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Resumos/Desenho A/Sentido: imagem — plano de expressão ou significante
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Sentido: imagem — plano de expressão ou significante

Uma imagem é um signo: algo que está no lugar de outra coisa e que comunica. Este tópico introduz a semiótica visual — o signo, o significante e o significado —, estuda o plano de expressão (o significante, aquilo que materialmente se vê), apresenta a tipologia dos signos de Peirce (ícone, índice, símbolo) e o nível denotativo da leitura. Prepara o último tópico, dedicado ao significado e ao observador.

4 secções·~15 min de leitura·2 competências·Nível Base 1 · Padrão 2 · Aprofundamento 1

T·151515 / 16
Perfil de exame
Apropriação e reflexão: compreender a imagem como signo e o seu plano de expressãoInterpretação e comunicação: analisar o significante de uma imagem e o seu nível denotativo
Operadores:analisadistingueidentificadescreveinterpreta

nível básico

Compreender que a imagem é um signo e distinguir significante de significado.

nível avançado

Analisar o plano de expressão de uma imagem e classificar signos segundo Peirce (ícone, índice, símbolo).

Profundidade

Profundidade de leitura: Aprofundado

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Conteúdo · 4 secções▾
  1. Sentido: imagem — plano de expressão ou significante
    • 01A imagem como signo○
    • 02O plano de expressão (o significante)◐
    • 03Tipos de signo: ícone, índice e símbolo◐
    • 04A denotação●
§ 01

A imagem como signo#

●○○BaseLPAE-desenho-a-sentido-significante

Pontos-chave

Uma imagem nunca é «só» uma configuração de linhas e manchas: é um signo — algo que está no lugar de outra coisa e que, por isso, comunica um sentido. A ciência que estuda os signos e o modo como significam chama-se semiótica (ou semiologia), e aplicá-la às imagens permite compreender como o desenho comunica. Toda a área do «Sentido» assenta nesta ideia: interpretar uma imagem é decifrar um signo (ver Fig. 1).

O signo: significante e significado

Significante e significadoGrafo, Signo (a imagem) → Significante (plano de expressão), Signo (a imagem) → Significado (plano de conteúdo)Signo (a imagem)Significante(plano deexpressão)Significado(plano deconteúdo)o que se vêo que seentende
Fig. 1Fig. 1 — Todo o signo tem duas faces inseparáveis: o significante (o que se vê) e o significado (o que se entende).
O linguista Ferdinand de Saussure mostrou que todo o signo tem duas faces inseparáveis, como as duas faces de uma folha de papel. O significante é a face material e percetível do signo — os sons de uma palavra, as letras escritas, e, no caso da imagem, as suas formas, linhas, cores e manchas: aquilo que efetivamente se vê. O significado é a face conceptual — a ideia, o conceito que o significante evoca na nossa mente. A palavra «árvore» (significante) evoca o conceito de árvore (significado); o desenho de uma árvore (significante) evoca o mesmo conceito.
A estes dois lados do signo correspondem, na análise da imagem, dois planos. O plano de expressão é o do significante — tudo o que a imagem materialmente apresenta (a sua «forma»): que linhas, que cores, que composição. O plano de conteúdo é o do significado — o que a imagem quer dizer, o seu sentido. Analisar uma imagem é percorrer os dois planos: primeiro descrever o que se vê (o significante, este tópico), depois interpretar o que significa (o significado, o próximo tópico). Separá-los é a base de qualquer leitura rigorosa da imagem.
Um ponto essencial, que o próximo tópico desenvolverá, é que a relação entre significante e significado nem sempre é óbvia nem única. Uma mesma imagem (o mesmo significante) pode evocar significados diferentes em pessoas ou culturas diferentes — a imagem é frequentemente polissémica (tem vários sentidos possíveis). Por isso a análise começa pelo que é mais objetivo e partilhado: o plano de expressão, o significante, aquilo que está efetivamente na imagem e que todos podem descrever. É por aí que este tópico começa.
Exemplo resolvido

Significante e significado de uma pomba

Analisa o desenho de uma pomba branca com um ramo no bico, distinguindo o significante do significado, e mostra por que o significado pode variar.

  1. 01O significante

    É o que se vê: as linhas e manchas que representam uma ave branca, de asas abertas, com um ramo verde no bico — a forma material da imagem.

  2. 02O significado literal

    Ao primeiro nível, o significante evoca o conceito «pomba com um ramo» — uma ave concreta a segurar um ramo.

  3. 03O significado cultural

    Na cultura ocidental, esta imagem evoca a paz (por convenção, ligada à Arca de Noé e à iconografia moderna); o significado ultrapassa o objeto.

  4. 04Por que varia

    Alguém de outra cultura, ou que desconheça a convenção, poderá ver apenas «uma ave com um ramo», sem o sentido de paz — o significado depende do observador e do código.

Resultado: O significante é a ave branca com o ramo (o que se vê); o significado vai do literal («uma pomba com um ramo») ao cultural («a paz»), e varia conforme o observador conhece ou não a convenção. Significante e significado são faces distintas do mesmo signo.

Foco no Exame Nacional

  • Compreender a imagem como signo e a semiótica como o estudo dos signos.
  • Distinguir significante (a face material/percetível) de significado (a face conceptual).
  • Relacionar significante/significado com plano de expressão/plano de conteúdo.

Erros frequentes

  • Ver a imagem como mera forma, sem perceber que é um signo que comunica.
  • Confundir significante (o que se vê) com significado (o que se entende).
  • Julgar que uma imagem tem sempre um único significado óbvio (ignorar a polissemia).

Revisão ativa

Explica, com o exemplo de um desenho de uma pomba, o que é o significante e o que é o significado, e por que o significado pode variar.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Desenho A — Sentido (a imagem como signo) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 02

O plano de expressão (o significante)#

●●○PadrãoLPAE-desenho-a-sentido-significante

Pontos-chave

O plano de expressão de uma imagem é o seu significante: tudo aquilo que ela materialmente apresenta e que se pode descrever objetivamente, antes de qualquer interpretação. É, precisamente, o conjunto dos elementos e das organizações que os tópicos da sintaxe estudaram — a linha, a mancha, a cor, a forma, a textura, o claro-escuro, e o modo como se compõem (ver Fig. 2). Analisar o plano de expressão é responder à pergunta: o que está, de facto, nesta imagem?

O plano de expressão de uma imagem

Plano de expressãoDiagrama em árvore, 6 caminhos, Dados: Elementos plásticos → Linha; Elementos plásticos → Cor; Elementos plásticos → Forma e textura; Elementos plásticos → Luz / valor; Organização → Composição; Organização → Ritmo, figura/fundoElementos plá…OrganizaçãoPlano de expr…LinhaCorForma e textu…Luz / valorComposiçãoRitmo, figura…
Fig. 2Fig. 2 — O plano de expressão (o significante): os elementos plásticos e a sua organização — o que a sintaxe ensinou a descrever.
A análise do significante começa pelos elementos plásticos. Que tipos de linha dominam (retas ou curvas, firmes ou trémulas)? Que cores e que relações entre elas (quentes ou frias, saturadas ou baças, contrastes)? Que formas (geométricas ou orgânicas, abertas ou fechadas)? Que texturas? Que valores de claro-escuro? Cada elemento traz informação, e a sua descrição rigorosa — com o vocabulário correto da linguagem plástica — é a base de toda a leitura. É aqui que o domínio da sintaxe, adquirido nos tópicos anteriores, se torna instrumento de análise.
A seguir, analisa-se a organização desses elementos: a composição. Como se distribuem os elementos no formato? Que estrutura os ordena (eixos, diagonais, simetria, regra dos terços)? Onde estão os focos de atenção, como circula o olhar, qual a relação figura/fundo, que ritmos existem? A organização é tão significante como os elementos: uma composição estável e simétrica «diz» algo diferente de uma composição dinâmica e assimétrica, ainda antes de sabermos o que a imagem representa.
A grande vantagem de começar pelo plano de expressão é a sua objetividade relativa. Descrever que uma imagem tem «linhas diagonais fortes, cores frias e uma composição assimétrica» é algo que observadores diferentes podem confirmar — é o terreno mais firme da análise, e por isso o ponto de partida. Só depois de descrever com rigor o significante se passa, com segurança, à interpretação do significado. Esta disciplina — ver e descrever antes de interpretar — é uma competência central do «saber-ver» que o Exame 706 valoriza, tanto na análise como na justificação escrita das próprias opções gráficas.
Exemplo resolvido

Descrever o significante

Uma imagem mostra uma figura solitária, muito pequena, em baixo, num vasto espaço vazio e cinzento, com poucas linhas verticais. Descreve o seu plano de expressão, sem interpretar ainda.

  1. 01Elementos — cor e valor

    Domina uma gama de cinzentos (cores dessaturadas, frias), com pouco contraste — um plano de expressão sóbrio e monótono no valor.

  2. 02Elementos — linha e forma

    Poucas linhas, sobretudo verticais; a figura é uma pequena forma isolada, o resto é superfície vazia.

  3. 03Organização — composição

    A figura está colocada em baixo e a um lado (num ponto forte inferior), deixando um grande espaço negativo vazio por cima — composição assimétrica e muito «respirada».

  4. 04Ainda sem interpretar

    Descrevemos apenas o que se vê (cinzentos, verticais, figura pequena, vazio dominante), sem dizer ainda o que significa.

Resultado: O plano de expressão descreve-se assim: cores frias e dessaturadas, poucas verticais, uma figura pequena e isolada numa composição assimétrica com grande espaço negativo. Esta descrição objetiva do significante é a base segura sobre a qual se fará, depois, a interpretação do significado.

Foco no Exame Nacional

  • Definir o plano de expressão como o significante: os elementos plásticos e a sua organização.
  • Analisar o significante de uma imagem com o vocabulário correto (linha, cor, forma, textura, composição).
  • Reconhecer a objetividade relativa do plano de expressão como ponto de partida da análise.

Erros frequentes

  • Saltar para a interpretação do significado sem descrever primeiro o significante.
  • Descrever a imagem com termos vagos, sem o vocabulário rigoroso da linguagem plástica.
  • Esquecer que a organização (composição) é tão significante como os elementos isolados.

Revisão ativa

Escolhe uma imagem e descreve o seu plano de expressão (elementos plásticos e composição) usando o vocabulário rigoroso, sem interpretar ainda o significado.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Desenho A — Sentido (plano de expressão) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 03

Tipos de signo: ícone, índice e símbolo#

●●○PadrãoLPAE-desenho-a-sentido-significante

Pontos-chave

Nem todos os signos significam da mesma maneira. O filósofo Charles Sanders Peirce propôs uma classificação que se tornou fundamental na análise da imagem, distinguindo três tipos de signo consoante a relação entre o significante e aquilo a que se refere: o ícone, o índice e o símbolo (ver Fig. 3). Saber classificar um signo visual nestas três categorias é uma ferramenta poderosa para compreender como as imagens comunicam.

Os três tipos de signo de Peirce

Ícone, índice, símboloDiagrama em árvore, 3 caminhos, Dados: Ícone → por semelhança (retrato, mapa); Índice → por ligação real (fumo, pegada); Símbolo → por convenção (palavra, bandeira)ÍconeÍndiceSímboloSigno (Peirce)por semelhanç…por ligação r…por convenção…
Fig. 3Fig. 3 — A tipologia de Peirce: o ícone significa por semelhança, o índice por ligação real, o símbolo por convenção.
O ícone significa por semelhança: o significante parece-se com o que representa. Um retrato, uma fotografia, um desenho realista, um mapa, um pictograma figurativo são ícones — comunicam porque se assemelham ao seu objeto. É o modo de significar mais próprio da imagem figurativa: um desenho de um cão é um ícone de cão porque se parece com um cão. A semelhança pode ir do muito realista ao muito esquemático (o pictograma), mas mantém-se a relação de parecença.
O índice significa por contiguidade ou causalidade: o significante está fisicamente ligado ao que representa, ou é seu efeito ou vestígio. O fumo é índice de fogo (é causado por ele); uma pegada é índice de quem passou; um cata-vento é índice da direção do vento. Na imagem, uma sombra, um reflexo, um rasto, uma marca são índices. O índice não se parece necessariamente com o objeto — aponta para ele por uma ligação real. É um modo de significar muito usado no desenho para sugerir o que não se mostra (a sombra que revela uma presença fora do quadro).
O símbolo significa por convenção: a relação entre o significante e o objeto é arbitrária, estabelecida por um acordo cultural, e tem de ser aprendida. As palavras são símbolos (nada na palavra «cão» se parece com um cão), tal como os números, as bandeiras, a pomba como símbolo da paz, a cruz, o coração como símbolo do amor. O símbolo é o modo de significar mais rico e mais dependente da cultura: quem não conhece a convenção não entende o signo. Muitas imagens combinam os três tipos — um logótipo pode ter uma parte icónica (uma figura reconhecível), indicial e simbólica ao mesmo tempo. Distingui-los é essencial para ler qualquer imagem com profundidade.
Exemplo resolvido

Classificar signos

Classifica como ícone, índice ou símbolo, justificando: (a) a fotografia de uma pessoa; (b) o fumo que sai de uma chaminé; (c) o coração que significa «amor».

  1. 01A fotografia — ícone

    Significa por semelhança: a fotografia parece-se com a pessoa que representa; é um ícone.

  2. 02O fumo — índice

    Significa por ligação real: o fumo é efeito do fogo e aponta para ele por causalidade; é um índice (não se «parece» com o fogo).

  3. 03O coração — símbolo

    Significa por convenção: nada na forma do coração desenhado se parece com o «amor»; a ligação é cultural e aprendida; é um símbolo.

  4. 04Verificar o critério

    Em cada caso, pergunta-se: significa por parecença (ícone), por ligação real (índice) ou por acordo cultural (símbolo)?

Resultado: A fotografia é ícone (semelhança), o fumo é índice (ligação causal com o fogo) e o coração é símbolo (convenção cultural). O critério é sempre a relação entre o significante e o que representa.

Foco no Exame Nacional

  • Distinguir os três tipos de signo de Peirce: ícone (semelhança), índice (contiguidade/causa), símbolo (convenção).
  • Classificar signos visuais concretos (retrato, sombra, bandeira) no tipo correto.
  • Reconhecer que uma imagem pode combinar os três tipos.

Erros frequentes

  • Confundir índice (ligação real/causal) com símbolo (convenção arbitrária).
  • Julgar que toda a imagem é icónica, esquecendo os índices (sombras, rastos) e os símbolos.
  • Não perceber que o símbolo tem de ser aprendido (depende de um código cultural).

Revisão ativa

Classifica como ícone, índice ou símbolo: (a) a fotografia de uma pessoa; (b) o fumo numa chaminé; (c) o símbolo de uma marca; e justifica cada um.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Desenho A — Sentido (tipos de signo) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 04

A denotação#

●●●AprofundamentoLPAE-desenho-a-sentido-significante

Pontos-chave

A leitura do significado de uma imagem faz-se, geralmente, em dois níveis, e o primeiro chama-se denotação. Denotar é o nível literal, imediato e objetivo do significado: o que a imagem representa de facto, aquilo que qualquer pessoa reconhece nela, sem interpretação nem valores acrescentados. Perante a fotografia de uma rosa, a denotação é simplesmente «uma rosa vermelha» — o objeto reconhecível. É o significado de dicionário, partilhado por todos os que reconhecem o objeto representado (ver Fig. 4).

Denotação e conotação: os dois níveis de significado

Denotação e conotaçãoGrafo, Imagem → Denotação (o que se vê, literal), Denotação (o que se vê, literal) → Conotação (valores, cultural)ImagemDenotação (o quese vê, literal)Conotação(valores,cultural)1.º nível2.º nível
Fig. 4Fig. 4 — Os dois níveis do significado: a denotação (literal, este tópico) e a conotação (cultural, o tópico seguinte).
A denotação corresponde, no essencial, à dimensão icónica da imagem: reconhecemos o que a imagem se parece representar. É o nível mais próximo do plano de expressão e o mais consensual — dois observadores concordarão facilmente na denotação de uma imagem figurativa («é um cão», «é uma casa junto ao mar»). Por isso, na análise de uma imagem, a denotação é o segundo passo (depois de descrever o significante): identificar o que está literalmente representado, o tema ou o motivo, sem ainda avançar para o que isso «quer dizer».
É importante não confundir a denotação com o significante. O significante (plano de expressão) é a forma material — as linhas, as cores, as manchas concretas. A denotação é já um primeiro significado — o objeto que essas formas representam. Descrever «uma mancha vermelha oval com linhas verdes» é o significante; dizer «uma rosa» é já a denotação. A passagem do significante à denotação é o primeiro salto da forma para o sentido, ainda ao nível mais literal e objetivo.
A denotação é apenas metade da história, e a sua aparente simplicidade não deve enganar: mesmo o nível denotativo pode ter zonas de ambiguidade (uma imagem pouco nítida pode denotar coisas diferentes). Mas o essencial é que, acima da denotação, existe um segundo nível de significado — a conotação —, feito das associações, dos valores e dos sentidos culturais que a imagem convoca, e que dependem fortemente do observador. É a esse segundo nível, e ao papel do observador na construção do significado, que se dedica o último tópico da disciplina. A denotação estabelece o «o quê»; a conotação, o «o que quer dizer».
Exemplo resolvido

Do significante à denotação

Perante o desenho de uma vela acesa, distingue o significante e a denotação, e antecipa uma conotação possível.

  1. 01O significante

    As formas materiais: um cilindro claro vertical, uma pequena forma amarela e alaranjada em cima (a chama), fundo escuro, contraste forte de claro-escuro.

  2. 02A denotação

    O que isso representa literalmente: uma vela acesa. É o significado imediato e objetivo, que todos reconhecem.

  3. 03Distinguir os dois

    «Um cilindro com uma forma luminosa em cima» é o significante; «uma vela acesa» é já a denotação — o primeiro salto da forma para o sentido.

  4. 04Antecipar a conotação

    Ao nível conotativo (próximo tópico), a vela acesa pode evocar esperança, fé, memória, fragilidade da vida — associações culturais que dependem do observador.

Resultado: O significante é o conjunto de formas (cilindro claro, chama, fundo escuro); a denotação é «uma vela acesa» (o nível literal); e a conotação, a explorar depois, seriam os valores associados (esperança, memória). A denotação é o primeiro e mais objetivo nível do significado.

Foco no Exame Nacional

  • Definir denotação como o nível literal, imediato e objetivo do significado (o que a imagem representa de facto).
  • Relacionar a denotação com a dimensão icónica e distingui-la do significante.
  • Reconhecer a denotação como primeiro nível de leitura, a que se segue a conotação.

Erros frequentes

  • Confundir a denotação (o objeto representado) com o significante (as formas materiais).
  • Confundir a denotação (nível literal) com a conotação (nível dos valores e associações).
  • Julgar que a denotação esgota o significado de uma imagem.

Revisão ativa

Distingue, para uma imagem de uma bandeira ao vento, o significante, a denotação e (antecipando) uma possível conotação.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Desenho A — Sentido (denotação) (Direção-Geral da Educação (DGE))

Conteúdo

Secção -- / 04

    • 01A imagem como signo○
    • 02O plano de expressão (o significante)◐
    • 03Tipos de signo: ícone, índice e símbolo◐
    • 04A denotação●

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Dos resumos à prática

Sentido: imagem — plano de expressão ou significante

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Referências e fontes

Fontes

Direção-Geral da Educação (DGE)

  • Aprendizagens Essenciais de Desenho A — Sentido (a imagem como signo)

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