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Resumos · Biologia e GeologiaPT · Secundário

Crescimento, renovação e diferenciação celular

Estudam-se os processos que asseguram o crescimento e a renovação dos seres vivos. O ciclo celular alterna a interfase (com a replicação do DNA) e a fase mitótica. Descrevem-se a estrutura e a replicação do DNA, as fases da mitose e da citocinese — que originam duas células geneticamente iguais — e a diferenciação celular, base da especialização das células e das células estaminais.

4 secções·~11 min de leitura·4 competências·Nível Padrão 2 · Aprofundamento 2

T·0888 / 16
Perfil de exame
Descrever as fases do ciclo celularRelacionar a estrutura do DNA com a sua replicaçãoOrdenar e caracterizar as fases da mitose e a citocineseExplicar a diferenciação celular e o conceito de célula estaminal
Operadores:descreverelacionaordenaexplicainterpretaidentifica

nível básico

Reconhecer as fases do ciclo celular e da mitose.

nível avançado

Interpretar gráficos da quantidade de DNA ao longo do ciclo e relacionar mitose com estabilidade genética.

Profundidade

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Conteúdo · 4 secções▾
  1. Crescimento, renovação e diferenciação celular
    • 01O ciclo celular◐
    • 02DNA e replicação●
    • 03Mitose e citocinese●
    • 04Diferenciação, células estaminais e clonagem◐
§ 01

O ciclo celular#

●●○PadrãoLPAE-biologia-e-geologia-11-crescimento-celular

Pontos-chave

O «ciclo celular» é a sequência de acontecimentos que decorre entre a formação de uma célula e a sua divisão em duas. Compreende dois grandes períodos: a «interfase» (a maior parte do ciclo) e a «fase mitótica» (mitose + citocinese) (ver Fig. 1). Durante a interfase a célula cresce, desempenha as suas funções e prepara-se para a divisão.

O ciclo celular

Ciclo celularGrafo, G1 (crescimento) → S (replicação do DNA), S (replicação do DNA) → G2 (preparação), G2 (preparação) → Mitose + citocinese, Mitose + citocinese → G1 (crescimento)G1 (crescimento)S (replicação doDNA)G2 (preparação)Mitose +citocinese
Fig. 1Fig. 1 — O ciclo celular: interfase (G1, S, G2) e fase mitótica (M).
A interfase divide-se em três subfases. Na «fase G1» a célula cresce e sintetiza proteínas e organelos. Na «fase S» ocorre a «replicação do DNA»: cada molécula de DNA é duplicada, de modo que cada cromossoma passa a ter dois «cromatídeos-irmãos» idênticos, unidos pelo centrómero. Na «fase G2» a célula acaba de crescer e prepara as estruturas necessárias à divisão.
Segue-se a «fase mitótica»: a «mitose» (divisão do núcleo, em que os cromatídeos são repartidos igualmente) e a «citocinese» (divisão do citoplasma), das quais resultam «duas células-filhas geneticamente iguais» entre si e à célula-mãe. É este processo que permite o crescimento dos organismos e a renovação/reparação dos tecidos.
O ciclo é rigorosamente regulado por «pontos de controlo», que verificam se as condições estão reunidas antes de avançar (por exemplo, se o DNA foi corretamente replicado). Quando esta regulação falha, as células podem dividir-se descontroladamente — é o que está na origem do «cancro» (tumores). Algumas células diferenciadas param o ciclo e entram num estado de repouso (G0), deixando de se dividir.
Compreender a sequência do ciclo e, sobretudo, saber que a duplicação do DNA ocorre «na fase S» (antes da mitose) é essencial para interpretar gráficos da quantidade de DNA ao longo do ciclo — um item frequente no Exame.
Exemplo resolvido

Quando se replica o DNA

Indica a fase do ciclo em que o DNA é replicado e justifica por que essa replicação tem de ocorrer antes da mitose.

  1. 01Identificar a fase

    A replicação do DNA ocorre na fase S da interfase.

  2. 02Consequência da replicação

    Cada cromossoma fica com dois cromatídeos idênticos, duplicando a quantidade de DNA.

  3. 03Relacionar com a mitose

    Só com o DNA duplicado é que a mitose pode repartir uma cópia completa para cada célula-filha, garantindo que ambas ficam com a informação genética completa.

Resultado: O DNA replica-se na fase S; tem de anteceder a mitose para que cada célula-filha receba uma cópia completa do material genético.

Foco no Exame Nacional

  • Ordenar as fases do ciclo celular (G1, S, G2, mitose, citocinese) e situar a replicação do DNA.
  • Relacionar a falha nos pontos de controlo com a proliferação descontrolada (cancro).

Erros frequentes

  • Situar a replicação do DNA na mitose — ocorre antes, na fase S da interfase.
  • Pensar que a interfase é uma fase de «repouso»: é a fase mais ativa, de crescimento e duplicação.

Revisão ativa

Indica em que fase do ciclo celular ocorre a replicação do DNA e justifica por que ela tem de anteceder a mitose.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 02

DNA e replicação#

●●●AprofundamentoLPAE-biologia-e-geologia-11-crescimento-celular

Pontos-chave

O «DNA» (ácido desoxirribonucleico) é a molécula que guarda a informação genética. Tem a forma de uma «dupla hélice» — duas cadeias enroladas — constituídas por «nucleótidos». Cada nucleótido tem um grupo fosfato, uma desoxirribose (açúcar) e uma «base azotada»: adenina (A), timina (T), guanina (G) ou citosina (C). As duas cadeias são «antiparalelas» e mantêm-se unidas por pontes de hidrogénio entre as bases.
A união das bases obedece à «complementaridade»: a adenina emparelha sempre com a timina (A–T) e a guanina com a citosina (G–C). Por isso, conhecida a sequência de uma cadeia, fica automaticamente determinada a da outra. Esta complementaridade é a chave da replicação e da transmissão fiel da informação.
Na «fase S», o DNA é «replicado» de forma «semiconservativa»: a dupla hélice abre-se (as pontes de hidrogénio quebram-se) e cada cadeia serve de «molde». Enzimas específicas (as DNA-polimerases) adicionam a cada molde os nucleótidos complementares, formando uma nova cadeia. Cada molécula-filha fica, assim, com uma cadeia antiga (molde) e uma cadeia nova — daí o nome «semiconservativa».
O resultado é a duplicação exata do DNA: obtêm-se duas moléculas idênticas à original, uma para cada futura célula-filha. É esta fidelidade que assegura que a mitose produza células geneticamente iguais. A quantidade de DNA da célula duplica durante a fase S e mantém-se depois até à divisão, quando se reparte pelas células-filhas (ver Fig. 2).

Quantidade de DNA ao longo do ciclo celular

DNA ao longo do cicloGráfico de linhas: quantidade de DNA por fase do ciclo, Dados: Quantidade de DNA (unidades) · G1: 2; Quantidade de DNA (unidades) · S: 4; Quantidade de DNA (unidades) · G2: 4; Quantidade de DNA (unidades) · Mitose: 4; Quantidade de DNA (unidades) · Filhas: 200.511.522.533.54G1SG2MitoseFilhasquantidade de DNAfase do ciclo
Fig. 2Fig. 2 — A quantidade de DNA duplica na fase S e reparte-se pelas células-filhas na divisão.
A interpretação do gráfico da quantidade de DNA ao longo do ciclo (constante em G1, a duplicar em S, constante em G2/M, a reduzir-se a metade na divisão) é um exercício clássico do Exame, que testa a compreensão conjunta do ciclo celular e da replicação.
Exemplo resolvido

Complementaridade e replicação

Dada a cadeia de DNA A-T-G-C-C-A, escreve a cadeia complementar e explica o que significa a replicação ser semiconservativa.

  1. 01Aplicar a complementaridade

    A↔T e G↔C: para A-T-G-C-C-A a cadeia complementar é T-A-C-G-G-T.

  2. 02Descrever a replicação

    As cadeias separam-se e cada uma serve de molde para uma nova cadeia complementar.

  3. 03Definir semiconservativa

    Cada molécula-filha conserva uma cadeia original (molde) e adquire uma cadeia nova — daí «semiconservativa».

Resultado: Cadeia complementar: T-A-C-G-G-T. A replicação é semiconservativa porque cada molécula resultante mantém uma cadeia antiga e uma nova.

Foco no Exame Nacional

  • Aplicar a complementaridade de bases (A–T, G–C) e explicar a replicação semiconservativa.
  • Interpretar o gráfico da variação da quantidade de DNA ao longo do ciclo celular.

Erros frequentes

  • Errar o emparelhamento das bases (A com T, G com C — nunca A com G ou C com T).
  • Dizer que a replicação é conservativa — é semiconservativa (cada molécula-filha tem uma cadeia antiga e uma nova).

Revisão ativa

Uma cadeia de DNA tem a sequência A-T-G-C-C-A. Escreve a sequência da cadeia complementar e explica o significado de replicação semiconservativa.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 03

Mitose e citocinese#

●●●AprofundamentoLPAE-biologia-e-geologia-11-crescimento-celular

Pontos-chave

A «mitose» é a divisão do núcleo que reparte, de forma equitativa, os cromossomas (já duplicados na fase S) pelas duas células-filhas. Divide-se, por comodidade de estudo, em quatro fases contínuas: prófase, metáfase, anáfase e telófase (ver Fig. 3). É um processo contínuo — as fases não têm fronteiras rígidas.

Fases da mitose

MitoseGrafo, Prófase (condensação, fuso) → Metáfase (placa equatorial), Metáfase (placa equatorial) → Anáfase (cromatídeos separam-se), Anáfase (cromatídeos separam-se) → Telófase (2 núcleos), Telófase (2 núcleos) → Citocinese (2 células)Prófase(condensação,fuso)Metáfase (placaequatorial)Anáfase(cromatídeosseparam-se)Telófase (2núcleos)Citocinese (2células)
Fig. 3Fig. 3 — Sequência das fases da mitose até à citocinese.
Na «prófase», os cromossomas condensam-se e tornam-se visíveis, cada um com dois cromatídeos-irmãos unidos pelo centrómero; o invólucro nuclear desagrega-se e forma-se o «fuso acromático» (mitótico). Na «metáfase», os cromossomas atingem a condensação máxima e alinham-se no plano equatorial da célula (placa equatorial), presos ao fuso pelos centrómeros.
Na «anáfase», os centrómeros dividem-se e os «cromatídeos-irmãos separam-se», migrando cada um para um polo oposto da célula, puxados pelo fuso — passam a ser cromossomas independentes. Na «telófase», os cromossomas chegam aos polos e descondensam-se; reaparece um invólucro nuclear à volta de cada conjunto, formando-se «dois núcleos» idênticos.
Segue-se a «citocinese», a divisão do citoplasma, que difere entre células animais e vegetais (ver Fig. 4). Na célula «animal» forma-se um «anel contráctil» que estrangula a célula a meio (sulco de clivagem), de fora para dentro. Na célula «vegetal», como existe parede celular rígida, forma-se uma «placa celular» (fragmoplasto) no centro, que cresce para fora até dividir a célula.

Citocinese animal vs vegetal

Animal vs vegetalTabela com 3 colunas e 3 linhas, Dados: Característica · Célula animal · Célula vegetal; Mecanismo · Anel contráctil (estrangulamento) · Placa celular (fragmoplasto); Sentido · De fora para dentro · Do centro para fora; Razão da diferença · Sem parede celular · Existe parede celular rígidaCARACTERÍSTICACÉLULA ANIMALCÉLULA VEGETALMecanismoAnel contráctil(estrangulamento)Placa celular (fragmoplasto)SentidoDe fora para dentroDo centro para foraRazão da diferençaSem parede celularExiste parede celular rígidaCitocinese
Fig. 4Fig. 4 — A citocinese difere entre células animais e vegetais.
O resultado da mitose e da citocinese são «duas células-filhas geneticamente idênticas» entre si e à célula-mãe (mantendo o número de cromossomas: 2n → 2n). É esta constância que garante a estabilidade genética no crescimento, na renovação e na reprodução assexuada — em contraste com a meiose, que reduz o número de cromossomas e gera variabilidade.
Exemplo resolvido

Ordenar a mitose e o seu resultado

Ordena as fases da mitose e indica o número e o tipo de células que resultam de uma célula 2n.

  1. 01Ordenar as fases

    Prófase → metáfase → anáfase → telófase, seguida da citocinese.

  2. 02Identificar o acontecimento-chave

    Na anáfase, os cromatídeos-irmãos separam-se para polos opostos, garantindo cópias iguais em cada polo.

  3. 03Resultado

    De uma célula 2n resultam duas células-filhas, ambas 2n, geneticamente idênticas entre si e à célula-mãe.

Resultado: Prófase, metáfase, anáfase, telófase (+ citocinese); uma célula 2n origina duas células 2n idênticas.

Foco no Exame Nacional

  • Ordenar e caracterizar as fases da mitose (prófase, metáfase, anáfase, telófase).
  • Distinguir a citocinese em células animais e vegetais e reconhecer a estabilidade genética (2n → 2n).

Erros frequentes

  • Trocar metáfase (cromossomas alinhados no equador) e anáfase (cromatídeos a separarem-se para os polos).
  • Confundir a citocinese animal (estrangulamento) com a vegetal (placa celular) — a diferença deve-se à parede celular.

Revisão ativa

Ordena e descreve as quatro fases da mitose e indica quantas células, com que número de cromossomas, resultam de uma célula 2n.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 04

Diferenciação, células estaminais e clonagem#

●●○PadrãoLPAE-biologia-e-geologia-11-crescimento-celular

Pontos-chave

A partir de uma única célula (o zigoto), um organismo pluricelular forma centenas de tipos de células diferentes (neurónios, células musculares, glóbulos vermelhos…). A esta especialização chama-se «diferenciação celular» (ver Fig. 5). O facto notável é que quase todas as células do organismo têm o «mesmo DNA» — a diferença resulta de «expressão génica diferencial»: em cada tipo de célula ativam-se apenas alguns genes, os que definem a sua função.

Da célula estaminal à célula diferenciada

Diferenciação celularGrafo, Zigoto (totipotente) → Estaminais embrionárias (pluripotentes), Estaminais embrionárias (pluripotentes) → Estaminais adultas (multipotentes), Estaminais embrionárias (pluripotentes) → Neurónio, Estaminais embrionárias (pluripotentes) → Célula muscular, Estaminais adultas (multipotentes) → Células do sangueZigoto(totipotente)Estaminaisembrionárias(pluripotentes)Estaminaisadultas(multipotentes)NeurónioCélula muscularCélulas dosangue
Fig. 5Fig. 5 — Potência das células estaminais e diferenciação em tipos celulares especializados.
As «células estaminais» (ou células-tronco) são células não diferenciadas, capazes de se dividir por mitose e de originar células especializadas. Classificam-se pela sua «potência»: o zigoto é «totipotente» (origina um organismo completo); as células estaminais embrionárias são «pluripotentes» (originam qualquer tipo de célula do corpo); e as células estaminais adultas são «multipotentes» (originam um número limitado de tipos, como as da medula óssea, que renovam as células do sangue).
As células estaminais são a base da renovação e reparação dos tecidos ao longo da vida (por exemplo, a medula óssea produz continuamente células sanguíneas). Têm grande interesse médico na «medicina regenerativa» — a possibilidade de substituir células ou tecidos danificados —, embora o seu uso levante também questões éticas, sobretudo no caso das embrionárias.
A «clonagem» é a produção de indivíduos ou células geneticamente idênticos a partir de uma célula. Baseia-se no facto de o núcleo de uma célula diferenciada conservar toda a informação genética: transferindo-o para um óvulo sem núcleo, pode originar-se um novo organismo idêntico ao dador (como a ovelha Dolly, em 1996). A reprodução assexuada, que se estudará a seguir, é uma forma natural de clonagem.
Compreender que a diferenciação resulta da expressão diferencial dos mesmos genes — e não da perda de genes — é um ponto conceptualmente importante e frequentemente avaliado.
Exemplo resolvido

Mesmo DNA, células diferentes

Explica como um neurónio e uma célula muscular, com o mesmo DNA, podem ter estruturas e funções tão diferentes.

  1. 01Reconhecer o DNA comum

    Ambas provêm do mesmo zigoto por mitose, pelo que têm o mesmo conjunto de genes.

  2. 02Introduzir a expressão diferencial

    Em cada tipo de célula ativam-se apenas alguns genes — os que codificam as proteínas próprias da sua função.

  3. 03Concluir

    A diferença resulta de expressão génica diferencial (genes distintos ativos), não de perda de genes.

Resultado: As duas células têm o mesmo DNA, mas expressam genes diferentes; é a expressão génica diferencial que as torna especializadas.

Foco no Exame Nacional

  • Explicar a diferenciação celular como expressão génica diferencial (mesmo DNA, genes diferentes ativos).
  • Distinguir células totipotentes, pluripotentes e multipotentes.

Erros frequentes

  • Pensar que as células diferenciadas perdem genes — mantêm todo o DNA; muda é quais os genes ativos.
  • Confundir totipotência (origina um organismo completo) com pluripotência (origina qualquer tipo de célula, mas não um organismo).

Revisão ativa

Explica como, tendo todas as mesmas informação genética, um neurónio e uma célula muscular podem ser tão diferentes.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 11.º ano (Direção-Geral da Educação (DGE))

Conteúdo

Secção -- / 04

    • 01O ciclo celular◐
    • 02DNA e replicação●
    • 03Mitose e citocinese●
    • 04Diferenciação, células estaminais e clonagem◐

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Crescimento, renovação e diferenciação celular

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Referências e fontes

Fontes

Direção-Geral da Educação (DGE)

  • Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia — 11.º ano

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