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Resumos/Latim A/República e Império: expansão, Guerras Púnicas e romanização da Hispânia
Resumos · Latim APT · Secundário

República e Império: expansão, Guerras Púnicas e romanização da Hispânia

Da Monarquia à República (509-27 a.C.), Roma repartiu o poder por magistraturas, Senado e comícios e cresceu de cidade a senhora do Mediterrâneo, sobretudo nas Guerras Púnicas contra Cartago (264-146 a.C.). Com Augusto começou o Império (27 a.C.), a Pax Romana e a maior extensão. A romanização difundiu a língua, o direito e a cidade, e a Hispânia — a futura Lusitânia — foi profundamente romanizada.

4 secções·~12 min de leitura·3 competências·Nível Padrão 3 · Aprofundamento 1

T·141414 / 17
Perfil de exame
Situar as fases da história de Roma (Monarquia, República, Império)Explicar a expansão e as Guerras PúnicasCaracterizar a romanização e a sua marca no território peninsular
Operadores:situaexplicacaracterizarelacionadistingue

nível básico

Conhecer as fases (República, Império), as Guerras Púnicas e a romanização da Hispânia.

nível avançado

Explicar as instituições republicanas, a expansão e os efeitos da romanização, incluindo a Lusitânia.

Profundidade

Profundidade de leitura: Aprofundado

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Conteúdo · 4 secções▾
  1. República e Império: expansão, Guerras Púnicas e romanização da Hispânia
    • 01Da Monarquia à República◐
    • 02A expansão e as Guerras Púnicas●
    • 03O Império romano◐
    • 04A romanização da Hispânia◐
§ 01

Da Monarquia à República#

●●○PadrãoLPAE-latim-a-cultura-republica-imperio

Pontos-chave

Com o fim da Monarquia (509 a.C.), Roma tornou-se uma República (res publica, «a coisa pública»), regime que durou quase cinco séculos (509-27 a.C.). Para impedir que um só homem voltasse a dominar, o poder foi repartido por três órgãos que se equilibravam (ver Fig. 1): as magistraturas (eletivas, temporárias e colegiais), o Senado (a assembleia dos antigos magistrados, a grande autoridade orientadora) e os comícios (as assembleias do povo, que elegiam e votavam).

As fases da história de Roma

As fases de RomaLinha do tempo de -520 a 500, -509: República, -264: 1.ª Guerra Púnica, -146: Destruição de Cartago, -27: Império (Augusto), 476: Queda do Ocidente, -509–-27: República, -27–476: Império−520500anoRepúblicaImpério−509República−2641.ª GuerraPúnica−146Destruição deCartago−27Império(Augusto)476Queda doOcidente
Fig. 1Fig. 1 — As grandes fases: República (509-27 a.C.) e Império (27 a.C.-476 d.C.).
As magistraturas eram exercidas por cidadãos eleitos por um ano. No topo estavam os dois cônsules, com o poder civil e militar supremo; abaixo, os pretores (justiça), os edis, os questores e os censores; e, em situações de crise, um ditador, com poderes excecionais por seis meses. As regras da anualidade (um ano) e da colegialidade (vários magistrados iguais) impediam que o poder se concentrasse e degenerasse em tirania.
A história interna da República foi marcada pelo conflito de ordens entre patrícios (a antiga aristocracia) e plebeus (o povo), que foram conquistando direitos: os tribunos da plebe (que defendiam o povo), o acesso às magistraturas e a fixação do direito por escrito (a Lei das Doze Tábuas). Esta luta, longa e em geral pacífica, alargou pouco a pouco a participação política.
Esta constituição mista e equilibrada — que o historiador grego Políbio admirou — deu a Roma grande estabilidade e tornou-se um modelo para o pensamento político posterior. A sua crise, no século I a.C., com as guerras civis, abriria caminho ao Império. A República é, assim, ao mesmo tempo, o período da grande expansão de Roma e o berço de instituições que a Europa haveria de recordar.
Exemplo resolvido

Explicar o equilíbrio de poderes na República

Explica como a República romana impedia que um só homem concentrasse o poder.

  1. 01Repartição por três órgãos

    O poder repartia-se pelas magistraturas (executivo), o Senado (autoridade orientadora) e os comícios (o povo) — nenhum detinha tudo.

  2. 02Anualidade

    As magistraturas eram exercidas por apenas um ano, findo o qual o magistrado prestava contas.

  3. 03Colegialidade

    Havia sempre vários magistrados iguais (dois cônsules), que se podiam limitar mutuamente.

Resultado: A República evitava a concentração do poder repartindo-o por três órgãos e sujeitando as magistraturas à anualidade e à colegialidade — um sistema de equilíbrios que garantiu estabilidade.

Foco no Exame Nacional

  • Caracterizar a República romana e a repartição do poder (magistraturas, Senado, comícios).
  • Explicar as regras de anualidade e colegialidade e o conflito de ordens (patrícios/plebeus).

Erros frequentes

  • Confundir a República (509-27 a.C.) com o Império (a partir de 27 a.C.).
  • Julgar as magistraturas vitalícias, esquecendo a anualidade e a colegialidade.
  • Ignorar o conflito de ordens e as conquistas dos plebeus.

Revisão ativa

Caracteriza a República romana, indicando os três órgãos de poder e as regras que impediam a concentração do poder nas magistraturas.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Latim A — Cultura e civilização (A República) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 02

A expansão e as Guerras Púnicas#

●●●AprofundamentoLPAE-latim-a-cultura-republica-imperio

Pontos-chave

Ao longo da República, Roma cresceu de cidade a senhora do Mediterrâneo. Primeiro unificou a Itália; depois, no grande confronto com Cartago — a poderosa cidade fenícia do Norte de África — nas Guerras Púnicas (264-146 a.C.), conquistou o Mediterrâneo ocidental (ver Fig. 2). «Púnicas» vem de Poeni, o nome latino dos Cartagineses.

As três Guerras Púnicas

As Guerras PúnicasTabela com 4 colunas e 3 linhas, Dados: Guerra Púnica · Datas · Acontecimentos · Resultado; 1.ª · 264-241 a.C. · luta pela Sicília; guerra naval · Roma conquista a Sicília (1.ª província); 2.ª · 218-201 a.C. · Aníbal nos Alpes; Canas (216); Zama (202) · vitória de Roma; Cartago perde a Hispânia; 3.ª · 149-146 a.C. · cerco de Cartago · destruição de Cartago; domínio do Mediterrâneo, célula destacada: Aníbal nos Alpes; Canas (216); Zama (202)GUERRA PÚNICADATASACONTECIMENTOSRESULTADO1.ª264-241 a.C.luta pela Sicília; guerranavalRoma conquista a Sicília(1.ª província)2.ª218-201 a.C.Aníbal nos Alpes; Canas(216); Zama (202)vitória de Roma; Cartagoperde a Hispânia3.ª149-146 a.C.cerco de Cartagodestruição de Cartago;domínio do Mediterrâneo
Fig. 2Fig. 2 — As Guerras Púnicas (264-146 a.C.) deram a Roma o domínio do Mediterrâneo ocidental.
Foram três as Guerras Púnicas. A primeira (264-241 a.C.), pelo domínio da Sicília, foi sobretudo naval e deu a Roma a sua primeira província. A segunda (218-201 a.C.) foi a mais dramática: o general cartaginês Aníbal atravessou os Alpes com os seus elefantes, esmagou os Romanos em Canas (216 a.C.), mas foi por fim vencido por Cipião em Zama (202 a.C.), e Cartago perdeu a Hispânia. A terceira (149-146 a.C.) terminou com o cerco e a destruição total de Cartago.
Com a destruição de Cartago (146 a.C. — o mesmo ano da destruição de Corinto, na Grécia), Roma ficou senhora do Mediterrâneo, a que passou a chamar mare nostrum, «o nosso mar». A expansão continuou para oriente (a Grécia, a Ásia) e para ocidente (a Hispânia e, mais tarde, a Gália, conquistada por César), fazendo de Roma um império antes mesmo de ter imperadores.
A expansão transformou profundamente Roma: entraram riquezas e escravos em massa, arruinaram-se os pequenos agricultores, cresceram os grandes latifúndios e agravaram-se as tensões sociais. Foram estas tensões que, no século I a.C., desembocaram nas guerras civis e no fim da República. A conquista fez a grandeza de Roma e, ao mesmo tempo, minou o regime republicano — um paradoxo central da sua história.
Exemplo resolvido

Explicar a segunda Guerra Púnica

Explica por que a segunda Guerra Púnica foi a mais dramática e como terminou.

  1. 01A ofensiva de Aníbal

    O cartaginês Aníbal partiu da Hispânia, atravessou os Alpes com o exército e os elefantes e invadiu a própria Itália.

  2. 02O desastre de Canas

    Em 216 a.C., em Canas, Aníbal infligiu a Roma uma das maiores derrotas da sua história — mas não tomou a cidade.

  3. 03A viragem em Zama

    Roma levou a guerra a África; em 202 a.C., em Zama, Cipião derrotou Aníbal, e Cartago rendeu-se, perdendo a Hispânia.

Resultado: A segunda Guerra Púnica (218-201 a.C.) foi dramática porque Aníbal invadiu a Itália e venceu em Canas; mas Cipião derrotou-o em Zama (202 a.C.), e Roma impôs-se, ganhando a Hispânia.

Foco no Exame Nacional

  • Situar e caracterizar as três Guerras Púnicas (datas, Aníbal, Cipião, destruição de Cartago).
  • Explicar as consequências da expansão (mare nostrum, tensões sociais, crise da República).

Erros frequentes

  • Confundir as três Guerras Púnicas e as suas datas.
  • Atribuir a vitória final a Aníbal (foi vencido por Cipião em Zama, 202 a.C.).
  • Ignorar as consequências sociais da expansão (latifúndios, crise da República).

Revisão ativa

Situa as três Guerras Púnicas e explica a importância da segunda (Aníbal, Canas, Zama) e do desfecho de 146 a.C.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Latim A — Cultura e civilização (Expansão e Guerras Púnicas) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 03

O Império romano#

●●○PadrãoLPAE-latim-a-cultura-republica-imperio

Pontos-chave

A crise da República desembocou em guerras civis (Mário contra Sila, César contra Pompeio e, por fim, Octávio contra António). Vencedor, Octávio concentrou o poder e, em 27 a.C., recebeu o título de Augusto, tornando-se o primeiro imperador (princeps, «primeiro cidadão»). Começava o Império (ver Fig. 3), que punha fim a um século de guerras civis e trazia a paz.

O Império romano

O Império romanoTabela com 3 colunas e 5 linhas, Dados: Aspeto · Descrição · Referência; Início · Augusto, primeiro imperador (princeps) · 27 a.C., fim das guerras civis; Pax Romana · longa paz e prosperidade · séculos I-II d.C.; Extensão máxima · do Atlântico ao Eufrates · sob Trajano (séc. II d.C.); Unificação · latim, direito, estradas, cidadania · romanização das províncias; Queda do Ocidente · crises e invasões germânicas · 476 d.C., célula destacada: Augusto, primeiro imperador (princeps)ASPETODESCRIÇÃOREFERÊNCIAINÍCIOAugusto, primeiro imperador(princeps)27 a.C., fim das guerrascivisPAX ROMANAlonga paz e prosperidadeséculos I-II d.C.EXTENSÃO MÁXIMAdo Atlântico ao Eufratessob Trajano (séc. II d.C.)UNIFICAÇÃOlatim, direito, estradas,cidadaniaromanização das provínciasQUEDA DO OCIDENTEcrises e invasões germânicas476 d.C.
Fig. 3Fig. 3 — Do início do Império (Augusto, 27 a.C.) à queda do Ocidente (476 d.C.).
Augusto manteve as formas exteriores da República, mas deteve o poder real. Seguiu-se a Pax Romana (séculos I e II d.C.), dois séculos de relativa paz e prosperidade, em que o Império atingiu a sua maior extensão — do Atlântico ao Eufrates, sob o imperador Trajano — e a civilização romana se difundiu por todo o mundo mediterrânico. Foi a época áurea de Roma.
O Império unificou o mundo mediterrânico: uma língua comum (o latim no Ocidente, o grego no Oriente), o direito romano, uma rede de estradas e de cidades, a moeda e a cidadania, alargada a quase todos os homens livres pelo Édito de Caracala (212 d.C.). Durante um tempo, foi um vasto mundo integrado e multicultural, ligado por Roma.
A partir do século III, crises económicas e militares e a pressão dos povos germânicos foram enfraquecendo o Império. Em 476 d.C., o Império Romano do Ocidente caiu, mas o seu legado — a língua, o direito, a cidade, o Cristianismo — sobreviveu na Idade Média e moldou a Europa. Este longo arco (República, Império, queda) é a espinha dorsal da história de Roma e o pano de fundo de grande parte dos textos latinos.
Exemplo resolvido

Explicar o início do Império

Explica como Octávio se tornou o primeiro imperador e o que representou o início do Império.

  1. 01As guerras civis

    A crise da República gerou guerras civis; Octávio, sobrinho-neto de César, saiu vencedor ao derrotar António e Cleópatra.

  2. 02O título de Augusto

    Em 27 a.C., o Senado concedeu-lhe o título de Augusto; tornou-se princeps, detendo o poder real embora conservasse as formas republicanas.

  3. 03O significado

    Começava o Império e a Pax Romana: acabava um século de guerras civis e inaugurava-se um longo período de paz e prosperidade.

Resultado: Octávio tornou-se Augusto em 27 a.C., o primeiro imperador: o início do Império pôs fim às guerras civis e abriu a Pax Romana, mantendo as aparências da República sob um poder pessoal.

Foco no Exame Nacional

  • Situar o início do Império (Augusto, 27 a.C.) e caracterizar a Pax Romana e a extensão máxima.
  • Explicar a unificação do mundo romano (língua, direito, cidadania) e a queda de 476 d.C.

Erros frequentes

  • Datar o início do Império antes de 27 a.C. ou confundir Augusto com César.
  • Ignorar que Augusto manteve as formas republicanas enquanto detinha o poder real.
  • Esquecer o legado duradouro do Império após a queda de 476 d.C.

Revisão ativa

Explica como começou o Império romano e caracteriza a Pax Romana, indicando a extensão máxima do Império.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Latim A — Cultura e civilização (O Império) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 04

A romanização da Hispânia#

●●○PadrãoLPAE-latim-a-cultura-republica-imperio

Pontos-chave

À medida que conquistava, Roma transformava os povos vencidos através de um processo profundo a que se chama romanização: a adoção, pelos vencidos, da língua, do direito, da religião, dos costumes e das formas de vida romanas (ver Fig. 4). A romanização não foi só imposta pela força; foi também atraente — ser romano dava estatuto, direitos e acesso a uma civilização urbana e próspera —, e fez-se por vários agentes: a língua, a cidade, o direito e a cidadania, o exército e os veteranos, as estradas e o comércio.

Os agentes da romanização

A romanização da HispâniaGrafo, Latim (língua) → Romanização da Hispânia, Cidade e urbanismo → Romanização da Hispânia, Direito e cidadania → Romanização da Hispânia, Exército e veteranos → Romanização da Hispânia, Estradas e comércio → Romanização da HispâniaLatim (língua)Cidade eurbanismoDireito ecidadaniaExército eveteranosEstradas ecomércioRomanização daHispânia
Fig. 4Fig. 4 — Vários agentes difundiram a civilização romana na Hispânia, a futura Lusitânia.
A Península Ibérica (a Hispânia) foi profundamente romanizada. Integrada sobretudo na província da Lusitânia (e parte na Bética e na Tarraconense/Galécia), conheceu a fundação e o desenvolvimento de cidades como Olisipo (Lisboa), Bracara Augusta (Braga), Ebora (Évora), Scallabis (Santarém) e Conimbriga (junto a Coimbra), cujas ruínas ainda hoje se visitam. Cruzaram-na vias romanas, ergueram-se pontes, templos e villae agrícolas.
A romanização não foi imediata nem pacífica. Os povos locais resistiram, e é célebre a figura de Viriato e a luta dos Lusitanos contra Roma, no século II a.C. Mas a resistência acabou por ceder, e a romanização deixou marcas duradouras em toda a Península, tornando-a parte integrante do mundo romano.
O legado romano no território português é visível ainda hoje e é parte da nossa identidade — um ponto que Latim A relaciona expressamente com a cultura portuguesa. A língua portuguesa é uma língua românica, filha do latim; o direito português tem raízes no direito romano; muitos topónimos, traçados de estradas e limites administrativos remontam a esse tempo. Estudar a romanização é compreender como o território que viria a ser Portugal foi integrado, desde a Antiguidade, na civilização europeia de raiz greco-latina.
Exemplo resolvido

Explicar a romanização a partir de um vestígio

Junto a Coimbra estão as ruínas de Conimbriga, com forum, termas e casas com mosaicos. Explica como este sítio ilustra a romanização do território português.

  1. 01Identificar

    Conimbriga é uma cidade romana da Lusitânia, com os elementos típicos do urbanismo romano (forum, termas, casas com mosaicos, ruas regulares).

  2. 02Relacionar com a romanização

    A existência de uma cidade organizada à romana mostra a adoção do modo de vida urbano, da língua, do direito e dos costumes romanos pelas populações locais.

  3. 03Alargar

    Integra-se numa rede de cidades e vias (Olisipo, Bracara, Ebora) que difundiram a civilização romana por todo o território.

Resultado: Conimbriga é um testemunho material da romanização: uma cidade construída à romana prova a integração do território português na civilização urbana, jurídica e linguística de Roma, de que o português é herdeiro.

Foco no Exame Nacional

  • Definir romanização e identificar os seus agentes (língua, cidade, direito, exército, estradas).
  • Localizar a romanização do território português (Lusitânia, cidades romanas, Viriato) e o seu legado.

Erros frequentes

  • Reduzir a romanização à conquista militar, esquecendo a língua, a cidade e o direito.
  • Ignorar a resistência dos Lusitanos e de Viriato.
  • Não relacionar o português (língua românica) com o latim e a romanização.

Revisão ativa

Define romanização, indica três dos seus agentes e dá um exemplo do território português (cidade ou legado).

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Latim A — Cultura e civilização (Romanização da Hispânia) (Direção-Geral da Educação (DGE))

Conteúdo

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    • 01Da Monarquia à República◐
    • 02A expansão e as Guerras Púnicas●
    • 03O Império romano◐
    • 04A romanização da Hispânia◐

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Fontes

Direção-Geral da Educação (DGE)

  • Aprendizagens Essenciais de Latim A — Cultura e civilização (A República)

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