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Resumos/Latim A/Lendas e mitologia greco-latina e a sua presença na cultura
Resumos · Latim APT · Secundário

Lendas e mitologia greco-latina e a sua presença na cultura

A mitologia romana herdou, em grande parte, a grega: Roma identificou os seus deuses com os gregos e adotou os seus mitos. Estudam-se a correspondência entre os deuses greco-romanos, os mitos fundadores (Eneias e a origem troiana de Roma), os grandes heróis e mitos gregos, e a presença viva da mitologia na cultura ocidental e portuguesa, com destaque para Os Lusíadas.

4 secções·~11 min de leitura·3 competências·Nível Padrão 4

T·151515 / 17
Perfil de exame
Identificar os deuses greco-latinos e a sua correspondênciaReconhecer os mitos fundadores e os grandes heróis e mitosRelacionar a mitologia com a cultura e a herança portuguesa
Operadores:identificareconhecerelacionaexplicainterpreta

nível básico

Conhecer os principais deuses greco-romanos e alguns mitos e a sua presença na cultura.

nível avançado

Relacionar os mitos fundadores e a mitologia com a identidade romana e a cultura portuguesa.

Profundidade

Profundidade de leitura: Aprofundado

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Conteúdo · 4 secções▾
  1. Lendas e mitologia greco-latina e a sua presença na cultura
    • 01Os deuses greco-romanos◐
    • 02Mitos fundadores: Eneias e a origem de Roma◐
    • 03Heróis e grandes mitos◐
    • 04A presença da mitologia na cultura e em Portugal◐
§ 01

Os deuses greco-romanos#

●●○PadrãoLPAE-latim-a-mitologia

Pontos-chave

A mitologia romana é, em grande parte, herdada da grega. Quando Roma contactou com a cultura grega, identificou os seus próprios deuses com os deuses gregos (é a chamada interpretatio romana) e adotou os seus mitos. Por isso, a maior parte dos deuses romanos tem um correspondente grego (ver Fig. 1): Júpiter identificou-se com Zeus, Juno com Hera, Vénus com Afrodite, e assim por diante. Conhecer esta correspondência é essencial, pois o mesmo mito circula sob dois conjuntos de nomes.

Deuses gregos e romanos

Deuses gregos e romanosTabela com 3 colunas e 10 linhas, Dados: Divindade grega · Divindade romana · Domínio; Zeus · Júpiter · rei dos deuses, o céu e o raio; Hera · Juno · o casamento; rainha dos deuses; Poseidon · Neptuno · o mar; Atena · Minerva · a sabedoria e as artes; Ares · Marte · a guerra; Afrodite · Vénus · o amor e a beleza; Ártemis · Diana · a caça e a lua; Hermes · Mercúrio · o comércio e as mensagens; Hefesto · Vulcano · o fogo e a forja; Hades · Plutão · o mundo dos mortos, célula destacada: JúpiterDIVINDADE GREGADIVINDADE ROMANADOMÍNIOZEUSJúpiterrei dos deuses, o céu e oraioHERAJunoo casamento; rainha dosdeusesPOSEIDONNeptunoo marATENAMinervaa sabedoria e as artesARESMartea guerraAFRODITEVénuso amor e a belezaÁRTEMISDianaa caça e a luaHERMESMercúrioo comércio e as mensagensHEFESTOVulcanoo fogo e a forjaHADESPlutãoo mundo dos mortos
Fig. 1Fig. 1 — A correspondência entre os deuses gregos e romanos (interpretatio romana).
Os grandes deuses são os doze Olímpicos, presididos por Júpiter (Zeus), rei dos deuses, senhor do céu e do raio. Junto dele estão Juno (Hera), deusa do casamento e rainha dos deuses; Neptuno (Poseidon), senhor do mar; Minerva (Atena), da sabedoria e das artes; Marte (Ares), da guerra; Vénus (Afrodite), do amor e da beleza; e ainda Diana, Mercúrio, Vulcano, Apolo, entre outros. Cada um governa um domínio da natureza ou da vida humana.
Para além dos Olímpicos, o mundo greco-romano povoava-se de inúmeras divindades menores, heróis (semideuses), ninfas e personificações (a Fortuna, a Vitória). A religião romana era aberta e absorvia com facilidade deuses estrangeiros, integrando-os no seu panteão. Este vasto mundo divino era o pano de fundo da literatura, da arte e da própria vida quotidiana.
Saber a correspondência entre os deuses gregos e romanos é indispensável, porque o mesmo mito surge, nas fontes e na cultura posterior, ora com os nomes gregos, ora com os romanos. Faz parte da herança clássica que a Europa recebeu e que continua viva. O seu conhecimento integra a componente de cultura da Prova 732 e ilumina a leitura de textos latinos, cheios de referências mitológicas.
Exemplo resolvido

Estabelecer a correspondência entre deuses

Indica o deus romano correspondente a Zeus, a Afrodite e a Poseidon e o domínio de cada um.

  1. 01Zeus

    Corresponde a Júpiter, o rei dos deuses, senhor do céu e do raio.

  2. 02Afrodite

    Corresponde a Vénus, deusa do amor e da beleza.

  3. 03Poseidon

    Corresponde a Neptuno, senhor do mar.

Resultado: Zeus = Júpiter (céu, raio); Afrodite = Vénus (amor, beleza); Poseidon = Neptuno (mar): a interpretatio romana identificou cada deus grego com um romano.

Foco no Exame Nacional

  • Identificar a correspondência entre os deuses gregos e romanos (Zeus/Júpiter, Afrodite/Vénus…) e o seu domínio.
  • Reconhecer a interpretatio romana (a identificação dos deuses romanos com os gregos).

Erros frequentes

  • Confundir os nomes gregos e romanos do mesmo deus (Ares/Marte, Hermes/Mercúrio).
  • Atribuir o domínio errado a um deus (Marte é a guerra, não o mar).
  • Julgar a mitologia romana totalmente original, ignorando a herança grega.

Revisão ativa

Indica o deus romano correspondente a Zeus, Afrodite e Poseidon e o domínio de cada um.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Latim A — Cultura e civilização (Mitologia) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 02

Mitos fundadores: Eneias e a origem de Roma#

●●○PadrãoLPAE-latim-a-mitologia

Pontos-chave

O mais importante mito fundador de Roma liga-a a Troia através do herói Eneias (ver Fig. 2). Depois da queda de Troia, Eneias — filho da deusa Vénus — fugiu da cidade em chamas, levando às costas o velho pai Anquises e pela mão o filho Ascânio. Após longas viagens e provações pelo Mediterrâneo, chegou ao Lácio, na Itália, onde se fixou. Assim, a lenda faz descender Roma do mundo troiano e, por essa via, grego.

De Troia a Roma: a linha de Eneias

A linha de EneiasGrafo, Troia (destruída) → Eneias (filho de Vénus), Eneias (filho de Vénus) → Lácio (Itália), Lácio (Itália) → Alba Longa (Ascânio), Alba Longa (Ascânio) → Rómulo e Remo, Rómulo e Remo → Roma (753 a.C.)Troia(destruída)Eneias (filho deVénus)Lácio (Itália)Alba Longa(Ascânio)Rómulo e RemoRoma (753 a.C.)
Fig. 2Fig. 2 — A lenda liga Troia a Roma pela linha de Eneias até Rómulo e Remo.
Dos descendentes de Eneias — através de Ascânio, que teria fundado Alba Longa — vieram, gerações mais tarde, a vestal Reia Sílvia e os gémeos Rómulo e Remo, os fundadores de Roma (753 a.C.). A lenda de Eneias e a de Rómulo articulam-se, assim, numa só linha, que une a origem troiana à fundação da cidade e dá a Roma uma ascendência heroica e divina.
Este mito recebeu a sua forma definitiva no poema épico de Virgílio, a Eneida (Aeneis), a grande epopeia nacional romana, escrita no tempo de Augusto. E não por acaso: Augusto reclamava-se descendente de Eneias — e portanto da deusa Vénus — para legitimar o seu poder. O mito e a política entrelaçavam-se, e a Eneida celebrava ao mesmo tempo as origens de Roma e o novo regime.
Estas lendas fundadoras exprimem o modo como Roma se via a si mesma: herdeira de Troia, destinada pelos deuses a governar o mundo (o imperium sine fine, «o império sem fim», que Virgílio anuncia). Compreendê-las é compreender a identidade romana — e a Eneida é um dos pilares da literatura ocidental, cuja influência chega até à epopeia portuguesa.
Exemplo resolvido

Relacionar o mito de Eneias com a política de Augusto

Explica como o mito de Eneias liga Roma a Troia e o interesse político de Augusto nesse mito.

  1. 01A ligação a Troia

    Eneias, herói troiano e filho de Vénus, fugiu de Troia e fixou-se no Lácio; dos seus descendentes veio a linha que levou a Rómulo e à fundação de Roma.

  2. 02A descendência de Augusto

    A família de Augusto (a gens Iulia) dizia-se descendente de Ascânio (também chamado Iulo), filho de Eneias, e portanto da deusa Vénus.

  3. 03O interesse político

    Reclamar essa ascendência divina e heroica legitimava o poder de Augusto e ligava o novo regime às origens sagradas de Roma; Virgílio celebrou-o na Eneida.

Resultado: O mito de Eneias liga Roma a Troia (e à Grécia) e dá-lhe uma origem divina; Augusto reclamava descender de Eneias/Vénus para legitimar o seu poder, o que Virgílio consagrou na Eneida.

Foco no Exame Nacional

  • Reconhecer o mito de Eneias e a sua articulação com a lenda de Rómulo (origem troiana de Roma).
  • Relacionar a Eneida de Virgílio com a legitimação do poder de Augusto.

Erros frequentes

  • Separar o mito de Eneias do de Rómulo (na tradição, articulam-se numa só linha).
  • Ignorar a dimensão política do mito (Augusto e a descendência de Eneias/Vénus).
  • Atribuir a Eneida a outro autor que não Virgílio.

Revisão ativa

Explica como o mito de Eneias liga Roma a Troia e por que Augusto tinha interesse em reclamar-se seu descendente.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Latim A — Cultura e civilização (Mitos fundadores) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 03

Heróis e grandes mitos#

●●○PadrãoLPAE-latim-a-mitologia

Pontos-chave

Para além das lendas fundadoras, o mundo greco-romano possuía um vasto tesouro de mitos e heróis, que os Romanos partilharam com os Gregos (ver Fig. 3). O herói é um ser de força ou destino excecionais, muitas vezes semideus, que enfrenta monstros e provações, e cuja história encerra um sentido sobre a condição humana.

Grandes mitos e heróis

Mitos e heróisTabela com 3 colunas e 5 linhas, Dados: Mito / herói · Conteúdo · Sentido / presença; Os doze trabalhos de Hércules · o herói cumpre doze provas sobre-humanas · força e coragem; «trabalho hercúleo»; Orfeu e Eurídice · o músico desce aos Infernos para reaver a amada · o poder da música e do amor; Teseu e o Minotauro · mata o monstro no labirinto de Creta · a astúcia; o fio de Ariadne; Ícaro e Dédalo · as asas de cera e a queda de Ícaro · a desmedida (hybris) e os limites; Prometeu · rouba o fogo aos deuses para os homens · o progresso e o seu preço, célula destacada: Ícaro e DédaloMITO / HERÓICONTEÚDOSENTIDO / PRESENÇAOS DOZE TRABALHOSDE HÉRCULESo herói cumpre doze provassobre-humanasforça e coragem; «trabalhohercúleo»ORFEU E EURÍDICEo músico desce aos Infernospara reaver a amadao poder da música e do amorTESEU E OMINOTAUROmata o monstro no labirintode Cretaa astúcia; o fio de AriadneÍCARO E DÉDALOas asas de cera e a queda deÍcaroa desmedida (hybris) e oslimitesPROMETEUrouba o fogo aos deuses paraos homenso progresso e o seu preço
Fig. 3Fig. 3 — Alguns dos grandes mitos e heróis do mundo greco-romano e o seu sentido.
Entre os grandes ciclos contam-se os doze trabalhos de Hércules (Héracles), o mais forte dos heróis, que cumpre doze provas sobre-humanas; Teseu, que mata o Minotauro no labirinto de Creta com a ajuda do fio de Ariadne; Orfeu, cuja música encantava tudo e que desce aos Infernos para reaver a amada Eurídice; Ícaro e Dédalo, e as asas de cera que se derretem ao sol; e Prometeu, que rouba o fogo aos deuses para o dar aos homens.
Estes mitos não são meras histórias: encerram significados que ainda hoje nos falam — os limites e a desmedida do homem (a hybris de Ícaro), o poder da arte e do amor (Orfeu), o progresso e o seu preço (Prometeu), a força e a coragem (Hércules). Os Romanos liam-nos, como os Gregos, como um espelho da condição humana e uma fonte inesgotável de reflexão.
Através da literatura latina (e grega) — sobretudo das Metamorfoses de Ovídio, imenso repositório de mitos — estas histórias foram transmitidas a toda a cultura ocidental posterior. Constituem um património imaginário comum, incessantemente recontado na arte e na literatura de todas as épocas. O seu conhecimento faz parte da cultura clássica que a Prova 732 avalia.
Exemplo resolvido

Interpretar o sentido de um mito

Explica o sentido do mito de Ícaro e Dédalo sobre a condição humana.

  1. 01O mito

    Dédalo, preso em Creta, fabrica asas de cera para si e para o filho Ícaro; adverte-o para não voar nem muito baixo nem muito alto.

  2. 02A desobediência

    Ícaro, deslumbrado, aproxima-se demasiado do sol; a cera derrete-se e ele cai no mar e morre.

  3. 03O sentido

    O mito exprime a hybris — a desmedida, o orgulho que ultrapassa os limites — e a advertência para a prudência e a justa medida.

Resultado: O mito de Ícaro encerra o tema da hybris (a desmedida): quem ultrapassa os seus limites, deslumbrado, precipita a própria queda — uma lição de prudência que atravessa toda a cultura ocidental.

Foco no Exame Nacional

  • Reconhecer os grandes heróis e mitos (Hércules, Teseu, Orfeu, Ícaro, Prometeu) e o seu sentido.
  • Relacionar a transmissão dos mitos com a literatura latina (as Metamorfoses de Ovídio).

Erros frequentes

  • Reduzir os mitos a histórias fantásticas, sem reconhecer o seu sentido simbólico.
  • Confundir os heróis e os seus feitos (atribuir a Teseu os trabalhos de Hércules).
  • Ignorar o papel da literatura latina na transmissão dos mitos gregos.

Revisão ativa

Escolhe dois mitos (por exemplo, Ícaro e Orfeu) e explica o sentido que cada um encerra sobre a condição humana.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Latim A — Cultura e civilização (Heróis e mitos) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 04

A presença da mitologia na cultura e em Portugal#

●●○PadrãoLPAE-latim-a-mitologia

Pontos-chave

A mitologia greco-latina não morreu com a Antiguidade: vive, profundamente entretecida, na cultura ocidental e portuguesa (ver Fig. 4). A sua presença sente-se na língua, nas artes, na literatura, na ciência e até no calendário e no quotidiano. Reconhecer esta presença é uma das competências que Latim A relaciona expressamente com a cultura portuguesa.

A presença da mitologia na cultura

A presença da mitologiaGrafo, Mitologia greco-latina → Língua (palavras, expressões), Mitologia greco-latina → Artes (pintura, escultura), Mitologia greco-latina → Literatura (Os Lusíadas), Mitologia greco-latina → Ciência (planetas, termos), Mitologia greco-latina → Calendário (meses, dias)Mitologia greco-latinaLíngua(palavras,expressões)Artes (pintura,escultura)Literatura (OsLusíadas)Ciência(planetas,termos)Calendário(meses, dias)
Fig. 4Fig. 4 — A mitologia greco-latina vive na língua, nas artes, na literatura (Os Lusíadas), na ciência e no calendário.
Na língua, inúmeras palavras e expressões vêm dos mitos: uma tarefa «hercúlea» (de Hércules), uma pessoa «narcisista» (de Narciso), o «pânico» (do deus Pã), um «afrodisíaco» (de Afrodite), um «vulcão» (de Vulcano). No calendário, os nomes de meses honram divindades: Janeiro vem de Jano, Março de Marte, Maio de Maia, Junho de Juno; e os planetas trazem os nomes dos deuses (Marte, Vénus, Júpiter, Neptuno).
Nas artes e na literatura, sobretudo a partir do Renascimento, pintores, escultores e poetas voltaram sem cessar aos mitos clássicos. Em Portugal, o exemplo supremo é Os Lusíadas, de Camões, cuja ação decorre sob os deuses greco-romanos: Vénus protege os portugueses, Baco opõe-se-lhes, e a Ilha dos Amores coroa o poema. A literatura portuguesa está impregnada da herança clássica, que Camões elevou ao mais alto nível.
Esta presença viva mostra por que o estudo da mitologia importa e por que Latim A liga expressamente a herança clássica à cultura portuguesa — uma competência avaliada na Prova 732. Conhecer os mitos é ter uma chave para ler a arte, a literatura e a língua ocidentais, incluindo as maiores obras da literatura portuguesa, de Camões aos autores contemporâneos que continuam a recontá-los.
Exemplo resolvido

Reconhecer a mitologia em Os Lusíadas

Explica de que modo a mitologia greco-romana está presente em Os Lusíadas, de Camões.

  1. 01Os deuses na ação

    A ação da epopeia decorre sob os deuses do Olimpo: Vénus e Marte protegem os portugueses, enquanto Baco procura opor-se à sua viagem.

  2. 02Episódios mitológicos

    A Ilha dos Amores, oferecida por Vénus aos navegadores, e o gigante Adamastor são construídos com a matéria e a linguagem da mitologia clássica.

  3. 03O sentido

    Camões usa a mitologia como recurso épico ao modo de Virgílio, integrando a gesta portuguesa na grande tradição clássica.

Resultado: Em Os Lusíadas, a mitologia clássica estrutura a ação (Vénus protege, Baco opõe-se) e cria episódios como a Ilha dos Amores e Adamastor: Camões inscreve a epopeia portuguesa na herança greco-latina.

Foco no Exame Nacional

  • Reconhecer a presença da mitologia na língua (palavras, expressões, calendário) e nas artes.
  • Relacionar a mitologia clássica com a cultura portuguesa, com destaque para Os Lusíadas.

Erros frequentes

  • Julgar a mitologia clássica «morta» e sem presença na cultura atual.
  • Não reconhecer as referências mitológicas em palavras e expressões correntes.
  • Ignorar o papel dos deuses greco-romanos na estrutura de Os Lusíadas.

Revisão ativa

Indica três presenças da mitologia clássica na cultura portuguesa (na língua, no calendário ou na literatura) e explica cada uma.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Latim A — Cultura e civilização (A mitologia na cultura) (Direção-Geral da Educação (DGE))

Conteúdo

Secção -- / 04

    • 01Os deuses greco-romanos◐
    • 02Mitos fundadores: Eneias e a origem de Roma◐
    • 03Heróis e grandes mitos◐
    • 04A presença da mitologia na cultura e em Portugal◐

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Fontes

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  • Aprendizagens Essenciais de Latim A — Cultura e civilização (Mitologia)

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