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Resumos · Biologia e GeologiaPT · Secundário

Obtenção de matéria pelos seres autotróficos e heterotróficos

Estuda-se como as células obtêm a matéria de que precisam. Começa-se pela membrana plasmática — o modelo do mosaico fluido — e pelos mecanismos de transporte transmembranar. Distinguem-se depois as duas grandes estratégias de nutrição: os seres heterotróficos, que ingerem e digerem matéria orgânica, e os seres autotróficos, que a produzem por fotossíntese (ou quimiossíntese).

4 secções·~12 min de leitura·4 competências·Nível Padrão 2 · Aprofundamento 2

T·0555 / 16
Perfil de exame
Relacionar a estrutura da membrana (mosaico fluido) com a permeabilidade seletivaDistinguir os mecanismos de transporte transmembranarComparar estratégias de obtenção de matéria em seres heterotróficosExplicar as fases da fotossíntese nos seres autotróficos
Operadores:relacionadistinguecomparaexplicainterpretadescreve

nível básico

Reconhecer os tipos de transporte e as fases da fotossíntese.

nível avançado

Interpretar dados de transporte e de taxa de fotossíntese e distinguir rigorosamente as fases dependente e independente da luz.

Profundidade

Profundidade de leitura: Aprofundado

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Conteúdo · 4 secções▾
  1. Obtenção de matéria pelos seres autotróficos e heterotróficos
    • 01A membrana e o mosaico fluido◐
    • 02Transporte transmembranar●
    • 03Seres heterotróficos◐
    • 04Seres autotróficos — fotossíntese●
§ 01

A membrana e o mosaico fluido#

●●○PadrãoLPAE-biologia-e-geologia-10-obtencao-materia

Pontos-chave

A «membrana plasmática» delimita a célula e controla todas as trocas com o exterior. A sua estrutura é descrita pelo «modelo do mosaico fluido» (Singer e Nicolson, 1972): uma bicamada de «fosfolípidos» na qual se inserem «proteínas» (ver Fig. 1). Os fosfolípidos são moléculas anfipáticas — têm uma «cabeça» hidrofílica (voltada para os meios aquosos) e duas «caudas» hidrofóbicas (voltadas para o interior da bicamada) — o que faz com que se organizem espontaneamente em bicamada num meio aquoso.

Modelo do mosaico fluido da membrana

Mosaico fluidoEsquema com 33 elementos, Proteína integral, Proteína periférica, Meio extracelular, Citoplasma, Bicamada fosfolipídicaProteínaintegralProteínaperiféricaMeioextracelularCitoplasmaBicamadafosfolipídica
Fig. 1Fig. 1 — Membrana plasmática: bicamada de fosfolípidos com proteínas (modelo do mosaico fluido).
O modelo diz-se «fluido» porque os fosfolípidos e muitas proteínas se movem lateralmente no plano da membrana, conferindo-lhe fluidez e plasticidade; e diz-se «mosaico» porque as proteínas estão dispersas na bicamada como as peças de um mosaico. As proteínas podem ser «integrais» (atravessam a bicamada) ou «periféricas» (associadas à superfície). Há ainda «colesterol» (que regula a fluidez, nas células animais) e «glícidos» ligados a proteínas e lípidos (glicoproteínas e glicolípidos), que funcionam no reconhecimento celular.
A propriedade fundamental da membrana é a «permeabilidade seletiva»: deixa passar livremente umas substâncias e controla ou impede a passagem de outras. As pequenas moléculas apolares (O₂, CO₂) e a água atravessam com relativa facilidade a bicamada lipídica; os iões e as moléculas polares grandes (glicose) precisam de proteínas transportadoras específicas. É esta seletividade que mantém a composição interna da célula diferente do exterior (homeostasia).
A estrutura anfipática dos fosfolípidos explica, assim, a própria existência da membrana: é a fuga das caudas hidrofóbicas à água e a atração das cabeças pela água que forma e mantém a bicamada. A relação estrutura-função é aqui muito clara — a organização molecular determina a permeabilidade seletiva.
No Exame, é frequente pedir-se a identificação dos constituintes da membrana num esquema e a justificação de por que a membrana é seletivamente permeável a partir da sua estrutura.
Exemplo resolvido

Anfipatia e formação da bicamada

Explica por que os fosfolípidos formam espontaneamente uma bicamada quando colocados em água.

  1. 01Caracterizar o fosfolípido

    Cada fosfolípido tem uma cabeça hidrofílica (afim da água) e duas caudas hidrofóbicas (que repelem a água) — é anfipático.

  2. 02Interpretar o comportamento em água

    As cabeças orientam-se para os meios aquosos (interior e exterior da célula) e as caudas afastam-se da água, agrupando-se entre si.

  3. 03Concluir

    Esta orientação origina duas camadas com as caudas voltadas para dentro e as cabeças para fora — uma bicamada estável.

Resultado: O caráter anfipático dos fosfolípidos leva-os a organizar-se numa bicamada, com cabeças hidrofílicas para os meios aquosos e caudas hidrofóbicas para o interior.

Foco no Exame Nacional

  • Identificar os constituintes da membrana no modelo do mosaico fluido.
  • Relacionar a estrutura da membrana com a permeabilidade seletiva.

Erros frequentes

  • Descrever a membrana como uma estrutura rígida — o modelo é «fluido» (os componentes movem-se).
  • Dizer que a membrana é impermeável ou totalmente permeável: é «seletivamente» permeável.

Revisão ativa

Explica, a partir do caráter anfipático dos fosfolípidos, por que se organizam espontaneamente numa bicamada em meio aquoso.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 10.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 02

Transporte transmembranar#

●●●AprofundamentoLPAE-biologia-e-geologia-10-obtencao-materia

Pontos-chave

As substâncias atravessam a membrana por mecanismos que se distinguem por precisarem, ou não, de energia da célula (ver Fig. 2). No «transporte passivo» a substância desloca-se a favor do gradiente de concentração (do meio mais concentrado para o menos concentrado), sem gasto de energia (ATP): a célula limita-se a deixar acontecer a difusão. No «transporte ativo» a substância é deslocada contra o gradiente (para o meio mais concentrado), o que exige gasto de energia.

Mecanismos de transporte transmembranar

Passivo vs ativoTabela com 3 colunas e 5 linhas, Dados: Mecanismo · Sentido (gradiente) · Energia (ATP); Difusão simples · A favor · Não (passivo); Difusão facilitada · A favor (com proteínas) · Não (passivo); Osmose (água) · A favor (hipo → hiper) · Não (passivo); Transporte ativo · Contra · Sim (bombas); Endocitose / exocitose · Em quantidade (deformação) · SimMECANISMOSENTIDO (GRADIENTE)ENERGIA (ATP)Difusão simplesA favorNão (passivo)Difusão facilitadaA favor (com proteínas)Não (passivo)Osmose (água)A favor (hipo → hiper)Não (passivo)Transporte ativoContraSim (bombas)Endocitose / exocitoseEm quantidade (deformação)SimTransporte transmembranar
Fig. 2Fig. 2 — Transporte transmembranar: passivo (sem energia) e ativo (com energia).
O transporte passivo assume três formas. A «difusão simples» é a passagem direta de pequenas moléculas apolares (O₂, CO₂) através da bicamada. A «difusão facilitada» é a passagem de moléculas polares ou iões (glicose, aminoácidos) com o auxílio de proteínas transportadoras ou canais — continua a ser a favor do gradiente e sem energia. A «osmose» é o caso particular da difusão da «água» através da membrana, do meio hipotónico (menos concentrado em solutos) para o hipertónico (mais concentrado).
A osmose tem consequências importantes conforme o meio. Numa solução «hipotónica», a água entra na célula, que fica túrgida (nas células vegetais, a parede evita o rebentamento — turgescência); numa solução «hipertónica», a água sai, a célula desidrata e murcha (nas vegetais, o citoplasma retrai-se — plasmólise); numa solução «isotónica» não há fluxo líquido. Estes fenómenos são frequentemente testados a partir de resultados experimentais com células em soluções de diferentes concentrações.
O «transporte ativo» usa proteínas transportadoras específicas («bombas») e ATP para mover substâncias contra o gradiente — como a bomba de sódio-potássio. Existe ainda o transporte «em quantidade» de grandes partículas, com deformação da membrana e gasto de energia: a «endocitose» (a célula engloba material — fagocitose, quando são partículas sólidas, e pinocitose, quando são líquidos) e a «exocitose» (expulsão de material para o exterior).
A distinção entre transporte a favor/contra o gradiente e com/sem energia é a chave para classificar qualquer mecanismo — e é uma das perguntas mais frequentes, muitas vezes a partir de um gráfico da velocidade de transporte em função da concentração (que satura, na difusão facilitada e no transporte ativo, por esgotamento das proteínas).
Exemplo resolvido

Célula em solução hipertónica

Uma célula animal é colocada numa solução hipertónica. Indica o sentido do fluxo de água e o efeito, justificando com o mecanismo envolvido.

  1. 01Comparar concentrações

    A solução hipertónica é mais concentrada em solutos do que o interior da célula.

  2. 02Aplicar a osmose

    A água move-se por osmose do meio menos concentrado (interior) para o mais concentrado (exterior), ou seja, sai da célula.

  3. 03Prever o efeito

    A perda de água faz a célula desidratar e murchar (crenação, na célula animal).

Resultado: A água sai da célula por osmose (interior hipotónico → exterior hipertónico) e a célula murcha.

Foco no Exame Nacional

  • Classificar um mecanismo de transporte (passivo/ativo; a favor/contra o gradiente; com/sem energia).
  • Prever o comportamento de uma célula em soluções hipo, iso e hipertónicas (turgescência/plasmólise).

Erros frequentes

  • Considerar que a difusão facilitada gasta energia — é passiva (a favor do gradiente); só usa proteínas.
  • Trocar hipotónico e hipertónico: na osmose, a água move-se do meio hipotónico para o hipertónico.

Revisão ativa

Coloca-se uma célula animal numa solução hipertónica. Prevê o sentido do fluxo de água e o efeito sobre a célula, justificando.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 10.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 03

Seres heterotróficos#

●●○PadrãoLPAE-biologia-e-geologia-10-obtencao-materia

Pontos-chave

Os seres «heterotróficos» não conseguem produzir a sua matéria orgânica e obtêm-na consumindo matéria orgânica já existente (de outros seres). Para a utilizar, têm de a transformar em moléculas simples, absorvíveis — é a «digestão», a hidrólise das macromoléculas (feita por enzimas) em monómeros. Distinguem-se a digestão «intracelular» (dentro da célula, em vacúolos digestivos) e a digestão «extracelular» (fora das células, numa cavidade ou no exterior do corpo).
Nos organismos mais simples, a obtenção de matéria faz-se ao nível celular. A «ameba» engloba as partículas por «fagocitose» (endocitose de sólidos), formando um «vacúolo digestivo»; os lisossomas fundem-se com o vacúolo e libertam enzimas que fazem a digestão intracelular; os nutrientes são absorvidos para o citoplasma e os resíduos expulsos por exocitose (ver Fig. 3).

Fagocitose e digestão intracelular

Fagocitosediagrama celular, 2 compartimentos, Dados: Membrana, Vacúolo digestivo, Partícula (fagocitose), Lisossoma, NúcleoMembranaVacúolo digestivoPartícula(fagocitose)LisossomaNúcleoDigestão intracelular
Fig. 3Fig. 3 — Ameba: fagocitose, formação do vacúolo digestivo e digestão intracelular com lisossomas.
Os «fungos» têm uma estratégia diferente: fazem digestão «extracorporal» — libertam enzimas para o meio, digerem a matéria orgânica no exterior do corpo e absorvem depois os nutrientes já simples. É uma nutrição por absorção, típica também de muitas bactérias decompositoras.
Nos animais com cavidade digestiva a digestão é predominantemente extracelular. A «Hydra» tem uma «cavidade gastrovascular» com uma só abertura (tubo digestivo incompleto): a presa é digerida na cavidade (digestão extracelular) e as partículas resultantes são englobadas pelas células da parede, que completam a digestão intracelular — uma digestão «mista». Os animais mais complexos possuem «tubo digestivo completo» (boca e ânus), com regiões especializadas, digestão extracelular e absorção eficiente.
Em todos os casos, a sequência é a mesma — «ingestão → digestão → absorção → (eliminação de resíduos)» — o que muda é o local e o modo. Comparar estas estratégias, a partir de esquemas de diferentes seres, é um objetivo frequente do Exame.
Exemplo resolvido

Ameba vs fungo

Compara a obtenção de matéria na ameba e num fungo decompositor, indicando o local da digestão.

  1. 01Ameba

    Engloba as partículas por fagocitose e digere-as num vacúolo digestivo — digestão intracelular.

  2. 02Fungo

    Liberta enzimas para o meio e digere a matéria orgânica no exterior — digestão extracorporal (extracelular).

  3. 03Concluir a comparação

    Em ambos há hidrólise enzimática e absorção de nutrientes simples, mas na ameba a digestão é dentro da célula e no fungo é fora do corpo.

Resultado: A ameba faz digestão intracelular (em vacúolo, após fagocitose); o fungo faz digestão extracorporal (no meio) e absorve os nutrientes.

Foco no Exame Nacional

  • Distinguir digestão intracelular e extracelular e identificá-las em diferentes seres.
  • Descrever a obtenção de matéria na ameba (fagocitose e digestão intracelular) e na Hydra (digestão mista).

Erros frequentes

  • Confundir digestão intracelular (em vacúolos, dentro da célula) e extracelular (em cavidade ou fora do corpo).
  • Pensar que os fungos ingerem alimento: fazem digestão extracorporal e absorvem os nutrientes.

Revisão ativa

Compara a obtenção de matéria na ameba e num fungo, indicando onde ocorre a digestão em cada caso.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 10.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 04

Seres autotróficos — fotossíntese#

●●●AprofundamentoLPAE-biologia-e-geologia-10-obtencao-materia

Pontos-chave

Os seres «autotróficos» produzem a sua própria matéria orgânica a partir de matéria inorgânica simples, usando uma fonte de energia. A via mais importante é a «fotossíntese», que usa energia luminosa para converter dióxido de carbono e água em glícidos, libertando oxigénio. Ocorre nos «cloroplastos» (ver Fig. 4), que contêm «clorofila» — o pigmento que capta a luz — organizada em membranas empilhadas, os «tilacoides» (grana), imersos no «estroma».

O cloroplasto

Cloroplastodiagrama celular, 1 compartimentos, Dados: Estroma, Granum (tilacoides), Tilacoide, GranumEstromaGranum(tilacoides)TilacoideGranumCloroplasto
Fig. 4Fig. 4 — Cloroplasto: estroma e tilacoides (grana), onde decorre a fotossíntese.
A fotossíntese decorre em duas fases. A «fase dependente da luz» ocorre nas membranas dos tilacoides: a energia luminosa captada pela clorofila é usada para a «fotólise da água» (a água é decomposta, libertando O₂, protões e eletrões) e para produzir «ATP» e «NADPH» (transportador de eletrões/energia). O oxigénio libertado provém, portanto, da água, e não do CO₂ — um ponto muito importante (ver Fig. 5).

As duas fases da fotossíntese

Fases da fotossínteseGrafo, Luz → Fase dependente (tilacoide), H₂O → Fase dependente (tilacoide), Fase dependente (tilacoide) → O₂, Fase dependente (tilacoide) → ATP + NADPH, ATP + NADPH → Fase independente (estroma), CO₂ → Fase independente (estroma), Fase independente (estroma) → GlícidosLuzH₂OFase dependente(tilacoide)O₂ATP + NADPHCO₂Faseindependente(estroma)Glícidos
Fig. 5Fig. 5 — Fotossíntese: a fase dependente da luz alimenta a fase independente (ciclo de Calvin).
A «fase independente da luz» (ciclo de Calvin) ocorre no «estroma» e não precisa diretamente de luz, mas depende do ATP e do NADPH produzidos na fase anterior. Nela, o «CO₂ é fixado» (incorporado em moléculas orgânicas, com a enzima RuBisCO), reduzido com o NADPH e a energia do ATP, formando «glícidos» (glicose); parte das moléculas é regenerada para manter o ciclo. As duas fases estão, assim, acopladas: a dependente fornece o ATP e o NADPH que a independente consome.
A taxa de fotossíntese depende de «fatores» — a intensidade luminosa, a concentração de CO₂ e a temperatura. O seu efeito é tipicamente uma curva que sobe e depois «satura»: aumentar a luz (ou o CO₂) acelera a fotossíntese até certo ponto, a partir do qual outro fator se torna limitante e a taxa estabiliza (ver Fig. 6). A interpretação destas curvas — identificando o «fator limitante» — é um clássico do Exame.

Taxa de fotossíntese e fator limitante

Fator limitanteGráfico de taxa de fotossíntese, zeros em x = 0, ordenada na origem y = 0, crescente, no intervalo x de 0 a 102468105101520taxa defotossíntesetaxa de fotossínteseintensidade luminosa
Fig. 6Fig. 6 — A taxa de fotossíntese aumenta com a intensidade luminosa até um patamar (outro fator torna-se limitante).
Existe ainda a «quimiossíntese», realizada por algumas bactérias que produzem matéria orgânica usando energia de reações químicas de oxidação de compostos inorgânicos (por exemplo, compostos de enxofre), em vez de energia luminosa. É importante em ambientes sem luz, como as fontes hidrotermais dos fundos oceânicos.
Exemplo resolvido

Interpretar o patamar de uma curva

Num gráfico, a taxa de fotossíntese cresce com a intensidade luminosa e depois estabiliza num patamar. Interpreta o patamar.

  1. 01Fase crescente

    Enquanto a luz é escassa, aumentá-la fornece mais energia e acelera a fotossíntese — a luz é o fator limitante.

  2. 02Patamar

    A partir de certa intensidade, a taxa deixa de aumentar: a luz já não é limitante.

  3. 03Concluir

    No patamar, outro fator (por exemplo, a concentração de CO₂ ou a temperatura) passou a limitar a fotossíntese.

Resultado: O patamar indica que a luz deixou de ser o fator limitante; a taxa é agora limitada por outro fator (CO₂ ou temperatura).

Foco no Exame Nacional

  • Distinguir a fase dependente e a fase independente da luz (local, o que entra e o que sai).
  • Interpretar gráficos da taxa de fotossíntese e identificar o fator limitante.

Erros frequentes

  • Dizer que o O₂ libertado provém do CO₂ — provém da fotólise da água.
  • Chamar «fase escura» à fase independente e concluir que ocorre no escuro: ela depende do ATP e do NADPH da fase luminosa.

Revisão ativa

Num gráfico, a taxa de fotossíntese aumenta com a intensidade luminosa até estabilizar. Explica o que significa o patamar e o conceito de fator limitante.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 10.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

Conteúdo

Secção -- / 04

    • 01A membrana e o mosaico fluido◐
    • 02Transporte transmembranar●
    • 03Seres heterotróficos◐
    • 04Seres autotróficos — fotossíntese●

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Dos resumos à prática

Obtenção de matéria pelos seres autotróficos e heterotróficos

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Referências e fontes

Fontes

Direção-Geral da Educação (DGE)

  • Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 10.º ano

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