narrativa de origem divina e guerreira.

  2. 02A história

    Explica Roma como fruto da união de aldeias nas colinas do Tibre, no século VIII a.C., num ponto estratégico, sob influência etrusca e grega.

  3. 03A diferença

    A lenda exprime a auto-imagem dos Romanos (destino, descendência troiana); a história descreve a formação real da cidade.

Resultado: A fundação lendária (Rómulo, a loba, 753 a.C.) exprime como Roma se via; a fundação histórica (as aldeias do Tibre) explica como nasceu de facto — são dois planos complementares.

Foco no Exame Nacional

  • Distinguir a fundação lendária (Rómulo, 753 a.C., a loba) da fundação histórica (as aldeias do Tibre).
  • Situar a cronologia: 753 a.C. (fundação) e 509 a.C. (República).

Erros frequentes

  • Apresentar a lenda de Rómulo e Remo como facto histórico.
  • Confundir as datas da fundação (753 a.C.) e do início da República (509 a.C.).
  • Ignorar a importância da lenda para a identidade e a propaganda romanas.

Revisão ativa

Distingue a fundação lendária da fundação histórica de Roma, indicando os elementos de cada uma e a data tradicional.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Latim A — Cultura e civilização (Origens de Roma) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 02

A Monarquia#

●●○PadrãoLPAE-latim-a-cultura-origens

Pontos-chave

A primeira fase política de Roma foi a Monarquia (753-509 a.C.), durante a qual a cidade foi governada por reis. Segundo a tradição, foram sete os reis de Roma (ver Fig. 2). O rei (rex) concentrava os poderes militar, religioso e judicial, mas era assistido por dois órgãos que sobreviveriam à Monarquia: o Senado (o conselho dos anciãos, os patres) e as assembleias do povo (os comícios).

Os sete reis de Roma

Os sete reisTabela com 3 colunas e 7 linhas, Dados: Rei · Origem · Contributo tradicional; 1. Rómulo · lendária · fundação da cidade e das instituições; 2. Numa Pompílio · sabina · religião, calendário e culto; 3. Tulo Hostílio · lendária · guerras e expansão militar; 4. Anco Márcio · sabina · porto de Óstia, obras públicas; 5. Tarquínio Prisco · etrusca · grandes obras (Cloaca Máxima, Circo); 6. Sérvio Túlio · etrusca · organização social pelo censo; 7. Tarquínio, o Soberbo · etrusca · tirania; expulso em 509 a.C., célula destacada: tirania; expulso em 509 a.C.REIORIGEMCONTRIBUTO TRADICIONAL1. RÓMULOlendáriafundação da cidade e dasinstituições2. NUMA POMPÍLIOsabinareligião, calendário e culto3. TULO HOSTÍLIOlendáriaguerras e expansão militar4. ANCO MÁRCIOsabinaporto de Óstia, obraspúblicas5. TARQUÍNIOPRISCOetruscagrandes obras (CloacaMáxima, Circo)6. SÉRVIO TÚLIOetruscaorganização social pelocenso7. TARQUÍNIO, OSOBERBOetruscatirania; expulso em 509 a.C.
Fig. 2Fig. 2 — Os sete reis tradicionais de Roma; os três últimos são etruscos.
Os sete reis tradicionais são: Rómulo, o fundador; Numa Pompílio, a quem se atribui a organização da religião e do calendário; Tulo Hostílio, rei guerreiro; Anco Márcio, que teria fundado o porto de Óstia; e depois os três reis etruscos — Tarquínio Prisco, autor de grandes obras, Sérvio Túlio, que organizou a sociedade pelo censo, e Tarquínio, o Soberbo, tirano que seria expulso. Os três últimos refletem o período de domínio etrusco sobre Roma.
Os Etruscos deixaram uma marca profunda em Roma: o urbanismo e a engenharia (a Cloaca Máxima, o Circo Máximo), a religião, as insígnias do poder (os fasces, a toga), os jogos e mesmo os combates de gladiadores. Roma aprendeu muito com eles e com os Gregos do sul da Itália, e essa herança fundiu-se na sua própria civilização em formação.
Em 509 a.C., a tirania de Tarquínio, o Soberbo, terá levado à sua expulsão e ao fim da Monarquia. Os Romanos, que a partir de então detestaram profundamente a realeza, fundaram a República (res publica, «a coisa pública»). Esta transição — da Monarquia à República — é um acontecimento fundador da identidade política romana, e o horror ao título de rei marcaria toda a história posterior de Roma.
Exemplo resolvido

Explicar a transição da Monarquia à República

Explica como e quando terminou a Monarquia romana e que regime se lhe seguiu.

  1. 01O último rei

    Tarquínio, o Soberbo, rei etrusco, governou como tirano, o que gerou a revolta da aristocracia romana.

  2. 02A data e o ato

    Em 509 a.C., Tarquínio foi expulso, pondo fim à Monarquia e ao domínio etrusco.

  3. 03O novo regime

    Os Romanos fundaram a República (res publica), repartindo o poder por magistraturas, pelo Senado e pelos comícios, e passaram a detestar a realeza.

Resultado: A Monarquia terminou em 509 a.C. com a expulsão de Tarquínio, o Soberbo; seguiu-se a República — transição fundadora que marcou para sempre a aversão romana ao título de rei.

Foco no Exame Nacional

  • Caracterizar a Monarquia romana e os órgãos que assistiam o rei (Senado, comícios).
  • Conhecer os sete reis tradicionais e a herança etrusca; situar o fim da Monarquia (509 a.C.).

Erros frequentes

  • Julgar o poder do rei absoluto, esquecendo o Senado e os comícios.
  • Ignorar a importância do período etrusco (os três últimos reis).
  • Não relacionar o fim da Monarquia (509 a.C.) com a aversão romana à realeza.

Revisão ativa

Caracteriza a Monarquia romana, indicando os poderes do rei, os órgãos que o assistiam e a herança dos reis etruscos.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Latim A — Cultura e civilização (A Monarquia) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 03

A religião romana#

●●○PadrãoLPAE-latim-a-cultura-origens

Pontos-chave

A religião romana era politeísta e estava profundamente entretecida na vida pública e privada. Era, acima de tudo, uma religião de prática — ritos, sacrifícios, auspícios — mais do que de dogma: importava sobretudo a execução correta dos ritos, para manter a benevolência dos deuses (a pax deorum, «a paz com os deuses»), e não tanto a crença íntima. Descuidar um rito podia atrair a cólera divina sobre toda a comunidade.
O culto doméstico ocupava um lugar central. Cada casa tinha os seus espíritos protetores (ver Fig. 3): os Lares (protetores do lar), os Penates (da despensa e dos bens), os Manes (os espíritos dos antepassados), o Genius (o espírito protetor do paterfamilias) e Vesta (o fogo do lar). O paterfamilias era o sacerdote da casa e presidia diariamente aos ritos, junto ao lararium, o altar doméstico.

As divindades e os cultos romanos

Divindades e cultosTabela com 3 colunas e 6 linhas, Dados: Divindade / culto · Âmbito · Função; Lares · doméstico · protetores do lar e da casa; Penates · doméstico · protetores da despensa e dos bens; Manes · doméstico · espíritos dos antepassados; Vesta · doméstico e público · deusa do fogo do lar; as Vestais; Genius · doméstico · espírito protetor do paterfamilias; Júpiter, Juno, Minerva · público · a tríade capitolina do Estado, célula destacada: Júpiter, Juno, MinervaDIVINDADE / CULTOÂMBITOFUNÇÃOLARESdomésticoprotetores do lar e da casaPENATESdomésticoprotetores da despensa e dosbensMANESdomésticoespíritos dos antepassadosVESTAdoméstico e públicodeusa do fogo do lar; asVestaisGENIUSdomésticoespírito protetor dopaterfamiliasJÚPITER, JUNO,MINERVApúblicoa tríade capitolina doEstado
Fig. 3Fig. 3 — O culto doméstico (Lares, Penates, Manes, Vesta) e o culto público (a tríade capitolina).
O culto público era o do Estado, presidido pelos grandes deuses, com destaque para a tríade capitolina — Júpiter, Juno e Minerva. Havia templos, colégios de sacerdotes (os pontífices, os áugures, as Vestais que guardavam o fogo de Vesta), festas religiosas e a leitura dos presságios (os auspicia) antes de qualquer ato público importante. Religião e política andavam, assim, de mãos dadas.
A religião romana absorveu os deuses gregos (por interpretatio: Júpiter identificou-se com Zeus, Juno com Hera) e, mais tarde, cultos orientais. Faz parte da herança clássica: muitos dos seus mitos, nomes e instituições sobrevivem na cultura ocidental. O seu estudo integra a componente de civilização e cultura romanas da Prova 732 e ajuda a compreender os textos latinos, cheios de referências religiosas.
Exemplo resolvido

Caracterizar a religião romana a partir do lararium

A partir da existência de um lararium em cada casa romana, caracteriza o culto doméstico e o papel do paterfamilias.

  1. 01O que é o lararium

    É o altar doméstico onde se prestava culto aos deuses da casa — os Lares, os Penates, os Manes — e ao Genius do paterfamilias.

  2. 02O papel do paterfamilias

    Como chefe da casa, era o sacerdote doméstico: presidia aos ritos diários, oferecendo pequenas oferendas para garantir a proteção dos deuses do lar.

  3. 03O sentido do culto

    Refletia o caráter prático da religião romana: manter a pax deorum através de ritos corretos, aqui à escala da família.

Resultado: O lararium mostra que o culto doméstico, presidido pelo paterfamilias, era o coração religioso da casa: pela prática correta dos ritos aos Lares, Penates e Manes, garantia-se a proteção dos deuses.

Foco no Exame Nacional

  • Caracterizar a religião romana como religião de prática (ritos, pax deorum) e distinguir culto doméstico e público.
  • Identificar as divindades domésticas (Lares, Penates, Manes, Vesta) e a tríade capitolina.

Erros frequentes

  • Aplicar à religião romana a noção de fé/dogma das religiões reveladas (era sobretudo prática ritual).
  • Confundir as divindades domésticas (Lares, Penates) com os grandes deuses do culto público.
  • Separar religião e política, quando em Roma estavam profundamente ligadas.

Revisão ativa

Caracteriza a religião romana, distinguindo o culto doméstico do culto público e indicando divindades de cada um.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Latim A — Cultura e civilização (Religião romana) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 04

A família e a vida doméstica#

●●○PadrãoLPAE-latim-a-cultura-origens

Pontos-chave

A familia era a célula básica da sociedade romana — mas a palavra tinha um sentido mais amplo do que a nossa «família»: designava todos os que viviam sob a autoridade do paterfamilias, parentes, servos e bens incluídos (ver Fig. 4). É um dos casos em que a realidade cultural latina não coincide com a portuguesa, e o falso amigo familia deve traduzir-se com cuidado.

A familia romana e o paterfamilias

A familia romanaGrafo, paterfamilias (chefe da casa) → materfamilias (esposa), paterfamilias (chefe da casa) → filiī (filhos), paterfamilias (chefe da casa) → serui (escravos), paterfamilias (chefe da casa) → clientes (dependentes)paterfamilias(chefe da casa)materfamilias(esposa)filiī (filhos)serui (escravos)clientes(dependentes)manuspatriapotestasdominiumpatronato
Fig. 4Fig. 4 — A familia romana organiza-se sob a autoridade (patria potestas) do paterfamilias.
O paterfamilias detinha a patria potestas, uma autoridade quase absoluta sobre toda a casa: sobre a esposa (com a manus), sobre os filhos (mesmo adultos), sobre os escravos (o dominium) e sobre os dependentes livres (os clientes, sob o seu patronato). Era um poder legal e vitalício, um traço muito característico da sociedade romana, que fazia do chefe de família uma espécie de pequeno soberano doméstico.
A materfamilias (a esposa) dirigia a casa e gozava de um respeito real, maior do que na Grécia, embora com autonomia jurídica limitada. O matrimónio (matrimonium) era uma instituição social importante, e os filhos eram educados nos valores da família e dos antepassados (o mos maiorum, «o costume dos maiores»). Os escravos asseguravam o trabalho doméstico e produtivo, e alguns, mais instruídos, eram preceptores ou secretários.
A própria casa (a domus) refletia esta ordem: o atrium, com o lararium e as imagines (as máscaras dos antepassados), o tablinum e o peristylium. A família era a escola dos valores romanos — a pietas (o dever para com os deuses, a família e o Estado), a fides (a lealdade), a grauitas (a seriedade) —, e o seu estudo revela os fundamentos da civilização romana, parte integrante da componente cultural da Prova 732.
Exemplo resolvido

Explicar a patria potestas

A partir da afirmação de que o paterfamilias tinha poder sobre toda a casa, explica o que era a patria potestas e o sentido de familia.

  1. 01Quem é o paterfamilias

    É o chefe da casa, o homem mais velho, sob cuja autoridade viviam todos os membros da familia.

  2. 02O que é a patria potestas

    É o poder legal, quase absoluto e vitalício, do paterfamilias sobre a esposa, os filhos (mesmo adultos), os escravos e os bens.

  3. 03O sentido de familia

    familia designava todos os que dependiam desse poder — parentes, servos e bens —, e não apenas os parentes de sangue, como hoje.

Resultado: A patria potestas era a autoridade quase absoluta do paterfamilias sobre toda a casa; por isso familia significava o conjunto dos que dependiam dele, um sentido bem mais amplo do que o atual.

Foco no Exame Nacional

  • Explicar a patria potestas e o sentido alargado de familia (falso amigo).
  • Caracterizar o papel do paterfamilias, da materfamilias e dos escravos, e os valores familiares (pietas, fides).

Erros frequentes

  • Traduzir familia pelo sentido moderno de «família» (era o conjunto dos que dependiam do paterfamilias).
  • Subestimar a extensão da patria potestas (abrangia os filhos adultos e os bens).
  • Ignorar o papel real da materfamilias e a importância dos valores (pietas, mos maiorum).

Revisão ativa

Explica o que era a patria potestas e por que a familia romana não corresponde exatamente à «família» no sentido atual.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Latim A — Cultura e civilização (A família romana) (Direção-Geral da Educação (DGE))

Conteúdo

Secção -- / 04

    • 01A fundação de Roma: lenda e história○
    • 02A Monarquia◐
    • 03A religião romana◐
    • 04A família e a vida doméstica◐

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Fontes

Direção-Geral da Educação (DGE)

  • Aprendizagens Essenciais de Latim A — Cultura e civilização (Origens de Roma)

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