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Grandes estruturas geológicas e zonas de subducção

Estudam-se as grandes estruturas produzidas pela deformação das rochas — dobras (deformação dúctil) e falhas (deformação frágil) — e a sua classificação. Analisam-se em detalhe as zonas de subducção: a fossa oceânica, o prisma acrecionário, o arco vulcânico e o plano de Benioff (a sismicidade que se aprofunda ao longo da placa que mergulha). Disciplina de opção sem Exame Final Nacional (avaliação interna).

4 secções·~12 min de leitura·3 competências·Nível Padrão 2 · Aprofundamento 2

T·0666 / 16
Perfil de exame
Caracterizar e classificar dobras e falhasInterpretar o plano de Benioff e a sismicidade das zonas de subducçãoRelacionar as grandes estruturas geológicas com os limites de placas
Operadores:caracterizaclassificainterpretarelacionaexplica

nível básico

Distinguir dobras e falhas e reconhecer a fossa, o arco e o plano de Benioff numa zona de subducção.

nível avançado

Classificar dobras e falhas e interpretar quantitativamente a inclinação do plano de Benioff.

Profundidade

Profundidade de leitura: Aprofundado

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Conteúdo · 4 secções▾
  1. Grandes estruturas geológicas e zonas de subducção
    • 01Deformação: dobras e falhas◐
    • 02As zonas de subducção e o plano de Benioff●
    • 03Fossas, arcos e bacias associadas◐
    • 04Classificação de dobras e falhas●
§ 01

Deformação: dobras e falhas#

●●○PadrãoLPAE-geologia-12-tectonica

Pontos-chave

Sujeitas a tensões (compressão, distensão ou cisalhamento), as rochas «deformam-se». O tipo de deformação depende das condições: em profundidade, com temperatura e pressão elevadas e tensões aplicadas lentamente, as rochas comportam-se de forma «dúctil» e «dobram»; à superfície, mais frias e rígidas, comportam-se de forma «frágil» e «fracturam» (falhas). A mesma rocha pode dobrar ou partir, consoante as condições.
As «dobras» são ondulações das camadas resultantes de deformação dúctil, tipicamente por compressão (ver Fig. 1). Distinguem-se dois elementos fundamentais: o «anticlinal» — dobra em forma de arco, com a convexidade para cima e os materiais mais antigos no núcleo (charneira) —, e o «sinclinal» — dobra em forma de calha, com a concavidade para cima e os materiais mais recentes no núcleo. A superfície que divide simetricamente a dobra é o «plano axial», e a linha de maior curvatura é a «charneira».

Dobras: anticlinal e sinclinal

DobrasFigura geométrica, plano axial, plano axial, anticlinal, sinclinalx1x2anticlinalsinclinalplanoaxialplanoaxial
Fig. 1Fig. 1 — Um anticlinal (arco) e um sinclinal (calha), com os respetivos planos axiais (a tracejado).
As «falhas» são fracturas ao longo das quais há «deslocamento relativo» dos blocos (deformação frágil). O plano ao longo do qual ocorre o movimento é o «plano de falha»; os blocos separados são o «teto» (acima do plano, quando este é inclinado) e o «muro» (abaixo). Conforme o sentido do movimento, classificam-se em normais, inversas e de desligamento.
Numa «falha normal» (distensão), o teto «desce» em relação ao muro — a crosta é estirada e alongada; são típicas dos limites divergentes e dos riftes. Numa «falha inversa» (compressão), o teto «sobe» em relação ao muro — a crosta é encurtada e espessada; são típicas dos limites convergentes e das cadeias montanhosas (os cavalgamentos são falhas inversas de baixo ângulo). Numa «falha de desligamento» (transformante), os blocos deslizam «horizontalmente» um em relação ao outro, sem componente vertical dominante (como a Falha de Santo André).
Dobras e falhas são, portanto, «indicadores do regime de tensões»: dobras e falhas inversas revelam compressão (convergência); falhas normais revelam distensão (divergência); falhas de desligamento revelam cisalhamento (limites transformantes). Ler estas estruturas numa carta ou num corte permite reconstituir as forças que atuaram sobre uma região — uma competência central do trabalho geológico.
Exemplo resolvido

Interpretar estruturas de deformação

Numa região afloram camadas intensamente dobradas e cortadas por falhas inversas de baixo ângulo (cavalgamentos). Que regime de tensões atuou e que ambiente tectónico sugere?

  1. 01Interpretar as dobras

    Dobras intensas indicam deformação dúctil por compressão (encurtamento da crosta).

  2. 02Interpretar as falhas inversas

    As falhas inversas/cavalgamentos também resultam de compressão, com o teto a subir e a crosta a espessar.

  3. 03Concluir o ambiente

    O conjunto revela um regime compressivo, típico de um limite convergente / de uma cadeia orogénica.

Resultado: O regime era compressivo (dobras + falhas inversas), característico de um limite convergente e da construção de uma cadeia montanhosa.

Foco no Exame Nacional

  • Distinguir dobras (dúctil) e falhas (frágil) e identificar anticlinal/sinclinal, teto/muro.
  • Associar cada tipo de estrutura ao regime de tensões (compressão, distensão, cisalhamento).

Erros frequentes

  • Confundir anticlinal (arco, materiais antigos no núcleo) com sinclinal (calha, materiais recentes no núcleo).
  • Associar sempre falhas a compressão — só as inversas resultam de compressão; as normais resultam de distensão.

Revisão ativa

Numa região observam-se dobras e falhas inversas. Que regime de tensões estava a atuar e a que tipo de limite de placas o associas?

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geologia — 12.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 02

As zonas de subducção e o plano de Benioff#

●●●AprofundamentoLPAE-geologia-12-tectonica

Pontos-chave

As «zonas de subducção» são os locais mais dinâmicos do planeta: aí a litosfera oceânica mergulha no manto e concentra-se a maior parte da energia sísmica libertada na Terra, incluindo os sismos mais fortes já registados. A geometria da placa que mergulha deixa uma assinatura sísmica inconfundível — o «plano de Benioff» (ou de Benioff-Wadati).
Ao localizar em profundidade os «hipocentros» (focos) dos sismos de uma zona de subducção, verifica-se que estes não se distribuem ao acaso: alinham-se ao longo de um plano «inclinado» que se aprofunda a partir da fossa, na direção do continente (ver Fig. 2). Perto da fossa, os sismos são superficiais; à medida que nos afastamos, tornam-se progressivamente mais profundos, podendo atingir várias centenas de quilómetros.

Plano de Benioff numa zona de subducção

Plano de BenioffFigura geométrica, fossa, sismos profundos (~700 km), superfície, plano de Beniofffossasismosprofundos (…x1x2superfícieplano deBenioff
Fig. 2Fig. 2 — Os hipocentros (pontos) aprofundam-se a partir da fossa, definindo o plano de Benioff, que marca a placa em subducção.
Este plano de sismicidade «marca a posição da placa oceânica que subducta»: os sismos ocorrem ao longo da placa fria e rígida que mergulha no manto (por atrito com a placa superior e por deformação interna da própria placa). A sua inclinação (o «ângulo de mergulho», tipicamente entre ~30° e ~60°) indica o ângulo com que a placa penetra no manto.
A profundidade máxima dos sismos (até ~700 km) é notável e informativa: mostra que a placa oceânica se mantém rígida e fria (e, por isso, capaz de gerar sismos frágeis) a grandes profundidades, antes de aquecer e perder identidade. Abaixo desse limite, a placa aquece e deforma-se de forma dúctil, deixando de gerar sismos.
O plano de Benioff é, assim, uma « radiografia » da subducção: a partir da distribuição dos hipocentros consegue traçar-se a geometria da placa que mergulha, medir o seu ângulo e estimar até onde desce. Foi uma das primeiras provas diretas da subducção e continua a ser uma ferramenta essencial para caracterizar as zonas de convergência.
Exemplo resolvido

Estimar o ângulo de mergulho da placa

Num perfil, os hipocentros descem 300 km na vertical ao longo de uma distância horizontal de 300 km a partir da fossa. Estima o ângulo de mergulho do plano de Benioff.

  1. 01Relacionar profundidade e distância

    O ângulo de mergulho θ satisfaz tan θ = profundidade / distância horizontal.

  2. 02Substituir os valores

    tan θ = 300 km / 300 km = 1.

    tan⁡θ=300300=1\tan\theta = \dfrac{300}{300} = 1tanθ=300300​=1
  3. 03Calcular o ângulo

    θ = arctan(1) = 45°.

Resultado: O plano de Benioff mergulha a cerca de 45° — um valor típico do intervalo real (~30°-60°) das zonas de subducção.

Foco no Exame Nacional

  • Explicar o plano de Benioff como a distribuição, em profundidade crescente, dos hipocentros ao longo da placa que subducta.
  • Relacionar a inclinação do plano de Benioff com o ângulo de mergulho da placa.

Erros frequentes

  • Pensar que os sismos da subducção ocorrem todos à mesma profundidade — aprofundam-se progressivamente ao longo do plano de Benioff.
  • Confundir o plano de Benioff (sismicidade) com o plano de falha de uma falha isolada.

Revisão ativa

A partir de um perfil de hipocentros cuja profundidade aumenta com a distância à fossa, explica o que representa o alinhamento e como estimarias o ângulo de mergulho da placa.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geologia — 12.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 03

Fossas, arcos e bacias associadas#

●●○PadrãoLPAE-geologia-12-tectonica

Pontos-chave

Uma zona de subducção não é um simples plano de mergulho: organiza-se numa «sucessão de estruturas» bem definidas, da margem para o interior (ver Fig. 3). Reconhecê-las e ordená-las é essencial para interpretar cortes e perfis destas regiões.

Estruturas de uma zona de subducção

Zona de subducçãoTabela com 2 colunas e 4 linhas, Dados: Estrutura (da margem para o interior) · Característica; Fossa oceânica · Depressão profunda onde a placa começa a mergulhar; Prisma acrecionário · Cunha de sedimentos raspados e cavalgados; Arco vulcânico · Magmatismo por desidratação da placa (continental ou insular); Bacia de retro-arco · Zona distendida atrás do arco (pode afundar)ESTRUTURA (DA MARGEMPARA O INTERIOR)CARACTERÍSTICAFossa oceânicaDepressão profunda onde aplaca começa a mergulharPrisma acrecionárioCunha de sedimentos raspadose cavalgadosArco vulcânicoMagmatismo por desidrataçãoda placa (continental ouinsular)Bacia de retro-arcoZona distendida atrás doarco (pode afundar)
Fig. 3Fig. 3 — As estruturas de uma zona de subducção, da margem oceânica para o interior.
A «fossa oceânica» é a depressão mais profunda dos oceanos (até mais de 10 km, como a Fossa das Marianas), formada onde a placa começa a mergulhar. Do lado da placa superior, os sedimentos oceânicos e fragmentos de crosta são « raspados » e empilhados contra a margem, formando um «prisma acrecionário» — uma cunha de material deformado e cavalgado.
Mais para o interior situa-se o «arco vulcânico» — magmático —, gerado pela fusão parcial provocada pela desidratação da placa que subducta (a água libertada baixa o ponto de fusão do manto sobrejacente). O arco pode ser «continental» (sobre um continente, como os Andes) ou «insular» (uma cadeia de ilhas, como o Japão), conforme a natureza da placa superior.
Por detrás do arco pode desenvolver-se uma «bacia de retro-arco» (back-arc): em certos casos, a zona atrás do arco é distendida e afunda, podendo mesmo abrir-se aí uma pequena expansão oceânica. Assim, uma mesma zona de subducção pode combinar compressão (na fossa e no prisma) com distensão (no retro-arco) — uma coexistência de regimes que ilustra a complexidade destas regiões.
A sequência típica, da margem para o interior, é, pois: «fossa → prisma acrecionário → arco vulcânico → bacia de retro-arco». Esta organização, associada ao plano de Benioff em profundidade, constitui o « retrato-tipo » de uma zona de subducção, e é a base para interpretar exemplos reais como o Japão, os Andes ou as Marianas.
Exemplo resolvido

Explicar o magmatismo do arco

Explica por que se forma magma sob o arco vulcânico de uma zona de subducção, apesar de a placa que mergulha estar fria.

  1. 01Libertação de água

    A placa oceânica que subducta transporta água (nos minerais hidratados e sedimentos); ao aquecer em profundidade, desidrata e liberta água para o manto sobrejacente.

  2. 02Baixar o ponto de fusão

    A água baixa a temperatura de fusão das rochas do manto (fusão « húmida »), permitindo a fusão parcial mesmo sem grande aumento de temperatura.

  3. 03Ascensão do magma

    O magma gerado ascende e alimenta o arco vulcânico à superfície.

Resultado: O magma do arco forma-se por fusão parcial do manto « facilitada » pela água libertada na desidratação da placa em subducção.

Foco no Exame Nacional

  • Ordenar as estruturas de uma zona de subducção (fossa, prisma acrecionário, arco vulcânico, bacia de retro-arco).
  • Relacionar o magmatismo do arco com a desidratação da placa em subducção.

Erros frequentes

  • Trocar a ordem das estruturas (a fossa é a mais externa; o arco vulcânico fica para o interior).
  • Julgar que uma zona de subducção é só compressiva — pode haver distensão no retro-arco.

Revisão ativa

Ordena, da margem oceânica para o interior, as estruturas de uma zona de subducção e indica a origem do magmatismo do arco.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geologia — 12.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 04

Classificação de dobras e falhas#

●●●AprofundamentoLPAE-geologia-12-tectonica

Pontos-chave

A classificação sistemática das estruturas permite descrevê-las com rigor e inferir o regime de tensões. As «dobras» classificam-se, quanto à orientação do plano axial, em «direitas» (plano axial vertical, flancos simétricos), «inclinadas» (plano axial oblíquo, flancos assimétricos) e «deitadas» (plano axial sub-horizontal, resultado de compressão muito intensa). Quanto à forma, distinguem-se ainda anticlinais e sinclinais (ver Fig. 4).

Classificação de dobras e falhas

Classificação de estruturasTabela com 3 colunas e 4 linhas, Dados: Estrutura · Movimento / forma · Regime de tensões; Falha normal · Teto desce · Distensão (divergente); Falha inversa / cavalgamento · Teto sobe · Compressão (convergente); Falha de desligamento · Deslize horizontal · Cisalhamento (transformante); Dobra (anticlinal/sinclinal) · Encurvamento dúctil · CompressãoESTRUTURAMOVIMENTO / FORMAREGIME DE TENSÕESFalha normalTeto desceDistensão (divergente)Falha inversa / cavalgamentoTeto sobeCompressão (convergente)Falha de desligamentoDeslize horizontalCisalhamento (transformante)Dobra (anticlinal/sinclinal)Encurvamento dúctilCompressão
Fig. 4Fig. 4 — Classificação das principais estruturas e o regime de tensões que revelam.
As «falhas» classificam-se sobretudo pelo movimento relativo dos blocos, retomando os três tipos fundamentais. A «falha normal»: o teto desce; resulta de distensão; a crosta alonga-se. A «falha inversa»: o teto sobe; resulta de compressão; a crosta encurta e espessa (os cavalgamentos são falhas inversas de baixo ângulo, que transportam grandes mantos de rocha por vezes dezenas de quilómetros). A «falha de desligamento» (ou transcorrente): os blocos deslizam horizontalmente; resulta de cisalhamento.
A cada tipo de estrutura corresponde um «regime de tensões» que é possível reconstituir. Falhas normais + horst e graben (blocos levantados e abatidos) indicam «distensão» (limites divergentes, riftes). Falhas inversas + dobras apertadas + cavalgamentos indicam «compressão» (limites convergentes, cadeias). Falhas de desligamento indicam «cisalhamento» (limites transformantes).
Estas associações têm valor «diagnóstico»: perante um conjunto de estruturas numa carta ou num corte, o geólogo infere as forças que atuaram e o enquadramento tectónico (que tipo de limite de placas). Por exemplo, uma bacia limitada por falhas normais (graben) revela uma fase de distensão; um empilhamento de mantos de cavalgamento revela uma fase de compressão orogénica.
Dominar esta classificação é uma competência prática essencial, exercitada no trabalho de campo e na interpretação de cartas geológicas (capítulos posteriores): a partir da geometria das camadas e das descontinuidades, reconstitui-se a «história da deformação» de uma região — a sequência de regimes de tensões que sobre ela atuaram ao longo do tempo geológico.
Exemplo resolvido

Reconstituir a história da deformação

Numa região, camadas dobradas e cortadas por cavalgamentos são posteriormente afetadas por falhas normais. Reconstitui a sucessão de regimes de tensões.

  1. 01Primeira fase (dobras + cavalgamentos)

    As dobras e as falhas inversas/cavalgamentos indicam uma fase inicial de compressão (orogénese).

  2. 02Segunda fase (falhas normais)

    As falhas normais, que cortam as estruturas anteriores, indicam uma fase posterior de distensão.

  3. 03Aplicar a cronologia relativa

    Como as falhas normais afetam (cortam) as estruturas compressivas, são mais recentes (princípio da interseção).

Resultado: A região sofreu primeiro compressão (dobras + cavalgamentos) e depois distensão (falhas normais) — uma história de deformação em duas fases.

Foco no Exame Nacional

  • Classificar dobras (direitas, inclinadas, deitadas) e falhas (normal, inversa, desligamento).
  • Inferir o regime de tensões e o enquadramento tectónico a partir de um conjunto de estruturas.

Erros frequentes

  • Trocar falha normal (teto desce, distensão) com falha inversa (teto sobe, compressão).
  • Não associar as estruturas ao regime de tensões e ao tipo de limite de placas correspondente.

Revisão ativa

Numa carta observa-se uma bacia limitada por falhas normais (graben). Que regime de tensões e que tipo de limite de placas indica?

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geologia — 12.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

Conteúdo

Secção -- / 04

    • 01Deformação: dobras e falhas◐
    • 02As zonas de subducção e o plano de Benioff●
    • 03Fossas, arcos e bacias associadas◐
    • 04Classificação de dobras e falhas●

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Grandes estruturas geológicas e zonas de subducção

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Referências e fontes

Fontes

Direção-Geral da Educação (DGE)

  • Aprendizagens Essenciais de Geologia — 12.º ano

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