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As áreas urbanas: dinâmicas internas

Este tema estuda a cidade e a sua organização interna: o conceito de cidade e as funções urbanas, a estrutura interna (CBD, áreas residenciais, industriais e de serviços) e os seus modelos, a expansão urbana (suburbanização e periurbanização) e a formação de áreas metropolitanas, os problemas urbanos (congestionamento, habitação, ambiente, segregação) e as estratégias de requalificação, reabilitação e cidade sustentável.

5 secções·~13 min de leitura·4 competências·Nível Base 1 · Padrão 3 · Aprofundamento 1

T·0999 / 13
Perfil de exame
Definir cidade e caracterizar as funções urbanasDescrever a estrutura interna da cidade e os seus modelosExplicar a expansão urbana e a formação das áreas metropolitanasAnalisar problemas urbanos e propostas de requalificação
Operadores:definedescreveexplicadistingueanalisajustifica

nível básico

Caracterizar as funções urbanas e a estrutura interna da cidade.

nível avançado

Explicar a expansão urbana e discutir os problemas das cidades e a requalificação urbana.

Profundidade

Profundidade de leitura: Aprofundado

Texto

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Conteúdo · 5 secções▾
  1. As áreas urbanas: dinâmicas internas
    • 01A cidade e as funções urbanas○
    • 02A estrutura interna da cidade◐
    • 03A expansão urbana e as áreas metropolitanas◐
    • 04Os problemas urbanos◐
    • 05Requalificação, reabilitação e cidade sustentável●
§ 01

A cidade e as funções urbanas#

●○○BaseLPAE-geografia-a-areas-urbanas

Pontos-chave

A cidade é um aglomerado populacional de grande dimensão, densamente povoado, onde predominam as atividades não agrícolas (indústria e, sobretudo, serviços) e que concentra funções que servem não só os seus habitantes como toda a área envolvente. Definir cidade não é simples: usam-se critérios de dimensão populacional, densidade, morfologia e funções — e, em Portugal, o estatuto de cidade é atribuído por lei.
As funções urbanas são as atividades que a cidade desempenha e que justificam a sua existência e importância (ver Fig. 1). Uma cidade não vive só para os seus residentes: oferece bens e serviços a uma vasta área de influência, atraindo pessoas que ali trabalham, estudam, compram ou tratam de assuntos.

As funções urbanas

Funções urbanasDiagrama em árvore, 4 caminhos, Dados: Residencial; Económica; Administrativa e política; Cultural e turísticaResidencialEconómicaAdministrativa …Cultural e turí…Funções urban…habitarcomércio, ind…sedes de pode…museus, unive…
Fig. 1Fig. 1 — As funções urbanas: uma cidade acumula funções que servem os seus habitantes e toda a área de influência; as maiores têm funções de nível superior.
Distinguem-se várias funções: a função residencial (habitar), a comercial (comércio), a industrial (produção), a de serviços (banca, saúde, educação, administração), a administrativa e política (sedes de poder), a cultural e turística (museus, universidades, património) e a de transportes (nós de circulação). As cidades maiores acumulam mais funções e de nível superior (especializadas, raras), enquanto as pequenas têm funções mais básicas.
As funções organizam-se no espaço da cidade, dando origem à sua estrutura interna. A concentração de funções de nível superior numa cidade aumenta a sua centralidade e a sua área de influência. Compreender as funções urbanas é o ponto de partida para estudar a organização interna da cidade e a hierarquia das cidades.
Exemplo resolvido

Funções e nível da cidade

Explica por que uma capital regional oferece funções que uma pequena vila não tem, dando exemplos.

  1. 01Funções básicas

    Uma pequena vila tem funções básicas e frequentes: comércio de proximidade, escola primária, centro de saúde.

  2. 02Funções superiores

    Uma capital regional acumula funções de nível superior e mais raras: hospital central, universidade, tribunais, grandes serviços e comércio especializado.

  3. 03Área de influência

    Estas funções servem toda a região, atraindo população de uma vasta área de influência à capital.

  4. 04Conclusão

    Quanto maior e mais central a cidade, mais funções (e de nível superior) oferece.

Resultado: A capital regional acumula funções superiores (hospital, universidade, serviços especializados) que servem toda a sua área de influência.

Foco no Exame Nacional

  • Definir cidade com base em critérios (dimensão, densidade, funções).
  • Identificar as funções urbanas e relacioná-las com a área de influência.

Erros frequentes

  • Definir cidade só pela população, ignorando as funções e a densidade.
  • Confundir função urbana (atividade que a cidade desempenha) com atividade económica de um setor.

Revisão ativa

Define cidade e identifica quatro funções urbanas, dando um exemplo de cada.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geografia A — 11.º ano (As áreas urbanas) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 02

A estrutura interna da cidade#

●●○PadrãoLPAE-geografia-a-areas-urbanas

Pontos-chave

Dentro da cidade, as funções e os usos do solo organizam-se em áreas distintas, formando a estrutura interna (ver Fig. 2). Esta organização não é casual: resulta, em grande parte, do valor do solo, que é máximo no centro (maior acessibilidade e procura) e decresce para a periferia, e da competição das diferentes atividades por localização.

Modelo de estrutura interna da cidade

Estrutura interna da cidadecírculos concêntricos, 4 anéis, Dados: Centro, CBD / baixa (comércio e serviços), Áreas residenciais interiores, Subúrbios residenciais, Periferia (indústria e grandes superfícies)Periferia (indústria e grandes superfícies)Subúrbios residenciaisÁreas residenciais interioresCBD / baixa (comércio e serviços)Centro
Fig. 2Fig. 2 — Um modelo em anéis da estrutura interna: o CBD no centro (maior valor do solo), rodeado por áreas residenciais e, na periferia, áreas industriais e de serviços.
No coração da cidade situa-se o centro de negócios — o CBD (Central Business District), a «baixa» ou centro —, onde se concentram o comércio, os serviços, a banca e os escritórios. É a área mais acessível e de maior valor do solo, muito movimentada de dia mas com poucos residentes; atrai enormes fluxos pendulares diários de quem ali trabalha mas vive fora.
Em torno do centro dispõem-se as áreas residenciais (de diferentes níveis sociais, refletindo a segregação socioespacial), as áreas industriais (que procuraram a periferia, junto a acessos e solo mais barato) e, nas margens, novas áreas comerciais e de serviços (grandes superfícies, parques de escritórios). Vários modelos teóricos — em anéis concêntricos, em setores, em núcleos múltiplos — procuram descrever esta organização.
A estrutura interna não é estática: o CBD pode congestionar-se e perder residentes; a indústria e o comércio deslocam-se para a periferia; os centros históricos degradam-se ou reabilitam-se; surgem novas centralidades fora do centro tradicional. Ler a estrutura interna de uma cidade — identificando as suas áreas e explicando a sua localização pelo valor do solo — é competência central deste tema.
Exemplo resolvido

Valor do solo e localização

Explica por que o comércio e os serviços se concentram no CBD e a indústria se instala na periferia, usando o valor do solo.

  1. 01CBD

    É a área mais acessível e central; o comércio e os serviços podem pagar o elevado valor do solo, porque precisam de máxima acessibilidade e visibilidade e ocupam pouco espaço em altura.

  2. 02Indústria

    A indústria precisa de grandes áreas e boas ligações rodoviárias, mas não de estar no centro; procura, por isso, a periferia, onde o solo é mais barato e há espaço e acessos.

  3. 03Conclusão

    O valor do solo (alto no centro, baixo na periferia) e as necessidades de cada atividade explicam a organização: serviços no centro, indústria na periferia.

Resultado: O comércio/serviços pagam o solo caro do centro (precisam de acessibilidade); a indústria procura o solo barato e amplo da periferia.

Foco no Exame Nacional

  • Descrever a estrutura interna da cidade (CBD, residencial, industrial, serviços).
  • Relacionar a localização das áreas com o valor do solo e a acessibilidade.

Erros frequentes

  • Confundir o CBD (centro de negócios, poucos residentes) com uma área residencial.
  • Ignorar o valor do solo como fator de organização interna da cidade.

Revisão ativa

Caracteriza o CBD e explica por que a indústria tende a localizar-se na periferia da cidade.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geografia A — 11.º ano (As áreas urbanas) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 03

A expansão urbana e as áreas metropolitanas#

●●○PadrãoLPAE-geografia-a-areas-urbanas

Pontos-chave

As cidades cresceram e expandiram-se para além dos seus limites tradicionais, num processo com várias etapas (ver Fig. 3). O crescimento urbano gerou, primeiro, a expansão em «mancha de óleo» — a cidade alastra sobre o espaço envolvente — e, depois, formas mais complexas de urbanização difusa.

Etapas da expansão urbana

Expansão urbanaGrafo, Cidade compacta → Suburbanização (cidades-dormitório), Suburbanização (cidades-dormitório) → Periurbanização (rurbano), Periurbanização (rurbano) → Área metropolitana (conurbação)Cidade compactaSuburbanização(cidades-dormitório)Periurbanização(rurbano)Áreametropolitana(conurbação)crescimentodos subúrbiosurbanizaçãodifusaintegraçãofuncional
Fig. 3Fig. 3 — A expansão urbana em etapas: da cidade compacta à suburbanização e à periurbanização, até à formação de áreas metropolitanas.
A suburbanização é o crescimento acelerado dos subúrbios em torno da cidade: muitas pessoas passam a viver nos arredores (onde a habitação é mais barata e há mais espaço) e a deslocar-se diariamente para trabalhar na cidade. Formam-se «cidades-dormitório», que geram intensos movimentos pendulares. A cidade e os seus subúrbios acabam por se ligar fisicamente.
A periurbanização é a urbanização das áreas de transição entre o campo e a cidade — o espaço «rurbano» —, onde se misturam usos urbanos e rurais, habitação dispersa, atividades e paisagem em mudança. Quando várias cidades e os seus subúrbios crescem e se unem, forma-se uma conurbação e, à escala maior, uma área metropolitana — um vasto território urbano funcionalmente integrado, em torno de uma ou mais grandes cidades.
Em Portugal, este processo deu origem às Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, que concentram grande parte da população e das atividades. A expansão urbana traz vantagens (mais espaço, habitação) mas também problemas (consumo de solo, dependência do automóvel, perda de espaços agrícolas e naturais). Compreender as etapas da expansão urbana é essencial para o tema seguinte, o da rede urbana.
Exemplo resolvido

Suburbanização e movimentos pendulares

Explica por que a suburbanização de uma grande cidade gera intensos movimentos pendulares e um problema associado.

  1. 01Suburbanização

    Muitas pessoas passam a residir nos subúrbios (habitação mais barata e mais espaço), mas continuam a trabalhar e a estudar na cidade central.

  2. 02Movimentos pendulares

    Diariamente, deslocam-se de casa (subúrbio) para o trabalho (cidade) e regressam — os movimentos pendulares casa-trabalho.

  3. 03Problema associado

    A concentração destas deslocações nas horas de ponta gera congestionamento de tráfego e sobrecarga dos transportes, com poluição e perda de tempo.

  4. 04Conclusão

    A separação entre residência (subúrbio) e emprego (centro) explica os movimentos pendulares e o congestionamento.

Resultado: Viver no subúrbio e trabalhar no centro gera movimentos pendulares diários e congestionamento nas horas de ponta.

Foco no Exame Nacional

  • Distinguir suburbanização de periurbanização.
  • Explicar a formação das áreas metropolitanas e os movimentos pendulares.

Erros frequentes

  • Confundir suburbanização (crescimento dos subúrbios) com periurbanização (transição campo-cidade).
  • Esquecer os movimentos pendulares gerados pelas cidades-dormitório.

Revisão ativa

Explica o processo de suburbanização e a formação de uma área metropolitana.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geografia A — 11.º ano (As áreas urbanas) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 04

Os problemas urbanos#

●●○PadrãoLPAE-geografia-a-areas-urbanas

Pontos-chave

A concentração de população e de atividades nas cidades, e a sua expansão desordenada, geram um conjunto de problemas urbanos que afetam a qualidade de vida (ver Fig. 4). Conhecer estes problemas é indispensável para discutir as soluções de requalificação e de cidade sustentável.

Os problemas urbanos

Problemas urbanosTabela com 3 colunas e 4 linhas, Dados: Tipo · Problema · Explicação; Mobilidade · Congestionamento · Dependência do automóvel e movimentos pendulares; Ambiente · Poluição e ruído · Tráfego, indústria e concentração de atividades; Habitação · Preços altos e carência · Procura elevada; bairros degradados; Social · Segregação socioespacial · Separação da população por nível socialTIPOPROBLEMAEXPLICAÇÃOMobilidadeCongestionamentoDependência do automóvel emovimentos pendularesAmbientePoluição e ruídoTráfego, indústria econcentração de atividadesHabitaçãoPreços altos e carênciaProcura elevada; bairrosdegradadosSocialSegregação socioespacialSeparação da população pornível socialProblemas urbanos por tipo
Fig. 4Fig. 4 — Os problemas urbanos abrangem mobilidade, ambiente, habitação e questões sociais, decorrentes de um crescimento rápido e desordenado.
O congestionamento de tráfego é um dos mais visíveis: a dependência do automóvel e os movimentos pendulares saturam as vias, sobretudo nas horas de ponta, com perda de tempo, custos e stress. A ele associam-se problemas ambientais — poluição do ar, ruído, «ilhas de calor» urbanas, produção de resíduos — que degradam o ambiente e a saúde.
A habitação é outro problema central: a procura elevada faz subir os preços, gerando carência de habitação acessível, sobrelotação e, em casos extremos, bairros degradados ou informais. A par disto, surge a segregação socioespacial — a separação da população por áreas conforme o nível social —, com áreas degradadas de um lado e, por vezes, gentrificação (valorização que expulsa os residentes de menores rendimentos) de outro.
Somam-se problemas de sobrecarga de infraestruturas e serviços, de insegurança e de consumo de solo e recursos. Estes problemas resultam, em grande medida, de um crescimento urbano rápido e mal planeado. Identificá-los corretamente — distinguindo os de mobilidade, ambiente, habitação e sociais — é o passo prévio para discutir a requalificação urbana.
Exemplo resolvido

Do crescimento aos problemas

A partir do crescimento rápido de uma área metropolitana, explica um problema de mobilidade, um ambiental e um social.

  1. 01Mobilidade

    O crescimento dos subúrbios e a dependência do automóvel geram congestionamento nas ligações à cidade central.

  2. 02Ambiente

    O tráfego e a concentração de atividades provocam poluição do ar e ruído, agravados pela impermeabilização do solo.

  3. 03Social

    A subida dos preços da habitação empurra os mais pobres para áreas degradadas ou periféricas, acentuando a segregação socioespacial.

  4. 04Causa comum

    Todos decorrem de um crescimento urbano rápido e mal planeado, que a requalificação e o ordenamento procuram corrigir.

Resultado: Congestionamento (mobilidade), poluição (ambiente) e segregação (social) resultam do crescimento urbano rápido e desordenado.

Foco no Exame Nacional

  • Identificar e explicar os principais problemas urbanos.
  • Relacionar os problemas com o crescimento urbano rápido e desordenado.

Erros frequentes

  • Reduzir os problemas urbanos ao trânsito, esquecendo a habitação, o ambiente e a segregação.
  • Confundir segregação socioespacial com simples diversidade de bairros.

Revisão ativa

Indica três problemas urbanos de naturezas diferentes (mobilidade, ambiente, social) e relaciona-os com a expansão urbana.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geografia A — 11.º ano (As áreas urbanas) (Direção-Geral da Educação (DGE))

§ 05

Requalificação, reabilitação e cidade sustentável#

●●●AprofundamentoLPAE-geografia-a-areas-urbanas

Pontos-chave

Perante os problemas urbanos, as cidades procuram requalificar-se e tornar-se mais sustentáveis (ver Fig. 5). A requalificação urbana é o conjunto de intervenções que melhoram a qualidade de um espaço urbano degradado — recuperando edifícios, espaços públicos e infraestruturas — para lhe devolver vitalidade e melhorar a vida dos habitantes.

Requalificar para uma cidade sustentável

Cidade sustentávelGrafo, Problemas urbanos → Reabilitação (centros históricos, brownfields), Problemas urbanos → Mobilidade sustentável e espaços verdes, Reabilitação (centros históricos, brownfields) → Cidade sustentável, Mobilidade sustentável e espaços verdes → Cidade sustentávelProblemasurbanosReabilitação(centroshistóricos, bro…Mobilidadesustentável eespaços verdesCidadesustentávelexigemexigem
Fig. 5Fig. 5 — Face aos problemas urbanos, a reabilitação e a requalificação, a mobilidade sustentável e os espaços verdes constroem uma cidade mais sustentável.
Um instrumento central é a reabilitação urbana: recuperar e modernizar o edificado existente (em vez de o demolir ou de continuar a expandir a cidade), com destaque para os centros históricos degradados e para antigas áreas industriais abandonadas (os «brownfields»), que se convertem em novos usos (habitação, serviços, cultura, espaços verdes). Reabilitar em vez de expandir poupa solo e recursos.
A ideia de cidade sustentável orienta estas intervenções: uma cidade que satisfaz as necessidades dos habitantes com menor impacte ambiental e maior coesão social. Isso implica apostar na mobilidade sustentável (transportes públicos, modos suaves — a pé, bicicleta — em vez do automóvel), na eficiência energética, nos espaços verdes, na gestão de resíduos e da água, e numa cidade mais compacta e mista (aproximando habitação, emprego e serviços).
Ganha também força a noção de cidade «inteligente» (smart city), que usa as tecnologias para gerir melhor os recursos, a mobilidade e os serviços. O objetivo último é uma cidade mais habitável, inclusiva e ambientalmente responsável. Discutir estas estratégias — reabilitação, mobilidade e sustentabilidade — de forma articulada é o remate deste tema.
Exemplo resolvido

Reabilitar um centro histórico

Um centro histórico está degradado e a perder residentes. Explica como a reabilitação urbana o pode revitalizar e por que é mais sustentável do que expandir a cidade.

  1. 01Diagnóstico

    Edifícios degradados e desabitados retiram vitalidade ao centro e afastam residentes e atividades.

  2. 02Reabilitação

    Recuperar o edificado, os espaços públicos e as infraestruturas atrai novos residentes, comércio, serviços e turismo, devolvendo vida ao centro.

  3. 03Vantagem ambiental

    Reabilitar aproveita o edificado e as infraestruturas existentes, poupando solo e recursos, em vez de expandir a cidade sobre novos terrenos.

  4. 04Conclusão

    A reabilitação revitaliza o centro e é mais sustentável do que a expansão, que consome mais solo e aumenta as deslocações.

Resultado: Reabilitar o centro histórico devolve-lhe vitalidade e poupa solo e recursos, sendo mais sustentável do que expandir a cidade.

Foco no Exame Nacional

  • Distinguir requalificação de reabilitação urbana e explicar as suas vantagens.
  • Discutir estratégias de cidade sustentável (mobilidade, espaços verdes, cidade compacta).

Erros frequentes

  • Confundir reabilitação (recuperar o existente) com expansão ou construção nova.
  • Reduzir a cidade sustentável a espaços verdes, esquecendo a mobilidade e a eficiência.

Revisão ativa

Explica a diferença entre reabilitar e expandir a cidade e indica duas medidas de cidade sustentável.

Evocação ativa

Recorda os pontos-chave — depois revela.

Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geografia A — 11.º ano (As áreas urbanas) (Direção-Geral da Educação (DGE))

Conteúdo

Secção -- / 05

    • 01A cidade e as funções urbanas○
    • 02A estrutura interna da cidade◐
    • 03A expansão urbana e as áreas metropolitanas◐
    • 04Os problemas urbanos◐
    • 05Requalificação, reabilitação e cidade sustentável●

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As áreas urbanas: dinâmicas internas

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Fontes

Direção-Geral da Educação (DGE)

  • Aprendizagens Essenciais de Geografia A — 11.º ano (As áreas urbanas)

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