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Este tema estuda a cidade e a sua organização interna: o conceito de cidade e as funções urbanas, a estrutura interna (CBD, áreas residenciais, industriais e de serviços) e os seus modelos, a expansão urbana (suburbanização e periurbanização) e a formação de áreas metropolitanas, os problemas urbanos (congestionamento, habitação, ambiente, segregação) e as estratégias de requalificação, reabilitação e cidade sustentável.
5 secções~13 min de leitura4 competênciasNível Base 1 · Padrão 3 · Aprofundamento 1
nível básico
Caracterizar as funções urbanas e a estrutura interna da cidade.
nível avançado
Explicar a expansão urbana e discutir os problemas das cidades e a requalificação urbana.
Profundidade de leitura: Aprofundado
Tamanho do texto: Padrão
As funções urbanas
Explica por que uma capital regional oferece funções que uma pequena vila não tem, dando exemplos.
Uma pequena vila tem funções básicas e frequentes: comércio de proximidade, escola primária, centro de saúde.
Uma capital regional acumula funções de nível superior e mais raras: hospital central, universidade, tribunais, grandes serviços e comércio especializado.
Estas funções servem toda a região, atraindo população de uma vasta área de influência à capital.
Quanto maior e mais central a cidade, mais funções (e de nível superior) oferece.
Resultado: A capital regional acumula funções superiores (hospital, universidade, serviços especializados) que servem toda a sua área de influência.
Erros frequentes
Revisão ativa
Define cidade e identifica quatro funções urbanas, dando um exemplo de cada.
Evocação ativa
Recorda os pontos-chave — depois revela.
Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geografia A — 11.º ano (As áreas urbanas) (Direção-Geral da Educação (DGE))
Modelo de estrutura interna da cidade
Explica por que o comércio e os serviços se concentram no CBD e a indústria se instala na periferia, usando o valor do solo.
É a área mais acessível e central; o comércio e os serviços podem pagar o elevado valor do solo, porque precisam de máxima acessibilidade e visibilidade e ocupam pouco espaço em altura.
A indústria precisa de grandes áreas e boas ligações rodoviárias, mas não de estar no centro; procura, por isso, a periferia, onde o solo é mais barato e há espaço e acessos.
O valor do solo (alto no centro, baixo na periferia) e as necessidades de cada atividade explicam a organização: serviços no centro, indústria na periferia.
Resultado: O comércio/serviços pagam o solo caro do centro (precisam de acessibilidade); a indústria procura o solo barato e amplo da periferia.
Erros frequentes
Revisão ativa
Caracteriza o CBD e explica por que a indústria tende a localizar-se na periferia da cidade.
Evocação ativa
Recorda os pontos-chave — depois revela.
Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geografia A — 11.º ano (As áreas urbanas) (Direção-Geral da Educação (DGE))
Etapas da expansão urbana
Explica por que a suburbanização de uma grande cidade gera intensos movimentos pendulares e um problema associado.
Muitas pessoas passam a residir nos subúrbios (habitação mais barata e mais espaço), mas continuam a trabalhar e a estudar na cidade central.
Diariamente, deslocam-se de casa (subúrbio) para o trabalho (cidade) e regressam — os movimentos pendulares casa-trabalho.
A concentração destas deslocações nas horas de ponta gera congestionamento de tráfego e sobrecarga dos transportes, com poluição e perda de tempo.
A separação entre residência (subúrbio) e emprego (centro) explica os movimentos pendulares e o congestionamento.
Resultado: Viver no subúrbio e trabalhar no centro gera movimentos pendulares diários e congestionamento nas horas de ponta.
Erros frequentes
Revisão ativa
Explica o processo de suburbanização e a formação de uma área metropolitana.
Evocação ativa
Recorda os pontos-chave — depois revela.
Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geografia A — 11.º ano (As áreas urbanas) (Direção-Geral da Educação (DGE))
Os problemas urbanos
A partir do crescimento rápido de uma área metropolitana, explica um problema de mobilidade, um ambiental e um social.
O crescimento dos subúrbios e a dependência do automóvel geram congestionamento nas ligações à cidade central.
O tráfego e a concentração de atividades provocam poluição do ar e ruído, agravados pela impermeabilização do solo.
A subida dos preços da habitação empurra os mais pobres para áreas degradadas ou periféricas, acentuando a segregação socioespacial.
Todos decorrem de um crescimento urbano rápido e mal planeado, que a requalificação e o ordenamento procuram corrigir.
Resultado: Congestionamento (mobilidade), poluição (ambiente) e segregação (social) resultam do crescimento urbano rápido e desordenado.
Erros frequentes
Revisão ativa
Indica três problemas urbanos de naturezas diferentes (mobilidade, ambiente, social) e relaciona-os com a expansão urbana.
Evocação ativa
Recorda os pontos-chave — depois revela.
Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geografia A — 11.º ano (As áreas urbanas) (Direção-Geral da Educação (DGE))
Requalificar para uma cidade sustentável
Um centro histórico está degradado e a perder residentes. Explica como a reabilitação urbana o pode revitalizar e por que é mais sustentável do que expandir a cidade.
Edifícios degradados e desabitados retiram vitalidade ao centro e afastam residentes e atividades.
Recuperar o edificado, os espaços públicos e as infraestruturas atrai novos residentes, comércio, serviços e turismo, devolvendo vida ao centro.
Reabilitar aproveita o edificado e as infraestruturas existentes, poupando solo e recursos, em vez de expandir a cidade sobre novos terrenos.
A reabilitação revitaliza o centro e é mais sustentável do que a expansão, que consome mais solo e aumenta as deslocações.
Resultado: Reabilitar o centro histórico devolve-lhe vitalidade e poupa solo e recursos, sendo mais sustentável do que expandir a cidade.
Erros frequentes
Revisão ativa
Explica a diferença entre reabilitar e expandir a cidade e indica duas medidas de cidade sustentável.
Evocação ativa
Recorda os pontos-chave — depois revela.
Fontes: Aprendizagens Essenciais de Geografia A — 11.º ano (As áreas urbanas) (Direção-Geral da Educação (DGE))
Referências e fontes
Direção-Geral da Educação (DGE)