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A axonometria representa as três dimensões numa única imagem, sendo mais intuitiva do que a dupla projeção ortogonal. Na axonometria clinogonal (oblíqua), os raios projetantes são oblíquos ao plano do quadro. Estudam-se o princípio da axonometria, a perspetiva cavaleira (com o quadro frontal em VG e um eixo de fuga com coeficiente de redução) e a perspetiva planométrica (militar), com o plano horizontal em VG.
3 secções~8 min de leitura3 competênciasNível Padrão 1 · Aprofundamento 2
nível básico
Representar sólidos simples em perspetiva cavaleira com o coeficiente de redução dado.
nível avançado
Comparar cavaleira e planométrica e escolher os ângulos e coeficientes adequados.
Profundidade de leitura: Aprofundado
Tamanho do texto: Padrão
Tipos de axonometria
Numa perspetiva cavaleira com coeficiente de redução 1/2 no eixo de fuga, qual é o comprimento representado de uma aresta de profundidade real de 6 cm?
O coeficiente de redução 1/2 aplica-se ao eixo de fuga (profundidade).
Comprimento representado = coeficiente × comprimento real = (1/2) × 6 = 3 cm.
As arestas paralelas ao quadro (largura e altura) representam-se em VG (coeficiente 1), sem redução.
Resultado: A aresta de fuga representa-se com 3 cm (metade de 6 cm); as do quadro ficam em VG.
Erros frequentes
Revisão ativa
Explica por que na axonometria clinogonal é possível manter uma face do objeto em verdadeira grandeza e qual o papel do coeficiente de redução no eixo de fuga.
Evocação ativa
Recorda os pontos-chave — depois revela.
Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geometria Descritiva A — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))
Cubo em perspetiva cavaleira
Representa um cubo de 5 cm de aresta em perspetiva cavaleira (fuga a 45°, coeficiente 1/2).
Desenha-se um quadrado de 5 cm de lado (face frontal, no plano xz) — em verdadeira grandeza.
De cada vértice traça-se a aresta de profundidade a 45°; marca-se o comprimento reduzido: (1/2)×5 = 2,5 cm.
Une-se a face de trás (outro quadrado de 5 cm, deslocado); as arestas ocultas desenham-se a tracejado.
Resultado: Face frontal 5×5 em VG; arestas de profundidade a 45° com 2,5 cm (5 × 1/2).
Erros frequentes
Revisão ativa
Representa em perspetiva cavaleira um cubo de 5 cm de aresta, com o eixo de fuga a 45° e coeficiente de redução 1/2.
Evocação ativa
Recorda os pontos-chave — depois revela.
Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geometria Descritiva A — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))
Cavaleira vs planométrica
Sólido em perspetiva planométrica
Representa um prisma de base quadrada (4 cm de lado) e 6 cm de altura em perspetiva planométrica.
Desenha-se o quadrado da base (4×4) em verdadeira grandeza, rodado do ângulo escolhido (por exemplo 30°/60°) — na planométrica a planta é verdadeira.
De cada vértice da base ergue-se a aresta vertical com a altura real, 6 cm (eixo z na vertical).
Une-se o quadrado do topo; as arestas ocultas desenham-se a tracejado.
Resultado: Base 4×4 em VG (rodada); arestas verticais de 6 cm — a planta mantém-se verdadeira.
Erros frequentes
Revisão ativa
Representa em perspetiva planométrica um prisma de base quadrada 4 cm de lado e 6 cm de altura, com a planta rodada 30°/60°.
Evocação ativa
Recorda os pontos-chave — depois revela.
Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geometria Descritiva A — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))
Referências e fontes
Direção-Geral da Educação (DGE)