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Ocupação antrópica e riscos geológicos

Estudam-se os riscos geológicos e a sua relação com a ocupação humana do território. Clarificam-se os conceitos de perigosidade, vulnerabilidade, exposição e risco; distinguem-se os riscos internos (sismos, vulcões) dos riscos externos e superficiais (movimentos de vertente, cheias, erosão costeira); e analisa-se o papel do ordenamento do território na redução do risco. Disciplina de opção sem Exame Final Nacional (avaliação interna).

4 secções·~13 min de leitura·3 competências·Nível Padrão 3 · Aprofundamento 1

T·141414 / 16
Perfil de exame
Distinguir perigosidade, vulnerabilidade, exposição e riscoCaracterizar os riscos geológicos internos e externosCompreender o papel do ordenamento do território na mitigação dos riscos
Operadores:distinguecaracterizarelacionaavaliaexplica

nível básico

Reconhecer os principais riscos geológicos e a noção de risco.

nível avançado

Aplicar os conceitos de perigosidade/vulnerabilidade/exposição e avaliar medidas de mitigação e ordenamento.

Profundidade

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Conteúdo · 4 secções▾
  1. Ocupação antrópica e riscos geológicos
    • 01Os conceitos de risco geológico◐
    • 02Riscos internos: sismos e vulcões●
    • 03Riscos externos e superficiais◐
    • 04Ocupação antrópica e ordenamento do território◐
§ 01

Os conceitos de risco geológico#

●●○PadrãoLPAE-geologia-12-ambiente

Pontos-chave

Um «risco geológico» resulta da interação entre um «fenómeno geológico potencialmente danoso» e a «presença humana». É fundamental distinguir com rigor quatro conceitos que a linguagem comum confunde: perigosidade, vulnerabilidade, exposição e risco (ver Fig. 1). Esta clareza conceptual é muito valorizada na disciplina.

As componentes do risco

Componentes do riscoGrafo, Perigosidade (probabilidade do fenómeno) → Risco (consequência esperada), Vulnerabilidade (fragilidade) → Risco (consequência esperada), Exposição (pessoas e bens) → Risco (consequência esperada)Perigosidade(probabilidadedo fenómeno)Vulnerabilidade(fragilidade)Exposição(pessoas e bens)Risco(consequênciaesperada)
Fig. 1Fig. 1 — O risco resulta da combinação de perigosidade, vulnerabilidade e exposição.
A «perigosidade» (ou perigo) é a probabilidade de ocorrência de um fenómeno potencialmente destrutivo (um sismo, uma erupção, um deslizamento), com uma dada magnitude, num dado local e período de tempo. É uma característica do «fenómeno natural» e do território — existe independentemente da presença humana (uma falha ativa numa zona desabitada tem perigosidade, mas não há risco para pessoas).
A «vulnerabilidade» é o grau de «fragilidade» dos elementos expostos (pessoas, edifícios, infraestruturas) face ao fenómeno — a proporção do dano que sofreriam se este ocorresse. Um edifício antissísmico tem baixa vulnerabilidade; um edifício frágil, alta. A «exposição» é o conjunto de «elementos» (população, bens, atividades) presentes na área potencialmente afetada — o que « está lá » para ser atingido.
O «risco» é a «consequência esperada» — a probabilidade de perdas (humanas, materiais, económicas) resultante da combinação dos fatores anteriores. Exprime-se, num modelo semi-quantitativo comum, por «Risco = Perigosidade × Vulnerabilidade × Exposição». A consequência prática é clara: se qualquer um dos fatores for nulo, o risco é nulo — não há risco onde não há perigosidade, ou onde não há nada nem ninguém exposto.
Esta distinção tem implicações «operacionais» decisivas para a gestão do risco. Não podemos, em geral, reduzir a «perigosidade» (não evitamos os sismos), mas podemos reduzir a «vulnerabilidade» (construção antissísmica) e a «exposição» (não ocupar as zonas mais perigosas, através do ordenamento do território). É sobre estes dois fatores que a ação humana pode, e deve, incidir para reduzir o risco.
Risco=Perigosidade×Vulnerabilidade×Exposic¸a˜o\text{Risco} = \text{Perigosidade} \times \text{Vulnerabilidade} \times \text{Exposição}Risco=Perigosidade×Vulnerabilidade×Exposic¸​a˜o

Modelo semi-quantitativo do risco

Modelo conceptual: se qualquer fator for nulo, o risco é nulo. A ação humana atua sobretudo na vulnerabilidade (construção) e na exposição (ordenamento), não na perigosidade.

Exemplo resolvido

Risco numa zona desabitada

Uma região tem elevada perigosidade sísmica, mas está completamente desabitada e sem infraestruturas. Qual é o risco sísmico? Justifica.

  1. 01Avaliar a exposição

    Não há pessoas nem bens na área — a exposição é nula.

  2. 02Aplicar o modelo

    Risco = Perigosidade × Vulnerabilidade × Exposição; sendo a exposição nula, o produto é nulo.

  3. 03Concluir

    Apesar da elevada perigosidade, o risco é nulo, porque não há nada nem ninguém exposto.

Resultado: O risco é nulo: mesmo com alta perigosidade, sem exposição (nem vulnerabilidade) não há consequências — o risco exige presença humana.

Foco no Exame Nacional

  • Distinguir perigosidade, vulnerabilidade, exposição e risco.
  • Aplicar a relação Risco = Perigosidade × Vulnerabilidade × Exposição e as suas implicações para a gestão do risco.

Erros frequentes

  • Confundir perigosidade (probabilidade do fenómeno) com risco (consequência esperada, que exige presença humana).
  • Pensar que só a perigosidade determina o risco — a vulnerabilidade e a exposição são igualmente decisivas (e são onde a ação humana atua).

Revisão ativa

Numa zona de elevada perigosidade sísmica mas desabitada, qual é o risco? Justifica com a relação entre os conceitos.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geologia — 12.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 02

Riscos internos: sismos e vulcões#

●●●AprofundamentoLPAE-geologia-12-ambiente

Pontos-chave

Os «riscos internos» têm origem na dinâmica interna da Terra (a energia libertada pela tectónica de placas) e concentram-se, sobretudo, nos «limites de placas». Os principais são os «sismos» e o «vulcanismo». Portugal, embora em zona intraplaca relativamente estável, está próximo do limite entre as placas Euroasiática e Africana (Nubiana) e tem perigosidade sísmica assinalável (recorde-se o sismo de 1755), além do vulcanismo ativo dos Açores (ver Fig. 2).

Sismos vs vulcões: previsão e mitigação

Riscos internosTabela com 3 colunas e 2 linhas, Dados: Risco · Previsão a curto prazo · Mitigação; Sismos · Imprevisível (sabe-se o « onde », não o « quando ») · Construção antissísmica, ordenamento, planos de emergência; Vulcões · Possível (monitorização de precursores) · Vigilância, cartas de perigosidade, evacuaçãoRISCOPREVISÃO A CURTO PRAZOMITIGAÇÃOSismosImprevisível (sabe-se o «onde », não o « quando »)Construção antissísmica,ordenamento, planos deemergênciaVulcõesPossível (monitorização deprecursores)Vigilância, cartas deperigosidade, evacuação
Fig. 2Fig. 2 — Riscos internos: os sismos são imprevisíveis a curto prazo; os vulcões são monitorizáveis.
Os «sismos» são vibrações do terreno provocadas pela libertação súbita de energia acumulada nas falhas (sobretudo nos limites de placas). Caracterizam-se pela «imprevisibilidade do momento exato»: sabe-se «onde» (as zonas sismogénicas) e, estatisticamente, com que «frequência», mas não se consegue prever «quando» ocorrerá um sismo concreto. Por isso, a defesa assenta na «preparação» permanente, não no alerta prévio.
O «vulcanismo», ao contrário, é «mais previsível» a curto prazo: a monitorização de precursores — micro-sismicidade, deformação do terreno (inchaço), emissão de gases, variações de temperatura — permite, muitas vezes, «antecipar» uma erupção com horas a semanas de antecedência, possibilitando alertas e evacuações. A vigilância vulcânica é, por isso, uma ferramenta eficaz de redução do risco.
As «medidas de mitigação» diferem conforme o risco, mas partilham princípios. Para os sismos: «construção antissísmica» (edifícios que resistem sem colapsar), «códigos de construção» rigorosos, «ordenamento» (evitar construir sobre falhas ativas ou solos que amplificam as vibrações), «planos de emergência» e «educação» da população (o que fazer durante um sismo). Para os vulcões: «monitorização» contínua, «cartas de perigosidade», «zonas de exclusão» e planos de «evacuação».
Um conceito importante é o de «efeitos secundários» ou em cascata: um sismo pode desencadear «tsunamis» (se o epicentro for submarino, como em 1755), «deslizamentos», «liquefação» de solos e incêndios; uma erupção pode gerar «fluxos piroclásticos», «lahars» (fluxos de lama) e alterar o clima. A avaliação do risco deve considerar não só o fenómeno primário, mas toda a cadeia de efeitos que ele pode desencadear.
Exemplo resolvido

Estratégias face a sismos e vulcões

Justifica por que a estratégia de defesa face aos sismos assenta na preparação permanente, enquanto a dos vulcões pode assentar no alerta e evacuação.

  1. 01Sismos

    Não há precursores fiáveis que permitam prever o momento exato; logo, não se pode contar com um alerta atempado — a defesa tem de estar « pronta » sempre (construção antissísmica, planos).

  2. 02Vulcões

    Existem precursores monitorizáveis (sismicidade, deformação, gases) que anunciam a erupção com antecedência, permitindo alertas e evacuações.

  3. 03Concluir

    A diferente previsibilidade justifica estratégias diferentes: preparação estrutural permanente (sismos) vs vigilância e resposta atempada (vulcões).

Resultado: Como os sismos são imprevisíveis a curto prazo, a defesa é a preparação permanente; como os vulcões dão precursores, é possível alertar e evacuar a tempo.

Foco no Exame Nacional

  • Distinguir a previsibilidade dos sismos (imprevisíveis a curto prazo) e dos vulcões (monitorizáveis) e as medidas de mitigação de cada.
  • Reconhecer os efeitos secundários (tsunamis, deslizamentos, fluxos piroclásticos).

Erros frequentes

  • Pensar que é possível prever com precisão o momento de um sismo — sabe-se o « onde », não o « quando »; a defesa é a preparação.
  • Ignorar os efeitos secundários (tsunami, deslizamentos, lahars) ao avaliar o risco de um sismo ou de uma erupção.

Revisão ativa

Compara sismos e vulcões quanto à previsibilidade a curto prazo e indica uma medida de mitigação adequada a cada.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geologia — 12.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 03

Riscos externos e superficiais#

●●○PadrãoLPAE-geologia-12-ambiente

Pontos-chave

Os «riscos externos» (ou superficiais) têm origem na dinâmica externa da Terra — a ação da gravidade, da água, do vento — e são, muitas vezes, «agravados pela ação humana». Os principais são os «movimentos de vertente» (deslizamentos), as «cheias», a «erosão costeira» e os fenómenos de instabilidade dos solos.
Os «movimentos de vertente» são deslocamentos de massas de solo e rocha ao longo de uma encosta, sob a ação da gravidade (ver Fig. 3). Ocorrem quando as forças que tendem a mover o material (o seu peso) superam as que o retêm (a resistência ao longo de uma «superfície de rutura»). São desencadeados ou agravados por chuvas intensas (que aumentam o peso e diminuem a coesão), sismos, e ações humanas como cortes de talude, desflorestação e sobrecarga das encostas.

Movimento de vertente (deslizamento)

Movimento de vertenteFigura geométrica, deslizamento, superfície de rutura, vertente (substrato), massa deslizadax1x2vertente(substrato)massadeslizadasuperfíciede ruturadeslizamento
Fig. 3Fig. 3 — Um movimento de vertente: a massa desliza ao longo de uma superfície de rutura quando o peso supera a resistência.
As «cheias» resultam do transbordo de cursos de água após precipitação intensa ou prolongada. São fenómenos naturais dos leitos de cheia dos rios, mas o risco é fortemente «agravado pela ocupação humana»: a impermeabilização dos solos (urbanização) aumenta e acelera o escoamento, a construção nos leitos de cheia coloca pessoas e bens em exposição, e a artificialização dos rios pode transferir o problema para jusante.
A «erosão costeira» — o recuo das linhas de costa por ação das ondas, correntes e marés — é um processo natural, mas acelerado por fatores humanos (redução do fornecimento de sedimentos pelos rios, devido a barragens; obras costeiras que alteram a dinâmica sedimentar) e pela «subida do nível do mar» associada às alterações climáticas. Ameaça as zonas costeiras densamente ocupadas.
O traço comum a estes riscos é que a «ocupação humana os agrava» — e que, por isso, a ação humana também os pode «reduzir». Ao contrário dos riscos internos (cuja perigosidade não controlamos), nos riscos superficiais podemos muitas vezes atuar sobre as «causas»: reflorestar encostas, não impermeabilizar nem ocupar leitos de cheia, gerir os sedimentos costeiros, estabilizar taludes. A prevenção é, aqui, especialmente eficaz.
Exemplo resolvido

Fatores de um deslizamento

Após um período de chuvas intensas, uma encosta que fora cortada para construir uma estrada sofre um deslizamento. Explica os fatores envolvidos.

  1. 01Efeito da chuva

    A água infiltra-se, aumenta o peso do material e reduz a coesão/resistência ao longo da potencial superfície de rutura.

  2. 02Efeito do corte de talude

    O corte para a estrada removeu o apoio na base da encosta, reduzindo a resistência ao deslizamento.

  3. 03Concluir

    Com o peso aumentado (chuva) e a resistência reduzida (corte de talude + perda de coesão), as forças motrizes superaram as resistentes, e a massa deslizou.

Resultado: O deslizamento resultou da combinação de chuva (mais peso, menos coesão) e do corte de talude (menos resistência) — um risco natural agravado pela ação humana.

Foco no Exame Nacional

  • Explicar os movimentos de vertente (relação entre peso e resistência na superfície de rutura) e os fatores que os desencadeiam.
  • Reconhecer o agravamento dos riscos superficiais pela ocupação humana (impermeabilização, ocupação de leitos de cheia).

Erros frequentes

  • Ver os riscos superficiais como puramente naturais — a ocupação humana agrava-os fortemente (e pode reduzi-los).
  • Esquecer o papel da água (chuva) como principal fator desencadeante dos movimentos de vertente.

Revisão ativa

Explica por que a construção num leito de cheia e a impermeabilização dos solos aumentam o risco de cheia.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geologia — 12.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 04

Ocupação antrópica e ordenamento do território#

●●○PadrãoLPAE-geologia-12-ambiente

Pontos-chave

A forma como as sociedades «ocupam o território» determina, em grande medida, o risco geológico a que se expõem. Construir sobre uma falha ativa, num leito de cheia, numa arriba instável ou numa encosta declivosa é « procurar » o risco. O «ordenamento do território» — o planeamento do uso do solo com base no conhecimento geológico — é a principal ferramenta de «prevenção» (ver Fig. 4).

O ordenamento na redução do risco

Ordenamento e riscoGrafo, Cartas de perigosidade / risco → Ordenamento (uso do solo), Cartas de perigosidade / risco → Normas de construção, Ordenamento (uso do solo) → Redução do risco, Normas de construção → Redução do risco, Monitorização e alerta → Redução do riscoCartas deperigosidade /riscoOrdenamento (usodo solo)Normas deconstruçãoMonitorização ealertaRedução do risco
Fig. 4Fig. 4 — As cartas de perigosidade informam o ordenamento e as normas, que, com a monitorização, reduzem o risco.
O instrumento-base do ordenamento são as «cartas de perigosidade» e de «risco»: mapas que identificam, com base em dados geológicos, as zonas mais perigosas (suscetíveis a sismos, deslizamentos, cheias, etc.). Cruzando estas cartas com a ocupação (exposição) e a vulnerabilidade, produzem-se «cartas de risco» que orientam as decisões de planeamento — onde não construir, onde exigir medidas especiais.
As «estratégias» de redução do risco pelo ordenamento incluem: «condicionar ou proibir» a construção nas zonas de maior perigosidade (reduzindo a exposição); «exigir normas construtivas» adequadas (reduzindo a vulnerabilidade — por exemplo, construção antissísmica em zonas sísmicas); «preservar» as zonas naturais de proteção (leitos de cheia, dunas, coberto vegetal das encostas); e implementar sistemas de «monitorização e alerta».
A «prevenção» é, quase sempre, «mais eficaz e mais barata» do que a reparação. Os custos humanos e económicos de uma catástrofe numa zona mal ordenada superam largamente o investimento na sua prevenção. Por isso, integrar o conhecimento geológico no planeamento — e resistir à pressão para ocupar zonas perigosas — é uma responsabilidade central das sociedades e um domínio de aplicação direta da Geologia.
O ordenamento do território ilustra bem a «dimensão social e cívica» da Geologia, muito valorizada na disciplina. O geólogo não só «compreende» os processos, como «informa as decisões» que protegem pessoas e bens. A avaliação e a comunicação do risco, o aconselhamento no planeamento e a educação para o risco são contributos essenciais da Geologia para a segurança e a sustentabilidade das comunidades.
Exemplo resolvido

Usar uma carta de perigosidade

Uma câmara municipal dispõe de uma carta de perigosidade de movimentos de vertente. Explica como a pode usar para reduzir o risco na expansão urbana.

  1. 01Identificar as zonas perigosas

    A carta assinala as encostas mais suscetíveis a deslizamentos (declive, litologia, histórico).

  2. 02Condicionar a ocupação

    O plano de ordenamento evita ou condiciona a construção nessas zonas, reduzindo a exposição de pessoas e bens.

  3. 03Exigir medidas nas zonas ocupadas

    Onde a ocupação for inevitável, exigem-se medidas de estabilização (drenagem, contenção) e normas construtivas, reduzindo a vulnerabilidade.

Resultado: A carta de perigosidade orienta o ordenamento: evita a ocupação das encostas instáveis (menos exposição) e impõe medidas onde há ocupação (menos vulnerabilidade) — reduzindo o risco.

Foco no Exame Nacional

  • Explicar o papel do ordenamento do território e das cartas de risco na redução do risco geológico.
  • Relacionar as estratégias de ordenamento com a redução da exposição e da vulnerabilidade.

Erros frequentes

  • Pensar que o risco se combate apenas com obras de engenharia — o ordenamento (não ocupar zonas perigosas) é frequentemente mais eficaz e barato.
  • Ignorar que a prevenção é, em regra, muito mais barata do que a reparação de uma catástrofe.

Revisão ativa

Explica como uma carta de perigosidade pode ser usada para reduzir o risco geológico numa região através do ordenamento do território.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geologia — 12.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

Conteúdo

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    • 01Os conceitos de risco geológico◐
    • 02Riscos internos: sismos e vulcões●
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    • 04Ocupação antrópica e ordenamento do território◐

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